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Como identificar válvulas desreguladas no seu carro

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As válvulas são peças essenciais para o funcionamento do carro, pois são elas que permitem a entrada e saída de ar do motor.

Existem dois grupos dessa peça: as válvulas de admissão, responsáveis por puxar o ar para dentro do motor e as válvulas de escape, que fazem os gases acumulados saírem.

Antes das válvulas de admissão abrirem para permitir a passagem do ar, as válvulas de escape precisam fechar, ou seja, elas devem funcionar em perfeita sincronia. Mas, muitas vezes, os motoristas não percebem quando esse processo está desregulado e isso acaba prejudicando todo motor.

Quer saber como identificar possíveis falhas no funcionamento das válvulas? Confira nossas dicas e proteja o seu veículo!

Ruídos estranhos

Fique atento aos sons do seu carro, eles são o sinal mais óbvio de que há algo errado. Pequenos ruídos podem significar que a válvulas precisa de ajustes, como apertar peças frouxas. Se o barulho é forte, o problema pode ser mais grave. Mas, independente do caso, o carro precisa ser levado imediatamente até um mecânico.

Fumaça saindo do motor

Deu a partida e saiu fumaça do motor? Geralmente esse é o sinal do seu veículo de que as vedações das válvulas estão desgastadas e, provavelmente, permitiram que o excesso de óleo passasse pelo local errado.

Perda de potência

Válvulas desreguladas afetam o funcionamento de todos os sistemas presentes no motor, o que faz o veículo apresentar perda de potência. Muitas outras situações podem causar diminuição da potência, mas se isso vier junto com os ruídos, as chances de serem as válvulas são bem grandes.

Aquecimento repentino do motor

Como são responsáveis pela saída e entrada de ar, essa peça também ajuda a regular a temperatura do motor. Então pequenas falhas já  podem gerar aquecimento repentino e, consequentemente, aumento no uso do combustível.

É claro que a análise final deve ser sempre feita por um profissional, mas com alguns cuidados e um pouco de atenção você pode evitar problemas futuros e gastos desnecessários.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


5 modificações que podem melhorar o desempenho do motor

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Quando pensamos em aumentar a potência do motor de um veículo, a primeira coisa que vem a cabeça é adicionar um turbocompressor.

Essa peça realmente faz muito diferença no desempenho do motor, mas existem outras modificações que podem aumentar a qualidade de rotação das peças. Confira algumas delas!

Troca dos componentes do sistema de ignição

A troca dos injetores e da bomba de combustível melhora o fluxo de pulverização do líquido que fica na câmara de combustão – responsável por fazer o motor funcionar. Isso acontece pois essa modificação ajuda a misturar o ar e o combustível, tornando a combustão mais eficiente.

Filtros esportivos

Além de trocar os componentes de ignição, você também pode optar por colocar filtros esportivos no seu carro. Eles diminuem a resistência da passagem do ar na admissão do motor. O ganho de potência com essa modificação não é grande, pode chegar até cinco cavalos, mas em conjunto com outras mudanças, fazem muita diferença.

Escapamento esportivo

O escapamento esportivo tem como função diminuir a resistência da saída dos gases de escape, o que pode aumentar em até 15% o rendimento do motor. Muitos veículos já possuem o escapamento esportivo de fábrica, para garantir o rendimento natural do motor.

Pistões e bielas de liga nobre

Para quem irá optar em colocar o turbo no motor, a troca dos pistões e das bielas por modelos nobres, é necessária. Eles são mais leves do que os modelos originais e aumentam muito a carga sobre os outros componentes do motor.

Virabrequim com alta resistência

Assim como os pistões e as bielas nobres, o virabrequim com alta resistência é mais leve e forte do que os originais. Isso traz um bom ganho de potência, pois essa peça é uma das que mais recebe pressão durante o funcionamento do veículo.

O virabrequim é responsável por levar o fluxo de potência para a saída do motor e para a entrada da transmissão. E uma peça mais com maior resistência ajuda a diminuir as perdas mecânicas durante esse processo.

