Quem procura autopeças encontra o que precisa na DISPEMEC

Há mais de 29 anos a DISPEMEC atende às necessidades de clientes que não abrem mão de qualidade, praticidade e segurança na hora de comprar autopeças.

Acesse agora

Posts para » óleo

Conheça os benefícios do condicionador de metais

blog dispemec

Com o tempo, as peças metálicas do carro sofrem desgastes e causam prejuízos para o seu bolso. Uma boa solução é investir em medida preventivas, como o uso do condicionador de metais.

Sua principal função é potencializar o efeito dos lubrificantes e diminuir o impacto de uma peça com a outra – o que, consequentemente, aumenta a vida útil de cada uma.

Quer saber mais? Confira abaixo quais as vantagens de usar o condicionador de metais no seu veículo e aprenda como usá-lo:

Quais os benefícios?

  • Além dos atritos, diminui ruídos e vibrações, já que a lubrificação se torna mais potente
  • As peças precisam usar menos força para funcionarem, o que reduz o consumo de combustíveis
  • Facilita as partidas a frio, pois as peças passam a ter mais agilidade
  • Diminui a emissão de gases poluentes

Como usar o condicionador no carro?

O condicionador de metais deve ser usado junto com os lubrificantes ou com o óleo, ele não substitui nenhum fluido, é apenas um componente extra. Sua aplicação, geralmente, é feita a cada duas trocas de óleo, mas é importante ler as indicações de uso e pedir auxílio para um mecânico.

Ele pode ser usado apenas no motor?

Apesar de ser destinado para as peças de metal que sofrem atrito e a maioria estar presente no motor, existem diferentes tipos de condicionador. Então, antes da compra, leia o rótulo e certifique-se se ele é indicado apenas para o motor ou se podem ser usados em outros sistemas.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Como modificar o carro sem infringir as leis

TUNING

A modificação de carros, conhecida como tuning, é uma ótima alternativa para quem quer um carro com estilo único e personalizado.

Mas, para fazer qualquer alteração em um veículo, é preciso seguir a lei, para garantir a segurança do motorista e dos passageiros. Confira os passos para modificar seu carro dentro da lei:

1 – Autorização prévia

Depois de decidir quais as modificações serão feitas, é preciso pedir uma autorização para o Detran. Isso mesmo, diferente do que muitas pessoas fazem, o pedido precisa ser solicitado antes de mexer no carro e não depois.

O Detran analisa o pedido para ter certeza que está tudo dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro. Se for autorizado, será emitido um documento que prova a permissão para o motorista andar com o carro, até ser aprovado pela vistoria. Mas se não for, as alterações no veículo precisarão ser adequadas as leis e um novo pedido deverá ser feito.

2- Selo Inmetro

Após conseguir a autorização do Detran, o segundo passo é fazer a inspeção do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que é o órgão responsável por analisar e garantir a qualidade e segurança de produtos de diversos segmentos. São inspecionados pneus, estepes, chaves de rodas e até a potência do motor.

Caso o veículo seja reprovado, o motorista recebe um relatório com tudo o que deve ser arrumado e tem até 30 dias para realizar as correções e refazer a inspeção, sem que nenhuma taxa seja cobrada.

3- Vistoria de identificação

O último passo é fazer uma vistoria de identificação veicular, para identificar a regularidade de todos os itens alterados. O laudo da vistoria precisa ser levado ao Detran para que o documento de autorização final  seja emitido.

As únicas modificações que não precisam de autorização legal são as de roda e pneu. Fazer alterações no carro sem ter autorização prévia pode gerar multas (que variam de acordo com cada alteração) e na apreensão do veículo.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Novo aplicativo promete avaliar problemas mecânicos do carro

blog dispemec

A tecnologia está dominando diversos setores e com o universo automotivo não seria diferente. O aplicativo Engie chegou ao Brasil, no fim de 2017, e promete ser um “mecânico virtual”.

A empresa desenvolvedora do app, a mesma que criadora do Waze, conta que o objetivo é identificar o problema mecânico, antes do veículo ser levado para uma avaliação real.

Mas, apesar das facilidades que o aplicativo oferece, serviços digitais de mecânica automotiva ainda geram muita discussão, por não realizarem uma revisão tão completa e segura quando das oficinas mecânicas.

Segundo Helinho, apresentador do canal Mecânica Fácil e dono da oficina HelioCar, o surgimento de aplicativos podem trazer resultados positivo, se forem usados com cautela, já que, em muitos casos, o escaneamento não é suficiente para detectar todo o problema.

