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Conheça a história do apresentador do canal Mecânica Fácil

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O Mecânica Fácil tornou-se um grande sucesso do YouTube e conquistou mais de 25 mil seguidores. E um dos segredos do canal é a maneira simples e didática de ensinar a arte da automecânica, trabalho nada fácil realizado por profissionais como Hélio Henrique da Silva, proprietário da HelioCar e um dos apresentadores dos vídeos do canal. Conheça um pouco mais sobre a história e saiba as dicas que Helinho deu durante um bate papo com a equipe do Dispenews.

 

Como você resolveu abrir sua primeira oficina mecânica?

 

Hélinho: Eu estava muito bem em uma concessionária, onde comecei como aprendiz de

 

mecânico aos 14 anos. Depois de chegar a mecânico e ter conquistado vários prêmios e certificações, fui promovido a chefe de Oficina. Fora do meu horário de trabalho, eu já fazia preparações de motores e suspensão, mas não imaginava montar uma oficina. Mas depois de mais de 15 anos de serviço, a empresa fechou. E foi aí que nasceu a Oficina Heliocar, que este ano completa 15 anos de muita dedicação.

 

O que você mais gosta na sua profissão?

 

Hélinho: A satisfação de realizar trabalhos que trazem satisfação aos clientes, sentir a confiança que eles depositam em nossa empresa e também participar da formação de vários profissionais ao longo desses anos, alguns que também tem a própria oficina, isso me traz  muita alegria.

 

Qual é o maior desafio de apresentar o Mecânica Fácil?

 

Hélinho: O maior desafio é sempre levar informações que possam realmente ajudar. Eu também procuro me aprofundar sempre mais nos assuntos de cada pauta, pois este canal representa uma empresa muito séria que é a Dispemec.

Quais os desafios de gerenciar uma mecânica de sucesso?

 

Hélinho: São vários, entre eles conseguir que a equipe entenda a importância de realizar um trabalho com excelência e que nosso cliente é nosso bem mais precioso e que não devemos permitir que nossos clientes saiam com qualquer dúvida sobre o trabalho que executamos.

 

Quais são seus planos profissionais para o futuro?

 

Hélinho: Tenho o desejo de ter uma oficina padrão e criar uma empresa com procedimentos e normas que possam ajudar outras oficinas que querem fazer o mesmo, pois a desorganização atrapalha muito o dia a dia.

 

Quais dicas você dá para quem quer abrir uma mecânica?

 

Hélinho: Buscar conhecimentos na área técnica e também de gerenciamento, pois a experiência que tivemos mostra que conhecimento técnico traz crescimento. Mas se não tiver uma boa gestão na área de finanças pode gerar problemas futuros que devemos evitar. O principal de tudo é ser correto, honesto, transparente com seus clientes, funcionários e fornecedores. Isto faz toda a diferença.

 

Gostou da entrevista? Para ter mais dicas entre no canal do Mecânica Fácil. 

 

Um abraço e até a próxima!

 

Equipe Dispemec.com


Mecânicos e reparadores de veículos: como aproveitar melhor as oportunidades em tempos de crise

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Há um tempinho, falamos aqui no blog, neste outro post, sobre a crise econômica, se ela afetou ou não as oficinas mecânicas e a realidade é que não: a crise até impulsionou os negócios.
Mas claro, isso apenas para aqueles que compreenderam que para se destacar no mercado é preciso dar atenção para o ambiente, ter uma oficina organizada, limpa, padronizada, investir em treinamentos para a equipe, na qualidade do serviço e atendimento.

O principal fato para que mecânicos e reparadores se preparem para o aumento da demanda de serviço, é que com a crise, a aquisição de carros 0 km caiu, e muito. Fazendo com que os consumidores optem por comprar carros usados, que geralmente já precisam de alguns reparos no estofado, lataria e até revisões e trocas de peças mecânicas.
Além dos compradores de carros usados ou seminovos, há também os vendedores, seja por meio de lojas ou venda particular. Quem deseja vender o carro, normalmente dá um trato no possante antes, até para deixar o valor mais próximo da tabela e também para não perder para a concorrência. Inclusive, já falamos sobre isso aqui também, vale conferir esse post, e ver as oportunidades de reparos para quem vai vender o veículo.

