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Conheça os benefícios do condicionador de metais

blog dispemec

Com o tempo, as peças metálicas do carro sofrem desgastes e causam prejuízos para o seu bolso. Uma boa solução é investir em medida preventivas, como o uso do condicionador de metais.

Sua principal função é potencializar o efeito dos lubrificantes e diminuir o impacto de uma peça com a outra – o que, consequentemente, aumenta a vida útil de cada uma.

Quer saber mais? Confira abaixo quais as vantagens de usar o condicionador de metais no seu veículo e aprenda como usá-lo:

Quais os benefícios?

  • Além dos atritos, diminui ruídos e vibrações, já que a lubrificação se torna mais potente
  • As peças precisam usar menos força para funcionarem, o que reduz o consumo de combustíveis
  • Facilita as partidas a frio, pois as peças passam a ter mais agilidade
  • Diminui a emissão de gases poluentes

Como usar o condicionador no carro?

O condicionador de metais deve ser usado junto com os lubrificantes ou com o óleo, ele não substitui nenhum fluido, é apenas um componente extra. Sua aplicação, geralmente, é feita a cada duas trocas de óleo, mas é importante ler as indicações de uso e pedir auxílio para um mecânico.

Ele pode ser usado apenas no motor?

Apesar de ser destinado para as peças de metal que sofrem atrito e a maioria estar presente no motor, existem diferentes tipos de condicionador. Então, antes da compra, leia o rótulo e certifique-se se ele é indicado apenas para o motor ou se podem ser usados em outros sistemas.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Como modificar o carro sem infringir as leis

TUNING

A modificação de carros, conhecida como tuning, é uma ótima alternativa para quem quer um carro com estilo único e personalizado.

Mas, para fazer qualquer alteração em um veículo, é preciso seguir a lei, para garantir a segurança do motorista e dos passageiros. Confira os passos para modificar seu carro dentro da lei:

1 – Autorização prévia

Depois de decidir quais as modificações serão feitas, é preciso pedir uma autorização para o Detran. Isso mesmo, diferente do que muitas pessoas fazem, o pedido precisa ser solicitado antes de mexer no carro e não depois.

O Detran analisa o pedido para ter certeza que está tudo dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro. Se for autorizado, será emitido um documento que prova a permissão para o motorista andar com o carro, até ser aprovado pela vistoria. Mas se não for, as alterações no veículo precisarão ser adequadas as leis e um novo pedido deverá ser feito.

2- Selo Inmetro

Após conseguir a autorização do Detran, o segundo passo é fazer a inspeção do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que é o órgão responsável por analisar e garantir a qualidade e segurança de produtos de diversos segmentos. São inspecionados pneus, estepes, chaves de rodas e até a potência do motor.

Caso o veículo seja reprovado, o motorista recebe um relatório com tudo o que deve ser arrumado e tem até 30 dias para realizar as correções e refazer a inspeção, sem que nenhuma taxa seja cobrada.

3- Vistoria de identificação

O último passo é fazer uma vistoria de identificação veicular, para identificar a regularidade de todos os itens alterados. O laudo da vistoria precisa ser levado ao Detran para que o documento de autorização final  seja emitido.

As únicas modificações que não precisam de autorização legal são as de roda e pneu. Fazer alterações no carro sem ter autorização prévia pode gerar multas (que variam de acordo com cada alteração) e na apreensão do veículo.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Novo aplicativo promete avaliar problemas mecânicos do carro

blog dispemec

A tecnologia está dominando diversos setores e com o universo automotivo não seria diferente. O aplicativo Engie chegou ao Brasil, no fim de 2017, e promete ser um “mecânico virtual”.

A empresa desenvolvedora do app, a mesma que criadora do Waze, conta que o objetivo é identificar o problema mecânico, antes do veículo ser levado para uma avaliação real.

Mas, apesar das facilidades que o aplicativo oferece, serviços digitais de mecânica automotiva ainda geram muita discussão, por não realizarem uma revisão tão completa e segura quando das oficinas mecânicas.

Segundo Helinho, apresentador do canal Mecânica Fácil e dono da oficina HelioCar, o surgimento de aplicativos podem trazer resultados positivo, se forem usados com cautela, já que, em muitos casos, o escaneamento não é suficiente para detectar todo o problema.

“Ao achar que identificou o problema com o aplicativo, o cliente chega na oficina mecânica pedindo para trocar determinada peça, que pode não ser a causa real desse defeito, mas apenas um componente afetado por ele. Isso faz com que o motorista perca dinheiro e o trabalho tenha que ser refeito. Então, todo cuidado é pouco e o auxílio de um mecânico automotivo é indispensável” explica o profissional.