“Ao achar que identificou o problema com o aplicativo, o cliente chega na oficina mecânica pedindo para trocar determinada peça, que pode não ser a causa real desse defeito, mas apenas um componente afetado por ele. Isso faz com que o motorista perca dinheiro e o trabalho tenha que ser refeito. Então, todo cuidado é pouco e o auxílio de um mecânico automotivo é indispensável” explica o profissional.

O aplicativo já está sendo usado por mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, México e Israel. No Brasil, o Engie já está disponível nas lojas virtuais gratuitamente.

Para ter o funcionamento completo do aplicativo, é preciso comprar o dispositivo de escaneamento, que fica disponível dentro do próprio app e sai por R$59 para os celulares Android e R$79 para IOS – sem incluir o frete.

Como funciona?

O Engie é conectado ao aparelho de escaneamento, que é ligado à porta OBDII do veículo, a mesma entrada onde é ligado o scanner dos mecânicos. Ele se conecta a central de gerenciamento eletrônico do carro e tem acesso ao diagnóstico de diversos componentes, depois transmite as informações captadas para o aplicativo, via Bluetooth.

Depois de constatar o problema, ele ainda permite que o usuário localize as oficinas mecânicas mais próximas, além de cotar preços dos serviços necessários para seu veículo e permitir ver e fazer avaliações das oficinas.

Mas não esqueça que até para conectar o aparelho scanner na entrada OBDII do seu carro, é preciso ter noções de mecânica para não danificar nenhum componente ou fazer uma avaliação errada.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Dicas básicas para motoristas iniciantes

blog dispemec

Durante o processo para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), os futuros condutores aprendem sobre as normas de trânsito. Mas não pense que é só isso que você precisa saber para dirigir!

É essencial que você saiba como cuidar do seu veículo, para ter mais segurança durante seus trajetos e para prolongar a vida útil dos sistemas do carro. Veja nossas dicas e fique atento a esses itens:

Óleo do motor

Não é apenas de combustível que um veículo sobrevive! O óleo é responsável por manter os movimentos corretos e a temperatura do motor, por isso deve ser verificado com frequência. Nos modelos mais novos, é indicado que o óleo seja trocado a cada 10 mil quilômetros rodados, mas isso depende do modelo, ano e uso de cada veículo.

Também é muito importante usar o óleo certo para o seu carro, cada tipo possui diferentes propriedades e nível de viscosidade – essa informação pode ser encontrada no manual do motorista, que vem junto com o carro.

Aditivo do radiador

Os carros funcionam com a queima do combustível e isso faz com que o motor atinja temperaturas altas. Para ajudar a controlar essas temperaturas e não deixar com que o motor fique superaquecido, mantenha os aditivos do radiador em dia.

Além do aditivo recomendado pela montadora (também disponível no manual do motorista), o sistema de arrefecimento necessita de água. Um erro muito comum é colocar apenas água no radiador, o que pode prejudicar muito o motor. O certo é usar 50% de água e 50% de aditivo, não se esqueça!

Modificações

A maioria dos motoristas quer ter um carro bonito e para atingir esse objetivo as modificações são procuradas. Preste muita atenção em cada detalhe antes de realizar qualquer mudança interna ou externa, pois não basta ser  “bonito”, cada peça deve ter as especificações corretas para o seu carro.

Por exemplo, se for trocar as rodas, use o tamanho certo, rodas menores ou maiores podem ocasionar acidentes graves por não encaixarem direito. Para o sistema de som essa regra também vale, não compre um sistema que precisa de mais energia do que o seu carro pode oferecer.

Revisão

Outro item que precisa ser lembrado pelos novos motoristas são as revisões. Assim como você vai no médico para fazer um “check up” e garantir sua saúde, o carro também precisa de atenção para evitar possíveis danos e não só quando aparece algum problema.

Pronto, agora você já sabe para quais itens dar atenção e manter a mecânica do seu veículo!

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Por que o motor flex faz mais ruído com álcool?

Dispemec motor flex

Donos de carros flex já devem ter observado: quando abastecem com gasolina, o carro funciona de maneira mais fluida, sem ruídos. Já quando o abastecimento acontece com álcool, a história é outra: o motor fica mais ruidoso e não funciona tão suavemente. Mas por que isso acontece? Estaria o etanol estragando o motor?

Na verdade não. Os carros flex estão totalmente preparados para receber tanto o etanol quanto a gasolina, por isso o uso de qualquer um dos dois é totalmente seguro.

