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Sonda lambda: o que é e como funciona

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Você já ouviu falar da sonda lambda? Peça importantíssima do carro, a sonda lambda, na verdade, é um sensor que fica  no escapamento do carro e serve para medir a quantidade de oxigênio restante da queima de combustível. Ela é muito importante porque existe uma quantidade ideal de oxigênio e combustível para o seu carro funcionar na sua melhor performance.

Relação ideal entre oxigênio e combustível

Gasolina: 14,7 partes de ar para 01 de gasolina

Álcool: 9 partes de ar para 01 de álcool

Diesel: 15,2 partes de ar para 01 de Diesel

Se o nível de oxigênio estiver acima do indicado na tabela para cada tipo de combustível, dizemos que a mistura está pobre. A sonda, então, manda um sinal para o módulo que vai enriquecer a mistura, ou seja, enviar mais combustível.

Por outro lado, se o nível de oxigênio estiver abaixo do indicado na tabela, dizemos que a mistura está muito rica. Essa informação vai para o módulo e então ele manda menos combustível para a queima, até chegar no ponto ideal.

Um problema comum é a sonda lambda indicar algum problema que não necessariamente indique que a própria sonda está com defeito. Na verdade, a sonda fica no final de uma cadeia da qual participam diversas peças e sensores. Se um desses sensores apresentar algum defeito, a sonda vai indicar que o processo está apresentando problema. Infelizmente, alguns mecânicos detectam essa informação e já mandam trocar a sonda, quando na verdade é uma outra parte do motor que está apresentando problemas. Fique atento para isso não acontecer com você! Antes de trocar a sonda é preciso fazer um diagnóstico completo no motor, pois essa alteração pode vir de outros sensores ou até mesmo indicar que o combustível utilizado é de má qualidade.

Quer saber mais sobre a sonda lambda? Confira nos vídeos do Mecânica Fácil!

 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Muita atenção para a suspensão

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Seu carro está com algum barulho diferente ou de uma hora para outra você sentiu algum desconforto na hora de dirigir? Fique atento. O problema deve estar na suspensão do seu possante. E quando entendemos os sintomas, fica mais fácil identificar o problema para solucioná-lo a tempo.

Como já conversamos nesse post, as molas e os amortecedores são os primeiros que recebem o impacto causado pelos buracos de ruas e estradas irregulares.  O impacto é então transferido para as rodas do carro, que começa a trepidar.

Nesse momento entram em ação o braço oscilante e o pivô, que sustentam e servem de apoio à coluna da suspensão e auxiliam no movimento de sobe e desce das molas e amortecedores, inibindo possíveis ruídos.

Para segurar o carro em altas velocidades, a barra estabilizadora é a responsável por fazer a ligação entre a suspensão traseira e a dianteira, oferecendo a estabilidade do carro, tanto nas retas quanto nas curvas.

Não é muito difícil perceber quando algo está fora do eixo. Todas as peças quando estão  gastas fazem com que o carro perca a estabilidade e apresente ruídos na suspensão. Fique atento para perceber o problema cedo e, assim, não causar mais danos para o seu carro.

Ah, e se precisar de peças, você já sabe onde encontrar 😉 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Saiba mais sobre os diferentes tipos de freios

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Os tipos de freios se diferem de acordo com o tipo de câmbio. Em câmbios manuais, existem vários tipos com as mesmas funções, que é a parada. No câmbio automático, cuja  principal vantagem é que motorista não precisa mudar a marcha quando alterna a velocidade, isso acontece sozinho.

Na dúvida de qual tipo é o ideal para você? Conheça cada um deles e saiba mais sobre o seu funcionamento.

Câmbios manuais

Freio a disco: o disco é uma peça de metal plana, encontrado internamente em todas as rodas do carro. Quando o freio é acionado, o disco cola na pastilha de freio e são prensados contra a roda, fazendo-o parar.

Freio à vácuo: nesse tipo, existe o cilindro de freio, um pistão e uma haste. Esse cilindro recebe mudanças de pressão de ar, movendo o pistão contra a haste existente dentro dele. Esta haste é fixada às sapatas de freio e com o ar dentro do cilindro, o pistão transfere a força na haste do freio, fazendo a roda parar.

Freio a tambor: ao contrário do freio à vácuo, ele é impulsionado pela pressão de óleo. A haste se movimenta fazendo com que os “calços de travão” sejam prensados um com o outro, causando atrito no tambor rotativo ligado à roda. Assim, ao acionado o freio, a roda do carro para.

Freio ABS: é um sistema de segurança que, cuja função é evitar o travamento da roda do carro, deixando-o em contato com a superfície mesmo com a frenagem repentina. Para a sua segurança, esse sistema evita a derrapagem do veículo.

Câmbio automático

Proporciona ao motorista o descanso e a comodidade de passar a marcha do carro de acordo com a velocidade alcançada, automaticamente. Basta você se atentar ao que cada marcha significa: P – estacionar, R – marcha ré, N- neutro ou ponto morto e D- dirigir. Se for sair com o carro ou estacionar, por exemplo, você deve apertar o pedal do freio e colocar na marcha que precisar.