Agora, vamos falar das melhorias necessárias pra sua oficina abraçar essas oportunidade e aumentar o lucro?

– Cuide da organização, do planejamento e das finanças da sua oficina
A base de todo o sucesso está aí, então invista um tempo pra isso. Se for preciso, peça a ajuda de algum amigo ou até do próprio SEBRAE. Pra isso, temos algumas dicas valiosas neste post sobre gestão de oficinas mecânicas.

– Dê atenção ao marketing da sua oficina
Cuidar do marketing da sua empresa vai muito além de pensar em estratégias de promoção, preços, planos e descontos. Está no cuidado com o ambiente, com os clientes, a qualidade do atendimento. Veja aqui mais dicas para cuidar da gestão de marketing da sua oficina.

– Economize com atitudes sustentáveis
Reutilizando itens como pneus velhos e descartados e fazendo a coleta seletiva dos materiais recicláveis, além de economizar você ainda ajuda o meio ambiente e cresce no conceito dos clientes.
Neste outro post, sobre gestão e sustentabilidade, damos dicas do que é possível fazer. Leia também esse post sobre como economizar água na oficina.

Ah, tem outras dicas no bate-papo que o Mecânica Fácil, nosso canal no YouTube, teve com o consultor de gestão organizacional Rogério Giacometti falando mais sobre o cenário econômico de 2016 para as oficinas mecânicas e como fazer deste ano, um ano de oportunidades e não de crise. Confira:

 

São atitudes que podem dar um pouco mais de trabalho e exigir mais tempo e dedicação do que você esperava, mas com certeza são melhorias que farão a sua oficina se destacar das demais e aproveitar as oportunidades, mesmo em tempos de crise.

Sucesso e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Revisão preventiva de fim de ano no seu carro

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Fim de ano combina com pé na estrada, e isso exige cuidados extras no carro, para garantir a segurança dos ocupantes.  Por isso, não se esqueça de fazer uma revisão preventiva, ainda que o veículo tenha saído há pouco da oficina. Pra facilitar a sua vida, fizemos uma lista com os principais componentes que precisam ser verificados. Mas atenção: não deixe para a véspera, pois nem sempre é possível providenciar a troca ou conserto de uma peça de um dia para o outro.

Comece pelas rodas e pneus. Verifique se há amassados nas rodas, que podem murchar os pneus. Nesse caso, um borracheiro dá conta do recado. Se houver trincas, é preciso providenciar a substituição da peça. Não adianta tentar consertar, hein! A roda trincada pode se soltar com o carro em movimento e fazer o motorista perder a direção, causando graves acidentes.

Aproveite para fazer o alinhamento e o balanceamento dos pneus e, para ficar no acostamento o menos tempo possível e em segurança, verifique se a chave de roda, o macaco e o triângulo estão funcionando perfeitamente. Por fim, não se esqueça de calibrar os pneus. A pressão costuma precisar de adequação durante as viagens, de acordo com o peso da bagagem e o número de passageiros. Ah, verifique também as condições do estepe e troque se houver bolhas. Nessas condições, o pneu pode fazer estourar durante o trajeto.

Óleos, combustível e outros fluidos
O motor é exigido mais na estrada que na cidade. Por isso, verifique o nível e a validade do:
– líquido de arrefecimento
– óleo do motor e transmissão
fluido de freio
– fluido da direção hidráulica
– fluido da embreagem
– nível do combustível do reservatório de partida a frio (carros flex)

Atenção: se a data de validade desses fluidos estiver próxima do vencimento, é melhor fazer a troca antes da viagem, ok? Também vale a pena verificar se não há vazamentos.

Faróis, lanternas e piscas também devem ser verificados e, caso algum não esteja funcionando perfeitamente, a troca deve ser realizada o mais rápido possível. Esse bom funcionamento e, ainda, o uso correto desses itens podem parecer detalhes sem importância, até pela pequenez das peças, mas uma pesquisa norte-americana concluiu, por exemplo, que o uso de farol baixo ligado durante o dia reduz em 12% os acidentes envolvendo pedestres e ciclistas e em 5% as colisões entre veículos.
Por outro lado, só use o farol alto em vias sem iluminação pública e diminua a intensidade da luz ao cruzar com outro veículo na direção contrária.