A questão do ruído acontece pela natureza do combustível. A gasolina é naturalmente mais oleosa, por ser um produto derivado do petróleo. Já o etanol, que tem origem vegetal, é uma solução com menos viscosidade.

Na linguagem popular, a gasolina é classificada como “oleosa”, enquanto o álcool é “seco”.

Por ser menos lubrificante, quando é usado o etanol, existe mais atrito entre os componentes móveis do motor. Isso causa um nível maior de ruído e vibração.

O tipo de combustível, porém, não é o único fator que influencia no funcionamento do motor. O uso de aditivos, tanto para a gasolina quanto para o etanol, aumenta seu poder lubrificante. Tecnologias anti-atrito também auxiliam na diminuição da vibração e barulho.


Saiba quais são os principais problemas da caixa de câmbio

caixa de câmbio

A caixa de câmbio, ou caixa de marchas, é uma importante peça do carro, que tem como função multiplicar a força e/ou a velocidade do motor. Que distribui a força adequada para as rodas suportarem cada tipo de situação. E por ser uma peça essencial para o funcionamento do carro, é preciso ficar atento aos sinais de um possível problema, que podem interferir no funcionamento do veículo e custar caro para o bolso.

Em carros com o câmbio manual, as falhas mais comuns são na transmissão da caixa para o motor. A dificuldade ou impedimento na mudança da marcha, na maioria das vezes, é resultado do baixo nível do óleo, que como já falamos aqui, precisa ser checado com frequência. Outra situação comum nos carros manuais é a aparição de rangidos e chiados, que podem significar que a embreagem está desajustada.

Já nos veículos com câmbio automático o maior problema encontrado é o vazamento de fluido, que se for percebido tardiamente, pode comprometer do carro. Os automáticos não costumam apresentar falhas com frequência, mas é preciso ficar alerta aos sinais do veículo, pois nesses modelos o estrago sai caro. Em média, a reparação da caixa de câmbio pode sair entre R$ 4 mil até R$ 30 mil.

Para evitar problemas e gastos com essa peça, é importante ler e seguir  corretamente as instruções  do manual do veículo, nele é possível encontrar o tipo de óleo e a frequência com que precisa ser trocado. Durante o dia a dia com o carro, alguns cuidados também podem fazer a diferença: não troque a marcha com força, não apoie o braço na alavanca do câmbio e sempre preste atenção no barulho que o carro faz ao trocar a marcha.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Saiba mais sobre o óleo da caixa de marcha do seu carro manual

blog_dispemec_032_marchas

Você verifica com frequência o óleo do motor, para que o baixo nível ou a falta dele não comprometa o funcionamento do seu veículo. Mas e o óleo da caixa de marcha, você já verificou? Se a resposta foi “nunca”, não se preocupe. Muitos motoristas de carros manuais não sabem que o nível do óleo desse local precisa ser checado.

Para os carros manuais, a manutenção preventiva é essencial para garantir o funcionamento do conjunto da marcha, já que o fluido possui duas importantes funções: proteger as peças contra a corrosão e o desgaste, provocados pelo movimento feito quando a marcha é trocada e limpar e refrigerar o sistema interno.

Geralmente, em carros manuais, o óleo da caixa de marcha não é trocado totalmente em cada verificação, é apenas completado até chegar no nível correto. Isso acontece porque ele não é queimado pelo câmbio e não filtra muita sujeira. Mas se o nível estiver sempre baixo ou se esvaziar com muita rapidez, pode ser que tenha um vazamento interno no carro.

Mesmo que tenha a durabilidade maior do que o óleo do motor, é importante checar o nível do lubrificador com a frequência certa. O ideal é levar o carro ao mecânico, para que nenhuma peça seja comprometida, a cada 10 mil quilômetros rodados.  Já a troca total deve ser feita, em média, a cada três anos ou a cada 50 mil quilômetros, dependendo do uso do veículo.

Agora que você sabe mais sobre o óleo da marcha do motor do seu carro manual, dê uma olhada se está tudo certo e pé na estrada!

 

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


13 itens do carro para verificar antes de viajar

revisao_feriado

Oba! Este ano a lista de feriados tá boa! Dá pra todo mundo programar as viagens com a família e passeios mais longos.

Mas antes de colocar o pé na estrada, é importante checar uma outra lista: a da manutenção do veículo! Afinal, ninguém quer passar por perrengues durante os dias de folga, não é mesmo?

