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Recalls em alta: entenda como funcionam

recalls

O número de veículos com defeitos de fabricação, convocados para os recalls, teve um aumento significativo no ano passado.

Segundo dados do Procon, em 2016 foram chamados cerca de 1,5 milhões de carros. Já em 2017, o número subiu para 1.853.984, um novo recorde desde 2015, quando 2,7 milhões de carros foram convocados para o megarecall mundial de airbags.

Apesar dos recalls serem cada vez mais comuns, ainda geram muitas dúvidas nos consumidores. Conheça os detalhes sobre essas solicitações das montadoras e esteja preparado caso o seu carro seja chamado:

O que é um recall?

Como o nome sugere, é a chamada de uma linha ou lote de carros, que apresentam defeitos de fabricação. Os recalls são procedimentos previstos pelo Código de Defesa do Consumidor, que garante a responsabilidade das montadoras de arrumar as falhas, para que elas não causem nenhum acidente.

Como funcionam?

Ao entender qual é o defeito, a montadora tem a obrigação de iniciar uma campanha para informar os proprietários e convocar os veículos. Depois disso, os motoristas precisam levar o carro até o local indicado, para que todos os reparos necessários sejam feitos gratuitamente.

É importante lembrar que, mesmo que o período de campanha do recall tenha passado, os carros chamados podem e devem ser atendidos pela montadoras ou oficinas autorizadas, sem nenhuma cobrança extra.

Para saber se o seu veículo foi chamado para algum recall, basta entrar no site do Denatran, se cadastrar, clicar em “Consultar Recall” e fornecer o número do chassi.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Como modificar o carro sem infringir as leis

TUNING

A modificação de carros, conhecida como tuning, é uma ótima alternativa para quem quer um carro com estilo único e personalizado.

Mas, para fazer qualquer alteração em um veículo, é preciso seguir a lei, para garantir a segurança do motorista e dos passageiros. Confira os passos para modificar seu carro dentro da lei:

1 – Autorização prévia

Depois de decidir quais as modificações serão feitas, é preciso pedir uma autorização para o Detran. Isso mesmo, diferente do que muitas pessoas fazem, o pedido precisa ser solicitado antes de mexer no carro e não depois.

O Detran analisa o pedido para ter certeza que está tudo dentro das normas do Código de Trânsito Brasileiro. Se for autorizado, será emitido um documento que prova a permissão para o motorista andar com o carro, até ser aprovado pela vistoria. Mas se não for, as alterações no veículo precisarão ser adequadas as leis e um novo pedido deverá ser feito.

2- Selo Inmetro

Após conseguir a autorização do Detran, o segundo passo é fazer a inspeção do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que é o órgão responsável por analisar e garantir a qualidade e segurança de produtos de diversos segmentos. São inspecionados pneus, estepes, chaves de rodas e até a potência do motor.

Caso o veículo seja reprovado, o motorista recebe um relatório com tudo o que deve ser arrumado e tem até 30 dias para realizar as correções e refazer a inspeção, sem que nenhuma taxa seja cobrada.

3- Vistoria de identificação

O último passo é fazer uma vistoria de identificação veicular, para identificar a regularidade de todos os itens alterados. O laudo da vistoria precisa ser levado ao Detran para que o documento de autorização final  seja emitido.

As únicas modificações que não precisam de autorização legal são as de roda e pneu. Fazer alterações no carro sem ter autorização prévia pode gerar multas (que variam de acordo com cada alteração) e na apreensão do veículo.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Novo aplicativo promete avaliar problemas mecânicos do carro

blog dispemec

A tecnologia está dominando diversos setores e com o universo automotivo não seria diferente. O aplicativo Engie chegou ao Brasil, no fim de 2017, e promete ser um “mecânico virtual”.

A empresa desenvolvedora do app, a mesma que criadora do Waze, conta que o objetivo é identificar o problema mecânico, antes do veículo ser levado para uma avaliação real.

Mas, apesar das facilidades que o aplicativo oferece, serviços digitais de mecânica automotiva ainda geram muita discussão, por não realizarem uma revisão tão completa e segura quando das oficinas mecânicas.