O aplicativo já está sendo usado por mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, México e Israel. No Brasil, o Engie já está disponível nas lojas virtuais gratuitamente.

Para ter o funcionamento completo do aplicativo, é preciso comprar o dispositivo de escaneamento, que fica disponível dentro do próprio app e sai por R$59 para os celulares Android e R$79 para IOS – sem incluir o frete.

Como funciona?

O Engie é conectado ao aparelho de escaneamento, que é ligado à porta OBDII do veículo, a mesma entrada onde é ligado o scanner dos mecânicos. Ele se conecta a central de gerenciamento eletrônico do carro e tem acesso ao diagnóstico de diversos componentes, depois transmite as informações captadas para o aplicativo, via Bluetooth.

Depois de constatar o problema, ele ainda permite que o usuário localize as oficinas mecânicas mais próximas, além de cotar preços dos serviços necessários para seu veículo e permitir ver e fazer avaliações das oficinas.

Mas não esqueça que até para conectar o aparelho scanner na entrada OBDII do seu carro, é preciso ter noções de mecânica para não danificar nenhum componente ou fazer uma avaliação errada.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Dicas básicas para motoristas iniciantes

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Durante o processo para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), os futuros condutores aprendem sobre as normas de trânsito. Mas não pense que é só isso que você precisa saber para dirigir!

É essencial que você saiba como cuidar do seu veículo, para ter mais segurança durante seus trajetos e para prolongar a vida útil dos sistemas do carro. Veja nossas dicas e fique atento a esses itens:

Óleo do motor

Não é apenas de combustível que um veículo sobrevive! O óleo é responsável por manter os movimentos corretos e a temperatura do motor, por isso deve ser verificado com frequência. Nos modelos mais novos, é indicado que o óleo seja trocado a cada 10 mil quilômetros rodados, mas isso depende do modelo, ano e uso de cada veículo.

Também é muito importante usar o óleo certo para o seu carro, cada tipo possui diferentes propriedades e nível de viscosidade – essa informação pode ser encontrada no manual do motorista, que vem junto com o carro.

Aditivo do radiador

Os carros funcionam com a queima do combustível e isso faz com que o motor atinja temperaturas altas. Para ajudar a controlar essas temperaturas e não deixar com que o motor fique superaquecido, mantenha os aditivos do radiador em dia.

Além do aditivo recomendado pela montadora (também disponível no manual do motorista), o sistema de arrefecimento necessita de água. Um erro muito comum é colocar apenas água no radiador, o que pode prejudicar muito o motor. O certo é usar 50% de água e 50% de aditivo, não se esqueça!

Modificações

A maioria dos motoristas quer ter um carro bonito e para atingir esse objetivo as modificações são procuradas. Preste muita atenção em cada detalhe antes de realizar qualquer mudança interna ou externa, pois não basta ser  “bonito”, cada peça deve ter as especificações corretas para o seu carro.

Por exemplo, se for trocar as rodas, use o tamanho certo, rodas menores ou maiores podem ocasionar acidentes graves por não encaixarem direito. Para o sistema de som essa regra também vale, não compre um sistema que precisa de mais energia do que o seu carro pode oferecer.

Revisão

Outro item que precisa ser lembrado pelos novos motoristas são as revisões. Assim como você vai no médico para fazer um “check up” e garantir sua saúde, o carro também precisa de atenção para evitar possíveis danos e não só quando aparece algum problema.

Pronto, agora você já sabe para quais itens dar atenção e manter a mecânica do seu veículo!

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Conheça as diferenças entre motor longitudinal e transversal

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De alguns anos para cá, o mercado automotivo precisou evoluir drasticamente, não só para agradar os motoristas, mas também para atender as necessidades do planeta.

E é claro que o coração do carro não poderia ficar de fora desta! Os motores passaram por muitas mudanças e a mais significativa foi o seu formato.

Lembra dos carros fabricados entre os anos 80 e 90, com longos capôs? Eles não eram assim só por causa do estilo, mas, principalmente, por conta dos enormes motores longitudinais. Hoje a maioria das montadoras produz apenas motores transversais. Conheça as características de cada um e seu funcionamento.

Motores longitudinais

Esse modelo fica alinhado ao comprimento do carro, ou seja, seus propulsores são instalados longitudinalmente. São muito comuns em veículos que possuem motor e tração traseira, o que não impede de ser instalado em um carro de com tração dianteira, mas são raros os casos.

O problema dos longitudinais é que necessitam de muito combustível para funcionarem – sim, esse é o motivo dos carros antigos “beberem” bem mais –  e acabam sendo um vilão para o meio ambiente, por isso estão sendo produzidos em menor escala.