A correta higienização dos vidros também está na lista da revisão preventiva, pois a sujeira faz a luz refletir e dificulta a visão. Cheque, ainda, o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas – se estiverem ressecadas demais, não vão fazer o adequado escoamento da água.
Caso o carro não tenha desembaçador de vidros, vale a pena levar um pano e líquido desembaçante.

Por fim, mas não menos importante, não ignore ruídos ou rangidos. Mesmo se o carro tiver acabado de passar pela revisão programada, vá a uma oficina e verifique de onde vem o problema, que pode estar na suspensão. Isso gera problemas de instabilidade no carro e, consequentemente, pode causar acidentes.

É surpreendente como detalhes fazem toda a diferença na hora de garantir a sua segurança e de toda a família. Compartilhe-os com seus amigos e, se tiver mais alguma dica (ou dúvida), escreva pra gente aqui nos comentários.

 

Até a próxima!

Equipe Dispemec


Conheça alguns tipos de graxa e pra que servem

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Chega aquele momento em que você precisa de graxa para o carro ou pra moto, mas não faz ideia de qual comprar e como escolher a mais adequada. Então, a gente vai te ajudar.
Mas, antes de saber mais sobre alguns tipos de graxas, vamos entender o que é. Trata-se de um lubrificante à base de óleo e engrossado com componentes orgânicos e inorgânicos para dar a espessura necessária para a graxa, que geralmente é usada onde não é apropriado o uso de lubrificante líquido.

Os objetivos da utilização das graxas são:

– Redução do desgaste e atrito das peças
– Proteção contra ferrugem
– Diminuição dos ruídos e vibrações
– Vedação contra sujeira e água

Para saber qual graxa é melhor para o seu veículo, é sempre bom conferir se as especificações das peças são compatíveis com a informação da embalagem.
Pra te dar uma mão, vamos falar um pouco sobre alguns tipos:

Graxa branca de spray
graxa de spray da Onix é mais usada para proteger as peças e eliminar ruídos.

Graxa de múltiplas aplicações
graxa do tipo NLGI 2, da Marfak, é recomendada para lubrificação de rolamentos dos automóveis, equipamentos agrícolas e industriais. É considerada múltipla por sua usabilidade em diferentes peças e por ter boa resistência à lavagem por água.

Graxa de sabão de lítio
Tem um elevado percentual de lubrificantes sólidos em combinação com outros aditivos de extrema pressão. Tem bom desempenho tanto com carga elevada e velocidade alta, quanto com carga baixa e velocidade reduzida.
Geralmente, serve para uso múltiplo em veículos, para rolamentos, peças universais, cubos de roda e pinos. Na loja online da Dispemec, há três opções: LubraxMolykote e Molytour, que é branca e com aditivo contra corrosão e oxidação.

Graxa para altas rotações
Molysil tem uma graxa em spray especial para correntes que funcionam em altas rotações, como correntes de transmissão industriais e de motocicletas. É muito resistente à água e ao calor, por isso é indicada para o uso em bicicletas também.

E aí sobrou alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários. 😉

Grande abraço,
Equipe Dispemec.com


Entenda melhor o que são peças genuínas, originais e genéricas

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Você sabia que as montadoras nem sempre produzem todas as peças usadas nos veículos? Elas costumam comprar grande parte das peças de outros fabricantes, previamente selecionados, que fornecem tanto para o mercado de atacado como o de varejo. A diferença é: quando a venda é feita para uma montadora, as peças constam como genuínas, ou seja, recebem a marca da própria montadora.
Sabendo disso, fica mais fácil escolher a mais indicada pro seu carro quando chegar a época de trocar ou consertar algum item específico.
Pra isso, vamos entender melhor a diferença entre peças genuínas, originais e genéricas:

Genuínas
Elas têm as especificações e características técnicas exigidas para cada peça usada na linha de montagem de cada carro. Constam como exclusividade da marca, que exige que a comercialização deste tipo de peça seja feita apenas em redes de concessionárias autorizadas.

Originais
As peças originais podem ou não apresentar as mesmas especificações técnicas das peças genuínas, o material usado pode ser diferente, a durabilidade varia, etc. No mercado automotivo, podem ou não levar a marca da montadora, mas sempre são itens indicados pelas fabricantes de carros.