Não se esquece de que todas essas alterações são muito complexas em relação a outros serviços. Por isso, devem ser feitas por um profissional da área mecânica. Assim você evita futuros problemas e terá maior garantia do serviço.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Tudo o que você deve saber sobre embreagem

Tudo sobre embreagem

A embreagem é a peça responsável por transferir a força gerada pelo motor para a caixa de câmbio e para os outros componentes do sistema de transmissão do veículo.

Também é sua função filtrar as vibrações geradas pelo motor em movimento e ajudar a diminuir o desgaste dos itens de transmissão.

Isso significa que a embreagem é fundamental para que o funcionamento do carro seja perfeito. Mas para isso, é necessário tomar alguns cuidados, pois as boas ou más condições da peça estão diretamente ligadas aos hábitos do motorista. Confira essas dicas:

Ponto morto

Ao parar no semáforo ou em congestionamento, coloque no ponto morto e solte a embreagem. Deixar o pé no pedal, mesmo que parado, faz com que haja um desgaste desnecessário da embreagem.

Ao dar a partida

Para dar a partida no carro, pise no acelerador e ao mesmo tempo solte a embreagem. Esse movimento precisa ser sincronizado, pois fazer isso separadamente ou de maneira brusca prejudicam diretamente o motor.

Mudança de marcha

Para mudar a marcha é necessário pisar na embreagem até o final, pisar apenas até uma parte faz com que ela seja gasta com mais facilidade.

É recomendado que seja feita revisões com frequência, para evitar problemas futuros. Caso você não esteja acostumado a fazer a revisão e perceber rangidos no carro, trepidações ou dificuldades de engate, leve imediatamente para que um mecânico faça uma avaliação. Saiba mais no vídeo abaixo:

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 

 


É preciso esquentar o motor antes de sair no frio? Descubra!

Esquentar o motor

O frio chegou! E mesmo que seja mais difícil sair da cama, as atividades do dia a dia continuam. Então, você levanta e entra de manhã no carro, gira a chave e ele não pega.

A primeira coisa que você pensa é se deveria ter esquentado o motor antes. Chegou a hora de tirar essa dúvida e saber os cuidados necessários durante as baixas temperaturas.

Existe um grande tabu sobre esquentar ou não o motor,  mas isso realmente é bom para o veículo durante as estações de frio. Isso acontece, pois as engrenagens e sistemas necessitam de mais energia para funcionar no frio, o que exige mais esforço do motor. Então, se ele for aquecido, irá trabalhar melhor durante todo o trajeto.

É preciso lembrar apenas que essa prática – muitas vezes necessária – deve ser feita em conjunto com outros cuidados. Se você esquecer de esquentar o motor e o carro não pegar de primeira, não tente repetidamente. Dar a partida diversas vezes irá danificar as velas e causar um grande prejuízo.

Deixe o veículo esquentando por pelo menos 15 minutos, esse é o tempo suficiente para repor a energia para dar a partida. Vale também desligar todos os componentes elétricos, como o ar condicionado e o rádio, assim a bateria não continua fornecendo mais energia do que deve.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


A importância da troca de água para o motor

Dispemec

Todos os veículos que funcionam a base de de gasolina ou etanol, geram energia a partir da combustão desses combustíveis. O que faz com que o carro necessite ser refrigerado e esse papel é atribuído a água do reservatório do radiador. Por isso é essencial ficar atento ao nível da água para evitar possíveis problemas e até a perda do motor. Mas como saber quando abastecer o reservatório?

O radiador possui como função, fazer a troca da água já aquecida, com o ar do local. Isso faz com que o motor se mantenha no nível ideal de temperatura. Geralmente os motores funcionam entre 115ºC e 135ºC e se passar desse nível de aquecimento, os problemas podem afetar todo o veículo.

E para manter o equilíbrio, é comum usar um aditivo junto com a água, chamado de líquido de arrefecimento. Essa mistura faz com que o ponto de ebulição aumente, permitindo atingir temperaturas mais altas sem prejudicar o funcionamento do motor.