Motores transversais

Os motores transversais são a nova aposta do mercado automotivo, pois são posicionados paralelo ao comprimento do carro e paralelo aos eixos das rodas, o que traz mais leveza ao dirigir.

Diferente dos longitudinais, precisam de bem menos combustível para rodar, o que torna os transversais mais sustentáveis. Por ser menor, também possibilita que o design do capô seja menor e melhor trabalhado pelos designers.

Mas é claro que o consumo de combustível, a velocidade e força também dependem das montadoras, então verifique as características principais do motor do carro que deseja comprar.

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Como identificar válvulas desreguladas no seu carro

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As válvulas são peças essenciais para o funcionamento do carro, pois são elas que permitem a entrada e saída de ar do motor.

Existem dois grupos dessa peça: as válvulas de admissão, responsáveis por puxar o ar para dentro do motor e as válvulas de escape, que fazem os gases acumulados saírem.

Antes das válvulas de admissão abrirem para permitir a passagem do ar, as válvulas de escape precisam fechar, ou seja, elas devem funcionar em perfeita sincronia. Mas, muitas vezes, os motoristas não percebem quando esse processo está desregulado e isso acaba prejudicando todo motor.

Quer saber como identificar possíveis falhas no funcionamento das válvulas? Confira nossas dicas e proteja o seu veículo!

Ruídos estranhos

Fique atento aos sons do seu carro, eles são o sinal mais óbvio de que há algo errado. Pequenos ruídos podem significar que a válvulas precisa de ajustes, como apertar peças frouxas. Se o barulho é forte, o problema pode ser mais grave. Mas, independente do caso, o carro precisa ser levado imediatamente até um mecânico.

Fumaça saindo do motor

Deu a partida e saiu fumaça do motor? Geralmente esse é o sinal do seu veículo de que as vedações das válvulas estão desgastadas e, provavelmente, permitiram que o excesso de óleo passasse pelo local errado.

Perda de potência

Válvulas desreguladas afetam o funcionamento de todos os sistemas presentes no motor, o que faz o veículo apresentar perda de potência. Muitas outras situações podem causar diminuição da potência, mas se isso vier junto com os ruídos, as chances de serem as válvulas são bem grandes.

Aquecimento repentino do motor

Como são responsáveis pela saída e entrada de ar, essa peça também ajuda a regular a temperatura do motor. Então pequenas falhas já  podem gerar aquecimento repentino e, consequentemente, aumento no uso do combustível.

É claro que a análise final deve ser sempre feita por um profissional, mas com alguns cuidados e um pouco de atenção você pode evitar problemas futuros e gastos desnecessários.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


5 modificações que podem melhorar o desempenho do motor

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Quando pensamos em aumentar a potência do motor de um veículo, a primeira coisa que vem a cabeça é adicionar um turbocompressor.

Essa peça realmente faz muito diferença no desempenho do motor, mas existem outras modificações que podem aumentar a qualidade de rotação das peças. Confira algumas delas!

Troca dos componentes do sistema de ignição

A troca dos injetores e da bomba de combustível melhora o fluxo de pulverização do líquido que fica na câmara de combustão – responsável por fazer o motor funcionar. Isso acontece pois essa modificação ajuda a misturar o ar e o combustível, tornando a combustão mais eficiente.

Filtros esportivos

Além de trocar os componentes de ignição, você também pode optar por colocar filtros esportivos no seu carro. Eles diminuem a resistência da passagem do ar na admissão do motor. O ganho de potência com essa modificação não é grande, pode chegar até cinco cavalos, mas em conjunto com outras mudanças, fazem muita diferença.

Escapamento esportivo

O escapamento esportivo tem como função diminuir a resistência da saída dos gases de escape, o que pode aumentar em até 15% o rendimento do motor. Muitos veículos já possuem o escapamento esportivo de fábrica, para garantir o rendimento natural do motor.

Pistões e bielas de liga nobre

Para quem irá optar em colocar o turbo no motor, a troca dos pistões e das bielas por modelos nobres, é necessária. Eles são mais leves do que os modelos originais e aumentam muito a carga sobre os outros componentes do motor.

Virabrequim com alta resistência

Assim como os pistões e as bielas nobres, o virabrequim com alta resistência é mais leve e forte do que os originais. Isso traz um bom ganho de potência, pois essa peça é uma das que mais recebe pressão durante o funcionamento do veículo.

O virabrequim é responsável por levar o fluxo de potência para a saída do motor e para a entrada da transmissão. E uma peça mais com maior resistência ajuda a diminuir as perdas mecânicas durante esse processo.