Genéricas
Muita gente conhece como “peças alternativas” e geralmente são comercializadas no mercado paralelo, sem a homologação das montadoras, mas costumam apresentar a mesma qualidade das peças genuínas e originais e ainda têm um preço mais acessível.

E você, qual tipo de peça já precisou ou usou no seu carro?

Grande abraço,

Equipe Dispemec.com

 


Lâmpadas para carros: os tipos mais usados

modelolampada

Putz! O carro ficou ‘caolho’ e você precisa trocar as lâmpadas dos faróis, mas não faz ideia de qual tipo deve usar?

Primeiro, dê uma olhada na velha. O mais comum é que tenha alguma marcação na base ou na lateral indicando se ela é H1, H3, H4, H5, H7, HB3, HB4, HB11, 9005 ou 9006.

Isso já vai ajudar a saber exatamente qual tipo de lâmpada você precisa usar.

 

Quando se trata de lâmpadas de xênon, por exemplo, a usada é sempre a mesma, o que diferencia é a base.  E em alguns casos, usam-se lâmpadas de xênon e halogênio juntas, como é o caso do modelo H4/2, em que uma lâmpada serve para luz alta e outra para luz baixa, respectivamente.

Veja outros tipos de lâmpadas mais usadas:

H1

Tipo de lâmpada mais indicada para farol sem rabicho, geralmente é usada no Fiesta 1997/1998 para farol alto e baixo.

H4

É uma das mais usadas e tem a versão Cool Blue, com luz mais branca e brilhante. Esse tipo de lâmpada, geralmente, é utilizado para farol alto e baixo em modelos como Spin, Celta, Corsa Classic, UP!, Fox, SpaceFox, Saveiro G2.

H7

Essa já é mais usada em carros como: Santa Fé, Veloster, Fluence, Xantia, Sportage.

HB3

Normalmente, essa lâmpada é usada em veículos como o City, para farol alto. Na Range Evoque, é usada para o farol alto e farol de milha.

HB4

Tem um PT Cruiser? Pode usar essa lâmpada para o farol alto e a HB3 para o farol baixo. É uma lâmpada que pode ser usada em modelos como a RAV4, da Toyota.

E uma última dica: se você não conseguiu visualizar na lâmpada antiga a marcação com o tipo, consulte o manual do veículo. Lá constam as informações das peças originais de cada carro.

Tem mais alguma dúvida ou dica para um amigo? Deixe aqui nos comentários. A sua dúvida pode ser a mesma de muita gente e se você nos contar, podemos respondê-la nos próximos posts!

Grande abraço,

Equipe Dispemec.com


Check list para a inspeção do sistema de freios

checklist_freio

Que o sistema de freios é um dos principais componentes para a segurança, todo mundo sabe. Mas sempre tem algum item que a gente esquece de pedir pro mecânico avaliar na hora da inspeção.

Pra te dar uma mãozinha, fizemos esse check list com os componentes essenciais (dianteiros, traseiros, de fricção e hidráulicos) do sistema de freios.

Então, se liga na lista e use sempre que for realizar as revisões dos freios:

Pastilhas

– Discos

– Pinças

– Cilindro de roda

– Cilindro flexíveis

– Rolamento de roda

– Sapata ou Lona

– Cilindro mestre

– Tambor ou Eixo

– Patim

– Servo freio

– Válvula de retenção de vácuo

– Válvulas e equalizadores de pressão

– Fluido de freio

– Reservatório de fluido

Luz de freio

Além de ter em mãos essa listinha com os principais itens que podem precisar de reparos, é importante saber quando devem ser inspecionados.

Por exemplo, os problemas mais comuns ficam por conta da pastilha e dos discos do freio. A gente fala um pouco mais sobre eles neste vídeo. Dá o play aê:

 

Para os outros itens, vale a pena consultar o manual do carro. Com os dados das revisões em mãos, não se esqueça de questionar quando algum item não for trocado. Mas uma regrinha geral é: mesmo que o seu carro esteja “tinindo”, o aconselhável é realizar a revisão do sistema de freios a cada 10 mil km rodados – isso pra quem roda bastante com o carro, dentro e fora da cidade. Assim você garante a sua segurança e a de todos os que cruzarem o seu caminho.