Segundo Helinho, apresentador do canal Mecânica Fácil e dono da oficina HelioCar, o surgimento de aplicativos podem trazer resultados positivo, se forem usados com cautela, já que, em muitos casos, o escaneamento não é suficiente para detectar todo o problema.

“Ao achar que identificou o problema com o aplicativo, o cliente chega na oficina mecânica pedindo para trocar determinada peça, que pode não ser a causa real desse defeito, mas apenas um componente afetado por ele. Isso faz com que o motorista perca dinheiro e o trabalho tenha que ser refeito. Então, todo cuidado é pouco e o auxílio de um mecânico automotivo é indispensável” explica o profissional.

O aplicativo já está sendo usado por mais de 200 mil pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, México e Israel. No Brasil, o Engie já está disponível nas lojas virtuais gratuitamente.

Para ter o funcionamento completo do aplicativo, é preciso comprar o dispositivo de escaneamento, que fica disponível dentro do próprio app e sai por R$59 para os celulares Android e R$79 para IOS – sem incluir o frete.

Como funciona?

O Engie é conectado ao aparelho de escaneamento, que é ligado à porta OBDII do veículo, a mesma entrada onde é ligado o scanner dos mecânicos. Ele se conecta a central de gerenciamento eletrônico do carro e tem acesso ao diagnóstico de diversos componentes, depois transmite as informações captadas para o aplicativo, via Bluetooth.

Depois de constatar o problema, ele ainda permite que o usuário localize as oficinas mecânicas mais próximas, além de cotar preços dos serviços necessários para seu veículo e permitir ver e fazer avaliações das oficinas.

Mas não esqueça que até para conectar o aparelho scanner na entrada OBDII do seu carro, é preciso ter noções de mecânica para não danificar nenhum componente ou fazer uma avaliação errada.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Dicas básicas para motoristas iniciantes

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Durante o processo para tirar a CNH (Carteira Nacional de Habilitação), os futuros condutores aprendem sobre as normas de trânsito. Mas não pense que é só isso que você precisa saber para dirigir!

É essencial que você saiba como cuidar do seu veículo, para ter mais segurança durante seus trajetos e para prolongar a vida útil dos sistemas do carro. Veja nossas dicas e fique atento a esses itens:

Óleo do motor

Não é apenas de combustível que um veículo sobrevive! O óleo é responsável por manter os movimentos corretos e a temperatura do motor, por isso deve ser verificado com frequência. Nos modelos mais novos, é indicado que o óleo seja trocado a cada 10 mil quilômetros rodados, mas isso depende do modelo, ano e uso de cada veículo.

Também é muito importante usar o óleo certo para o seu carro, cada tipo possui diferentes propriedades e nível de viscosidade – essa informação pode ser encontrada no manual do motorista, que vem junto com o carro.

Aditivo do radiador

Os carros funcionam com a queima do combustível e isso faz com que o motor atinja temperaturas altas. Para ajudar a controlar essas temperaturas e não deixar com que o motor fique superaquecido, mantenha os aditivos do radiador em dia.

Além do aditivo recomendado pela montadora (também disponível no manual do motorista), o sistema de arrefecimento necessita de água. Um erro muito comum é colocar apenas água no radiador, o que pode prejudicar muito o motor. O certo é usar 50% de água e 50% de aditivo, não se esqueça!

Modificações

A maioria dos motoristas quer ter um carro bonito e para atingir esse objetivo as modificações são procuradas. Preste muita atenção em cada detalhe antes de realizar qualquer mudança interna ou externa, pois não basta ser  “bonito”, cada peça deve ter as especificações corretas para o seu carro.

Por exemplo, se for trocar as rodas, use o tamanho certo, rodas menores ou maiores podem ocasionar acidentes graves por não encaixarem direito. Para o sistema de som essa regra também vale, não compre um sistema que precisa de mais energia do que o seu carro pode oferecer.

Revisão

Outro item que precisa ser lembrado pelos novos motoristas são as revisões. Assim como você vai no médico para fazer um “check up” e garantir sua saúde, o carro também precisa de atenção para evitar possíveis danos e não só quando aparece algum problema.

Pronto, agora você já sabe para quais itens dar atenção e manter a mecânica do seu veículo!

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com