Pensando nisso, fizemos este check-list com os 13 itens do carro que você deve verificar antes de viajar.

 

Pode pegar, copiar, compartilhar estas dicas…. É pra facilitar a vida de todo mundo.

1. Documento do carro e do motorista

Ok. Documento não é peça do carro, mas nenhum veículo pode circular por aí sem documento ou com o licenciamento e seguro obrigatório vencidos.

Então, por favor, certifique-se de que está levando o documento do carro e a sua habilitação. Ah, e não vá viajar com a habilitação vencida, hein?!

2. Pneus

Veja se os pneus não estão carecas e se a calibragem está correta. Não se esqueça do estepe. Vai que você precisa dele!

 

3. Freios

Os freios e o fluído também devem ser checados. Pedal duro e trepidações são sinais de que algo não está de acordo.

4. Faróis e lâmpadas

Todos os faróis, setas e a luz de freio devem estar funcionando. Caso contrário, como você vai sinalizar as manobras e evitar colisões?

5. Limpador de para-brisa

Verifique as lâminas, as borrachas e o reservatório de água do para-brisa. Se chover e esses itens não estiverem funcionando, com certeza a sua viagem vai se tornar uma leve dor de cabeça.

6. Itens obrigatórios

Macaco, extintor de incêndio e triângulo não devem sair do seu carro, concorda? A não ser que o prazo de validade do extintor esteja vencido. Aí, é hora de trocar e recolocar no lugar.

7. Combustível e óleo

Viajar com o combustível na reserva? Jamais! Abasteça o suficiente para não correr o risco de parar na estrada. Verifique também o nível de óleo e, se for o caso, troque-o conforme o indicado do manual do veículo.

8. Filtro de ar

O filtro de ar e o óleo devem ser trocados ao mesmo tempo para não diminuir a vida útil do lubrificante.

 

9. Velas e cabos

Estar com as revisões do carro em dia garante que esses itens sejam trocados no tempo certo. As velas, por exemplo, devem ser examinadas a cada 10 mil km rodados e os cabos, a cada 50 mil km.

10. Amortecedores

Os amortecedores e todos os itens do sistema da suspensão – buchas, molas, bandejas – também merecem uma inspeção mais minuciosa antes da viagem.

11. Correia dentada

Essa peça deve ser trocada em média a cada 50 mil km rodados. Mas dependendo do quanto você usa o carro, é bom verificar a correia dentada a cada 15 mil km, quando podem aparecer desgastes.

12. Radiador

Lembre-se de pedir pro seu mecânico que confira o funcionamento do radiador, da bomba d’água, da ventoinha e da válvula termostática.

13. Alinhamento e balanceamento

Como já dissemos antes neste link, o carro desalinhado perde a estabilidade e pode ocasionar acidentes. E a falta de balanceamento compromete o controle que o motorista tem sob o carro. Portanto, são itens que não podem ser esquecidos.

Use essa listinha pra facilitar a sua vida antes de qualquer viagem, mesmo das mais rápidas, nos finais de semana! 😉

Até a próxima!

Equipe Dispemec.com


Entenda as siglas das embalagens de óleo.

oleo-lubrificante

O óleo lubrificante tem uma função importantíssima no motor dos veículos. Como o nome já diz, ele tem a óbvia função de lubrificar o motor, ajudar na manutenção da limpeza das peças e evitar que as partes metálicas do motor entrem em contato.

Por isso, é importante saber qual é a hora de trocar e qual é o lubrificante mais apropriado para o seu veículo.

Na hora de comprar pode surgir uma dúvida, afinal, o que significam todas aquelas letras nas embalagens? É o que iremos esclarecer neste post pra você.

Primeiramente, toda embalagem tem uma das seguintes siglas: SAE, API, ACEA, JASO, NMMA.
Essas siglas são de entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso, sendo que apenas SAE, API e ACEA importam para os donos de carros.

Leia mais…


Prolongue a vida do seu carro, fique longe dos vícios.

carros_vida_longa

Se no passado os carros ferviam ao menor sinal de congestionamento, hoje eles rodam milhares de quilômetros sem apresentar grandes problemas.

Mas um fato ainda não mudou por completo: a forma de dirigir afeta diretamente a durabilidade do veículo e os custos de manutenção.

Conheça os sete pecados que você pode cometer ao volante, sem perceber, e que podem causar desde um leve desperdício de combustível até uma quebra de câmbio automático.

  Leia mais…