 

Por fim, mas não menos importante, é preciso reconhecer quando o carro está com problemas no sistema de freios – ele começa a dar alguns sinais antes de perder completamente sua capacidade de frenagem. Leve o carro para uma revisão se:

– O pedal ficar muito duro

– O carro puxar para um lado

– A luz do painel acender

– O pedal “descer” e ficar muito baixo

– Tiver que completar o fluido com frequência

– Perceber queda na potência do freio

– Houver vazamento nos cilindros ou nas mangueiras

– Perceber que a “roda está presa”

– Começar a escutar fortes ruídos no carro

– Intensidade de vibrações e rodas tremendo em baixa, média e alta velocidade

Esses são sinais básicos e clássicos de um veículo com problemas em algum componente do sistema de freios. E a melhor maneira de resolver isso é procurando um mecânico de confiança ou a montadora, para realizar as inspeções, revisões e trocas necessárias.

Gostou deste post? Então compartilhe com os amigos e contribua para um trânsito mais seguro!

Um forte abraço!

Equipe Dispemec.com


Por que trocar o filtro de ar do motor regularmente?

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Seu carro está perdendo potência na retomada de velocidade? Ou o consumo de combustível teve um aumento súbito? Pode ser que esteja na hora de substituir o filtro de ar do motor. Mas você deve estar se perguntando: um filtro de ar tem tanta influência assim no desempenho do carro?

 

Sim, e muito mais, como vamos mostrar. O filtro de ar do motor é responsável por conter as impurezas do ar aspirado pelo motor, permitindo que somente o ar limpo entre na câmara de combustão. Caso isso não aconteça, o propulsor tem de fazer mais força para puxar o ar e, consequentemente, o carro consome mais. Além disso, motor com sujeira é certeza de menos potência.

O ideal é trocar o filtro de ar a cada 10 mil km rodados, se rodar em vias urbanas e 5 mil km, se o carro rodar mais em estradas de terra. Para quem roda tanto na cidade quanto na zona rural, o recomendado é trocar a cada 7.500 km ou a cada seis meses, se o motorista se perdeu nas contas dos quilômetros rodados.

O filtro de ar é uma peça de baixo custo. E o procedimento de substituição é bastante simples, mas se não for realizado, pode causar danos não só nos pistões, mas também nos cilindros, nas válvulas e nos mancais, entre outras peças.

Mas a situação pode ficar mais grave: não substituir o filtro de ar do motor adequadamente pode fundir o motor.

 

Essa dica é simples, mas tão fundamental para a preservação do seu veículo, pode ajudar e muito seus amigos e familiares. Então, compartilhe.

 

Grande abraço,

 

Equipe Dispemec.com


5 dicas (que quase ninguém conta) para quem viaja muito

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Você passa boa parte do tempo na estrada? Então, seu carro e você merecem cuidados extras, para evitar aquele famoso “Pois éééé” no acostamento.

Sendo assim, engata a segundona e siga as nossas dicas, para você aproveitar a viagem e voltar seguro para casa.

 

Pneus

– Calibragem com carga

Tá com muita bagagem? Isso altera a calibragem do pneu, que precisa estar correta para garantir a aderência, a estabilidade e até evitar que o pneu escape da roda numa curva mais acentuada. Outra vantagem é que carros calibrados corretamente gastam menos combustível.

Cada carro tem uma especificação correta para calibragem com e sem carga. Você pode verificar essa informação no manual e na tampa do combustível. O ideal é calibrar já com as bagagens no carro e os pneus frios – menos de 3 km rodados. Ah, e não esqueça do estepe.

 

– Troca rápida

Apesar de todos os cuidados, o pneu furou! Uma situação nada incomum para quem roda muito nas estradas brasileiras, nem sempre em bom estado de conservação.

Para facilitar a sua vida, existem chaves de roda alongadas, que diminuem a força que você tem de fazer para soltar ou apertar os parafusos. É, literalmente, uma mão na roda. Afinal, quanto menos tempo parado no acostamento, melhor para a sua segurança.

Troca de Óleo Antecipada

Suas viagens incluem estradas de terra, com lama, poeira ou barro? Ou você pega longos engarrafamentos? Nessas situações, chamadas de “uso severo”, a troca do óleo do motor deve ser efetuada na metade do prazo indicado.