Os carros de hoje em dia, possuem tecnologia suficiente para dar sinais mais claros de algo está errado. O cuidado mais simples é ficar sempre atento às luzes do painel, que irão sinalizar rapidamente  um possível superaquecimento. O ideal é fazer a troca do líquido a cada 30 mil quilômetros rodados ou a cada um ano.

Fique atento para não encher demais o reservatório, deixe sempre, pelo menos, três centímetros da borda. Mas se não souber exatamente qual aditivo misturar ou como colocar o líquido no reservatório, procure um mecânico para não correr riscos.

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Descubra quais são e como evitar os defeitos na correia dentada

correia dentada

A correia dentada, responsável por manter a sincronia entre o comando de válvulas e o virabrequim, é uma peça simples, mas fundamental para o funcionamento do carro. O problema é que seus defeitos chegam de maneira silenciosa, comprometendo o motor e gerando um grande prejuízo.

Quando a correia dentada arrebenta, os pistões acabam entrando em atrito com as válvulas, prejudicando o cabeçote do motor. Mas se o problema ocorrer enquanto o carro está em alta velocidade, o impacto pode ser tão grande a ponto de quebrar os pistões. Isso obriga o motorista a trocar o motor inteiro, desembolsando, no mínimo, R$ 4 mil.

Assim como o rompimento, o desalinhamento dos dentes da correia, correais frouxas, muito tensionadas ou gastas podem gerar grandes danos, pois desestabilizam a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas de admissão e de escape.

A melhor maneira de prevenir defeitos é fazer a troca da peça na quilometragem indicada no manual do veículo. Também é importante trocar o tensor, responsável por manter a tensão certa na correia, além de evitar reduzir a marcha drasticamente ou dar tranco repetidamente no motor para fazer funcionar.

Quer saber mais sobre a correia dentada? Confira o vídeo do Mecânica Fácil!

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Saiba quando fazer a limpeza do bico injetor

bicos injetores

A limpeza dos bicos injetores é um assunto que gera muita dúvida entre os motoristas. Isso acontece porque as válvulas injetoras são autolimpantes e o próprio combustível faz a limpeza interna da peça. Mas nem sempre sabemos a qualidade da gasolina que está indo para o motor, o que pode comprometer a “saúde” do carro.

Combustíveis adulterados são os maiores responsáveis pelo acúmulo de sujeira na ponta do bico injetor. Muitas misturas químicas, feitas para aumentar o volume da gasolina, são prejudiciais para o sistema do veículo e possuem componentes que ficam presos na válvula injetora, causando falhas no funcionamento do motor. Nesse caso, a limpeza pode ser necessária, mas antes é preciso que o mecânico faça os testes para saber se aquele realmente é o problema.

A verificação do bico começa com um teste de resistência, para comprovar  se está mesmo com problema. Se a peça realmente estiver suja, o próximo passo é fazer a limpeza por ultrassom, etapa que adiciona produtos específicos, que irão limpar sem estragar o carro e logo após é feito o teste de estanqueidade, que checa se não há nenhum vazamento. Depois é feito o teste leque – ou teste de jato – que analisa a pulverização do combustível e por último, é realizado o teste de equalização, que é responsável por medir a velocidade que a válvula injetora abre e fecha.

Caso a sujeira esteja acumulada há muito tempo, limpar pode não ser a melhor opção, mas sim, trocar a peça. Após um longo período, a peça é forçada a funcionar e acaba  sendo danificada. O diagnóstico  deve sempre ser feito por um profissional, pois se uma peça que está quebrada for limpa e recolocada no carro, o motor pode ser rapidamente comprometido. Então, fique atento ao combustível que você está colocando no seu carro.

 

Um abraço e até o próximo post.

 

Equipe Dispemec.com


Saiba mais sobre o óleo da caixa de marcha do seu carro manual

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Você verifica com frequência o óleo do motor, para que o baixo nível ou a falta dele não comprometa o funcionamento do seu veículo. Mas e o óleo da caixa de marcha, você já verificou? Se a resposta foi “nunca”, não se preocupe. Muitos motoristas de carros manuais não sabem que o nível do óleo desse local precisa ser checado.

