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É preciso esquentar o motor antes de sair no frio? Descubra!

Esquentar o motor

O frio chegou! E mesmo que seja mais difícil sair da cama, as atividades do dia a dia continuam. Então, você levanta e entra de manhã no carro, gira a chave e ele não pega.

A primeira coisa que você pensa é se deveria ter esquentado o motor antes. Chegou a hora de tirar essa dúvida e saber os cuidados necessários durante as baixas temperaturas.

Existe um grande tabu sobre esquentar ou não o motor,  mas isso realmente é bom para o veículo durante as estações de frio. Isso acontece, pois as engrenagens e sistemas necessitam de mais energia para funcionar no frio, o que exige mais esforço do motor. Então, se ele for aquecido, irá trabalhar melhor durante todo o trajeto.

É preciso lembrar apenas que essa prática – muitas vezes necessária – deve ser feita em conjunto com outros cuidados. Se você esquecer de esquentar o motor e o carro não pegar de primeira, não tente repetidamente. Dar a partida diversas vezes irá danificar as velas e causar um grande prejuízo.

Deixe o veículo esquentando por pelo menos 15 minutos, esse é o tempo suficiente para repor a energia para dar a partida. Vale também desligar todos os componentes elétricos, como o ar condicionado e o rádio, assim a bateria não continua fornecendo mais energia do que deve.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Saiba para que serve a eletrônica embarcada do seu carro

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Você sabe o que é eletrônica embarcada automotiva? Se a resposta foi não, fique tranquilo. Muitas pessoas não sabem, mas a eletrônica embarcada é composta por todos os sistemas e componentes eletrônicos do carro. E foi desenvolvida para operar e facilitar os sistemas com o carro em movimento.

A evolução tecnológica da eletrônica embarcada teve início em 1912, com o lançamento do primeiro carro com partida automática. Um avanço muito significativo para a época, já que os carros tinham muitos problemas na ignição e a partida era dada manualmente, com uma manivela. A partir daí, os sistemas elétricos continuaram evoluindo e fazendo cada vez mais parte do funcionamento dos carros.

Entre 1920 e 1950,  continuaram crescendo e deram vida ao sistema elétrico de 12V. Já em 1980, década que a tecnologia teve grande avanço e surgiu os microprocessadores e microcontroladores, os sistemas passaram do elétrico para o eletrônico.

Cada sistema embarcado foi desenvolvido para realizar uma tarefa específica, permitindo que os carros ofereçam mais segurança, conforto e menos poluição.  A eletrônica embarcada pode ser muito complexa, pois possui muitos componentes que variam de acordo com o modelo de cada veículo. É recomendado que consertos sejam sempre feitos por profissionais especializados, pois se um dos sistemas sofrer algum tipo de alteração, poderá comprometer o funcionamento de todo o carro.

 

Um abraço e até o próximo post.

 

Equipe Dispemec.com

 


Por que meu carro não dá partida?

partida

Ao girar a chave do carro e ele não ligar, ou não fizer nada além de um rugido do motor, isso pode ser problemas na partida.

De forma a solucionar um problema de partida, é necessário começar checar a bateria e depois partir pros outros componentes.

A seguir, mostramos formas pra tentar identificar as possíveis causas desse defeito:

Cheque os fusíveis: Poucos carros possuem um fusível associado com o sistema de partida. No entanto, vale a pena checar, pois pode se tratar de um erro nesse sistema, muito simples de ser resolvido.

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Prolongue a vida do seu carro, fique longe dos vícios.

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Se no passado os carros ferviam ao menor sinal de congestionamento, hoje eles rodam milhares de quilômetros sem apresentar grandes problemas.

Mas um fato ainda não mudou por completo: a forma de dirigir afeta diretamente a durabilidade do veículo e os custos de manutenção.

Conheça os sete pecados que você pode cometer ao volante, sem perceber, e que podem causar desde um leve desperdício de combustível até uma quebra de câmbio automático.

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DEFEITOS INTRIGANTES: CIVIC 1.4/1.5/1.6 16V 1991/2000 HONDA PGM-Fi

civic

Apresentamos neste mês o procedimento para ajustar a marcha lenta do motor e falaremos, também, a respeito do código de falha nº 165, do Honda Civic 1.4/1.5/1.6 16V.

Muitas vezes, nós mecânicos, tentamos ajustar a marcha lenta somente no parafuso do corpo TBI e aparentemente fica normal. Mas horas ou dias depois, o cliente está novamente reclamando da oscilação, marcha lenta alta e que apaga quando para na esquina.
Há um procedimento para ajuste da marcha lenta desses motores do Honda Civic com distribuidor, conforme a tabela abaixo: Leia mais…


Dicas para maior rendimento do seu carro.

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É de extrema importância que a manutenção seja feita com certa frequência e de forma correta. Desta maneira, você deixará de passar estresse com o seu carro. Sabendo disso, separamos dez dicas para aumentar o rendimento do seu carro.

1 – Vela: É ela quem introduz a energia de ignição na câmara de combustão e inicia a queima da mistura ar/combustível. As velas devem ser trocadas rigorosamente nos prazos sugeridos pelas montadoras. O prazo é relativo ao modelo, mas varia entre 15 e 100 mil quilômetros. E quando uma estraga, o correto é trocar o jogo.

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DEFEITOS INTRIGANTES: CIVIC 1.4/1.5/1.6 16V 1991/2000 HONDA PGM-Fi

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Continuamos na análise de alguns detalhes a respeito do Honda Civic 1.6 16V. Segue um esquema elétrico diferente para o motor 1.4 16V (D14A2) 1995/97, motor 1.5 16V (D15Z3) 1995/97 e motor 1.6 16V (D16Y2 / D16Y3) 1995/01.

Apresentamos neste mês, o quebra cabeça que muitos mecânicos montam sobre o rajado do motor, do modelo Honda Civic, até mesmo após passar por uma retífica. Quando um desses veículos procurar a sua oficina para sanar o barulho do rajado como se o motor estivesse fundido, antes de desmontar o motor verifique o ponto de avanço da ignição com a lâmpada estroboscópica. Leia mais…


Tempo de injeção X Sinal de sonda lambda. Entenda melhor.

injeção

O sinal da sonda lambda (sensor que mede o nível de oxigênio nos gases do escapamento) é medida em milivolts (mV) e varia entre 50 a 900 mV de acordo com a concentração de oxigênio nos gases.

O tempo de injeção (TI), por sua vez, é medido em mili-segundos e corresponde ao tempo que a válvula injetora (bico injetor) fica aberta, ou seja, o tempo que a Central (U.C.E) permanece com o bico energizado para que o combustível seja pulverizado dentro da câmara de combustão.

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