E atenção para mais um detalhe. É preciso trocar o óleo e, necessariamente, o filtro do óleo. Essa medida simples tem um ótimo custo benefício, pois evita o desgaste de peças de custo elevado.

 

Calha de chuva

Se a temperatura estiver baixa, é muito chato deixar o ar condicionado ligado, para evitar que o para-brisa embace – ainda mais se você estiver com crianças e o percurso for longo.

Se o carro não vier equipado com ar, a situação piora, pois o motorista acaba se molhando ao deixar o vidro aberto ou o ar fica abafadão!

Com a calha de chuva, você pode deixar uma boa fresta aberta, até 4 cm. O carro vai ficar ventilado e as gotas não vão te molhar.

Sono ao volante

Estatísticas mundiais mostram que entre 26% e 32% dos acidentes de trânsito são provocados por motoristas que dormem na direção. Para se ter uma ideia, 19 horas de privação de sono causam uma queda no desempenho equivalente à ingestão seis copos de cerveja.

O ideal é dormir de maneira regular, de 7 a 9 horas. Mesmo assim, caso perceba que o sono está chegando, os especialistas recomendam cochilos de no máximo 15 minutos, principalmente nos horários em que, segundo os pesquisadores, corremos mais risco de sermos vencidos pelo sono: entre 12h30 e 14h e das 22h às 6 da manhã.

Conhece alguém que vive na estrada? Que tal compartilhar este post com ele e evitar o desgaste do carro e acidentes?

Até o próximo post!

Equipe Dipemec.com


Pane elétrica: principais causas e soluções

pane-eletrica-chupeta

Seu carro te deixou na mão bem no dia em que você tem um compromisso super importante? A gente sabe que enfrentar uma pane elétrica é difícil, mas mantenha a calma. Na grande maioria das vezes, não é nada grave. E dependendo do caso, você mesmo pode sair da situação de emergência e chegar à oficina mais próxima.

Como um motorista prevenido vale por dois, a gente te passa uma lista dos principais componentes que podem dar defeito e gerar uma pane elétrica. Assim, na (primeira) próxima pane, você não é pego de calças curtas. Vamos lá!

 

Bateria – Bateria descarregada é a razão mais comum de pane elétrica. É fácil identificar: o carro não faz nem o barulho típico do motor de partida e as luzes internas ficam bem fracas ou nem ligam.

O problema pode ser causado pelo desgaste natural da peça ou porque o motorista esqueceu alguma luz ligada durante a noite, por exemplo. Se for possível, uma dica é fazer uma recarga rápida na bateria, a famosa “chupeta”, para chegar até o  mecânico, que fará o diagnóstico e providenciará a troca, se necessário.

 

Veja como se faz a “chupeta” neste vídeo:

 

Alternador –  Outro motivo da pane pode estar no alternador, responsável por transformar a energia mecânica em energia elétrica e, assim, carregar a bateria.

Os “sintomas” desse problema no alternador são parecidos com os da bateria. Mas, no geral, é possível percebê-los com o carro em movimento: as luzes vão diminuindo e o motor falha. Portanto, fique de olho.

Nem sempre é preciso trocar a peça inteira, pois o defeito pode estar em algum componente do alternador, como o regulador de tensão, por exemplo.

 

Correia  do alternador – Responsável por transmitir a força do virabrequim para a polia do alternador, ela pode ressecar, por ser feita de borracha. Esse ressecamento gera pequenas rupturas que, por fim, podem causar fazer a peça se partir. Aí, é pane elétrica na certa.

Fique atento às mudanças que aparecem: a bomba d´água para de funcionar – que leva ao superaquecimento do motor – e a bateria não é carregada. Em alguns modelos de carro, também a direção hidráulica e o ar condicionado param de funcionar

 

Injeção eletrônica – A luz do painel acendeu e o carro parou? Esse sintoma significa que o sistema de injeção está com problemas. Aí, não tente mexer. Apenas um mecânico especializado pode resolver o problema.

 

Vale ressaltar que a manutenção em dia impede a grande maioria dos problemas que levam à pane elétrica.

E pra nenhum dos seus amigos e familiares não entrar em pane durante uma pane elétrica, compartilhe este post com eles.

 

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com