Não se esquece de que todas essas alterações são muito complexas em relação a outros serviços. Por isso, devem ser feitas por um profissional da área mecânica. Assim você evita futuros problemas e terá maior garantia do serviço.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Tudo o que você deve saber sobre embreagem

Tudo sobre embreagem

A embreagem é a peça responsável por transferir a força gerada pelo motor para a caixa de câmbio e para os outros componentes do sistema de transmissão do veículo.

Também é sua função filtrar as vibrações geradas pelo motor em movimento e ajudar a diminuir o desgaste dos itens de transmissão.

Isso significa que a embreagem é fundamental para que o funcionamento do carro seja perfeito. Mas para isso, é necessário tomar alguns cuidados, pois as boas ou más condições da peça estão diretamente ligadas aos hábitos do motorista. Confira essas dicas:

Ponto morto

Ao parar no semáforo ou em congestionamento, coloque no ponto morto e solte a embreagem. Deixar o pé no pedal, mesmo que parado, faz com que haja um desgaste desnecessário da embreagem.

Ao dar a partida

Para dar a partida no carro, pise no acelerador e ao mesmo tempo solte a embreagem. Esse movimento precisa ser sincronizado, pois fazer isso separadamente ou de maneira brusca prejudicam diretamente o motor.

Mudança de marcha

Para mudar a marcha é necessário pisar na embreagem até o final, pisar apenas até uma parte faz com que ela seja gasta com mais facilidade.

É recomendado que seja feita revisões com frequência, para evitar problemas futuros. Caso você não esteja acostumado a fazer a revisão e perceber rangidos no carro, trepidações ou dificuldades de engate, leve imediatamente para que um mecânico faça uma avaliação. Saiba mais no vídeo abaixo:

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 

 


É preciso esquentar o motor antes de sair no frio? Descubra!

Esquentar o motor

O frio chegou! E mesmo que seja mais difícil sair da cama, as atividades do dia a dia continuam. Então, você levanta e entra de manhã no carro, gira a chave e ele não pega.

A primeira coisa que você pensa é se deveria ter esquentado o motor antes. Chegou a hora de tirar essa dúvida e saber os cuidados necessários durante as baixas temperaturas.

Existe um grande tabu sobre esquentar ou não o motor,  mas isso realmente é bom para o veículo durante as estações de frio. Isso acontece, pois as engrenagens e sistemas necessitam de mais energia para funcionar no frio, o que exige mais esforço do motor. Então, se ele for aquecido, irá trabalhar melhor durante todo o trajeto.

É preciso lembrar apenas que essa prática – muitas vezes necessária – deve ser feita em conjunto com outros cuidados. Se você esquecer de esquentar o motor e o carro não pegar de primeira, não tente repetidamente. Dar a partida diversas vezes irá danificar as velas e causar um grande prejuízo.

Deixe o veículo esquentando por pelo menos 15 minutos, esse é o tempo suficiente para repor a energia para dar a partida. Vale também desligar todos os componentes elétricos, como o ar condicionado e o rádio, assim a bateria não continua fornecendo mais energia do que deve.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


A importância da troca de água para o motor

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Todos os veículos que funcionam a base de de gasolina ou etanol, geram energia a partir da combustão desses combustíveis. O que faz com que o carro necessite ser refrigerado e esse papel é atribuído a água do reservatório do radiador. Por isso é essencial ficar atento ao nível da água para evitar possíveis problemas e até a perda do motor. Mas como saber quando abastecer o reservatório?

O radiador possui como função, fazer a troca da água já aquecida, com o ar do local. Isso faz com que o motor se mantenha no nível ideal de temperatura. Geralmente os motores funcionam entre 115ºC e 135ºC e se passar desse nível de aquecimento, os problemas podem afetar todo o veículo.

E para manter o equilíbrio, é comum usar um aditivo junto com a água, chamado de líquido de arrefecimento. Essa mistura faz com que o ponto de ebulição aumente, permitindo atingir temperaturas mais altas sem prejudicar o funcionamento do motor.

Os carros de hoje em dia, possuem tecnologia suficiente para dar sinais mais claros de algo está errado. O cuidado mais simples é ficar sempre atento às luzes do painel, que irão sinalizar rapidamente  um possível superaquecimento. O ideal é fazer a troca do líquido a cada 30 mil quilômetros rodados ou a cada um ano.

Fique atento para não encher demais o reservatório, deixe sempre, pelo menos, três centímetros da borda. Mas se não souber exatamente qual aditivo misturar ou como colocar o líquido no reservatório, procure um mecânico para não correr riscos.

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com