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Tipos de óleo pra motor: mineral, sintético e semissintético


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Trocar o óleo do carro, comprar óleo, ver o nível do óleo, óleo disso, daquilo… Mas quando o assunto é o óleo do motor, você conhece os tipos que são usados e qual o mais adequado para o seu carro?

Às vezes, até quem conhece mais sobre carros fica em dúvida na hora de trocar o óleo. E pra acabar com isso, é fácil. Olha só:

Óleo Mineral

Adquirido através de componentes extraídos diretamente do refino do petróleo. É o tipo mais comum no mercado e serve para a maioria dos motores.

A desvantagem é que a troca deve ser feita com uma quilometragem menor, para não carbonizar o motor, a válvula ou o cabeçote.

Óleo Sintético

Desenvolvido por meio de reações químicas, geralmente é mais elaborado que o mineral. É bom, pois ajuda a manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor, e não carboniza o motor.

O preço é um pouco mais alto que o óleo mineral, mas a longo prazo o custo benefício é maior- principalmente se você roda mais com o carro.

A troca varia de acordo com a marca e especificação de cada manual, mas geralmente é entre os 15 e 20 mil km, sendo o prazo máximo de substituição de até 6 meses.

Óleo Semissintético

A composição deste óleo é a mistura dos componentes do óleo sintético e do óleo mineral.

Geralmente, é usado nos carros com motores mais potentes, com alta rotação. Provoca uma menor carbonização interna e contribui para amenizar o atrito entre as peças do motor, principalmente na hora de dar partida.

A maioria dos fabricantes que indicam o uso deste óleo recomenda a troca a cada 10 mil km rodados.

Mas antes de sair comprando óleo, é importante lembrar de consultar o manual do carro e ver qual é o indicado para o seu. Até porque, se usar o óleo errado, o consumo tanto de óleo como de combustível será excessivo, e o desempenho e o rendimento do veículo ainda ficarão reduzidos.

Se o manual do fabricante indica 15W40, 20W50 ou qualquer outra, é melhor seguir e evitar danos futuros. Mas se você pergunta por que deve fazer isso, a gente responde:

Além dos motivos acima, o tipo do óleo e as especificações das siglas são resultado de anos de pesquisa para dar a cada modelo a melhor opção de lubrificante, a fim de  atender aos requisitos do motor.

E aí vale entender um pouco mais sobre as siglas:

SAE

É a especificação de viscosidade do óleo do motor. É composta por dois números separados por um W (winter, inverno em inglês).

Por exemplo: no óleo SAE 5W40, a especificação informa que, no frio, ele se comporta como um óleo SAE 5 (com muito fluído) e, em altas temperaturas (motor em movimento), ele se comporta como um óleo SAE 40 (viscoso).

API

Relacionada ao desempenho do óleo lubrificante do motor. É composta por duas letras, em que a primeira é o S (service station) e a segunda significa a evolução da qualidade do óleo, de acordo com a ordem crescente do alfabeto.

Cada letra representa o nível de desempenho do óleo para os fatores aditivos, proteção contra corrosão, formação de borras, etc. Todo motor tem um nível API específico,  que também deve ser seguido com rigorosidade.

Especificações das montadoras

Pouca gente leva em consideração o que cada montadora segue como padrão e norma específica para cada tipo de óleo. Mas é importante sempre atentar a esses detalhes também.

Com essas informações em mãos, certamente você não vai errar na hora de escolher o óleo correto. Pra não ter erro meeeesmo, consulte o manual do proprietário do veículo.

Por hoje é isso, pessoal!

Equipe Dispemec.com


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