Para os carros manuais, a manutenção preventiva é essencial para garantir o funcionamento do conjunto da marcha, já que o fluido possui duas importantes funções: proteger as peças contra a corrosão e o desgaste, provocados pelo movimento feito quando a marcha é trocada e limpar e refrigerar o sistema interno.

Geralmente, em carros manuais, o óleo da caixa de marcha não é trocado totalmente em cada verificação, é apenas completado até chegar no nível correto. Isso acontece porque ele não é queimado pelo câmbio e não filtra muita sujeira. Mas se o nível estiver sempre baixo ou se esvaziar com muita rapidez, pode ser que tenha um vazamento interno no carro.

Mesmo que tenha a durabilidade maior do que o óleo do motor, é importante checar o nível do lubrificador com a frequência certa. O ideal é levar o carro ao mecânico, para que nenhuma peça seja comprometida, a cada 10 mil quilômetros rodados.  Já a troca total deve ser feita, em média, a cada três anos ou a cada 50 mil quilômetros, dependendo do uso do veículo.

Agora que você sabe mais sobre o óleo da marcha do motor do seu carro manual, dê uma olhada se está tudo certo e pé na estrada!

 

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Sonda lambda: o que é e como funciona

blog_dispemec_031_sondalambda

Você já ouviu falar da sonda lambda? Peça importantíssima do carro, a sonda lambda, na verdade, é um sensor que fica  no escapamento do carro e serve para medir a quantidade de oxigênio restante da queima de combustível. Ela é muito importante porque existe uma quantidade ideal de oxigênio e combustível para o seu carro funcionar na sua melhor performance.

Relação ideal entre oxigênio e combustível

Gasolina: 14,7 partes de ar para 01 de gasolina

Álcool: 9 partes de ar para 01 de álcool

Diesel: 15,2 partes de ar para 01 de Diesel

Se o nível de oxigênio estiver acima do indicado na tabela para cada tipo de combustível, dizemos que a mistura está pobre. A sonda, então, manda um sinal para o módulo que vai enriquecer a mistura, ou seja, enviar mais combustível.

Por outro lado, se o nível de oxigênio estiver abaixo do indicado na tabela, dizemos que a mistura está muito rica. Essa informação vai para o módulo e então ele manda menos combustível para a queima, até chegar no ponto ideal.

Um problema comum é a sonda lambda indicar algum problema que não necessariamente indique que a própria sonda está com defeito. Na verdade, a sonda fica no final de uma cadeia da qual participam diversas peças e sensores. Se um desses sensores apresentar algum defeito, a sonda vai indicar que o processo está apresentando problema. Infelizmente, alguns mecânicos detectam essa informação e já mandam trocar a sonda, quando na verdade é uma outra parte do motor que está apresentando problemas. Fique atento para isso não acontecer com você! Antes de trocar a sonda é preciso fazer um diagnóstico completo no motor, pois essa alteração pode vir de outros sensores ou até mesmo indicar que o combustível utilizado é de má qualidade.

Quer saber mais sobre a sonda lambda? Confira nos vídeos do Mecânica Fácil!

 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Entenda as siglas das embalagens de óleo.

oleo-lubrificante

O óleo lubrificante tem uma função importantíssima no motor dos veículos. Como o nome já diz, ele tem a óbvia função de lubrificar o motor, ajudar na manutenção da limpeza das peças e evitar que as partes metálicas do motor entrem em contato.

Por isso, é importante saber qual é a hora de trocar e qual é o lubrificante mais apropriado para o seu veículo.

Na hora de comprar pode surgir uma dúvida, afinal, o que significam todas aquelas letras nas embalagens? É o que iremos esclarecer neste post pra você.

Primeiramente, toda embalagem tem uma das seguintes siglas: SAE, API, ACEA, JASO, NMMA.
Essas siglas são de entidades internacionais que são responsáveis pela elaboração de normas (baseadas em testes específicos) para a classificação dos lubrificantes, de acordo com seu uso, sendo que apenas SAE, API e ACEA importam para os donos de carros.

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