O tipo de freio do carro automático, na verdade, é a transmissão do torque – força – para o motor, por meio do sistema de engrenagens planetárias, compostos por três peças – a engrenagem central e duas engrenagens satélites – que juntas são capazes de reduzir altas velocidades.

Para melhor entender o uso do câmbio automático, assista o vídeo do Mecânica Fácil:

Aproveite essas dicas e  até a próxima!

Equipe Dispemec.com


O que fazer quando a luz da injeção eletrônica não apaga no painel

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Todo dono de carro já ouviu histórias sobre problemas com a injeção eletrônica. Se você não sabe como ela funciona, dá uma olhada nesse post que já publicamos aqui no blog da Dispemec. 

No painel, a injeção eletrônica é sinalizada com um símbolo que normalmente é um pequeno motor. Quando a gente liga o carro, é normal que a luz da injeção eletrônica acenda e logo se apague. Se depois de ligar o carro e começar a rodar, a luz voltar a acender, isso significa que seu carro está com um problema.

Se a luz da injeção eletrônica acender no painel, você precisa levar o carro até o seu mecânico de confiança. A verdade é que essa luzinha acende por uma série de problemas que podem acontecer. Como o Júnior explica no vídeo abaixo, a injeção é composta por vários sensores. Se um deles der problema, a injeção vai indicar com a luz no painel.

A principal dica que fica para o motorista é: a luz acendeu e não apagou? Procure seu mecânico! Só ele tem o equipamento necessário para encontrar o problema e indicar a melhor solução.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com

 


Cuidados essenciais com seu carro para uma boa viagem

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Vai viajar nessas férias? Então não se esqueça de fazer a revisão do seu carro. Pneus, freios e equipamentos de segurança precisam estar em dia para garantir uma viagem segura. Ah, e não se esqueça de usar o cinto de segurança e prender bem a cadeirinha das crianças!

Confira alguns cuidados essenciais para curtir com a família sem dor de cabeça:

Pneus: calibre os pneus de acordo com as determinações do fabricante para um carro cheio. Eles devem estar sem desgastes e bolhas.

Sistema elétrico: cheque todas as luzes do carro: setas, freios, luz de ré, farol alto e baixo, pisca-alerta. Veja também se as luzes do painel do carro estão funcionando devidamente.

Para-brisa: a palheta deve estar fluindo bem no vidro dianteiro e traseiro. Se não estiver, no caso de chuva, você não terá uma boa visão.

Equipamentos de segurança: além de estepe, vale conferir se o macaco e as ferramentas, como triângulo e chave de roda estão dentro do carro. Nunca se sabe quando precisaremos desses equipamentos, não é?

Alinhamento e balanceamento: se os pneus e as rodas não estiverem alinhados e balanceados, o volante irá tremer e o carro terá desgaste maior na viagem. Aproveite e peça para checar o sistema de amortecedores.

Freios: imprevistos e acidentes podem acontecer. Por isso é essencial que o sistema de freios esteja em excelente estado para que você não tenha problemas. Confira na revisão discos e pastilhas.

Fluidos: óleo do motor, transmissão, direção hidráulica e embreagem devem ser conferidos, além dos filtros. Veja se o nível da água de arrefecimento e de limpeza do para-brisa está bom. E não esqueça de conferir o reservatório de gasolina para partida a frio, no caso de veículos flex.

Veículo revisado e malas prontas? Agora é só entrar o carro e aproveitar a viagem!


Carros produzidos no Brasil podem custar metade do valor no exterior

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Parece mentira, mas não é. O mesmo carro produzido e vendido aqui no Brasil pode ser encontrado por praticamente a metade do preço no exterior. Culpa dos impostos? Não totalmente. Na verdade isso acontece por uma série de fatores.

Imposto: Sim, os altos impostos cobrados no Brasil tem boa parte da culpa do alto preço. No nosso país, os impostos correspondem a 32% do valor total do carro, contra a média mundial de 16%. A cada etapa da fabricação de um carro, os impostos entram em cena. Você tem um imposto na fabricação das peças, depois outro imposto na fabricação do carro e mais um na hora da venda. E assim temos o fenômeno do “imposto sobre imposto”, que encarece muito nossos produtos industrializados. 

Infraestrutura ruim: o deslocamento no Brasil sai muito caro. Nosso país tem muitas rodovias com pavimentação ruim e outras que são boas mas que têm pedágios caros. Não existe a opção das ferrovias – como em outros países – e nossos portos trabalham com uma demanda muito grande de produtos. Tudo isso ajuda a encarecer o produto final.

Preço da energia elétrica: depois dos aumentos que entraram em vigor no ano passado, a indústria brasileira passou a pagar, em média, R$ 543,90 pelo megawatt-hora (MWh), valor superior em 111,2% da média de preço cobrada nos outros 27 países que fizeram parte de um estudo desenvolvido pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).  

Margem de lucro Brasil: as margens de lucro nos carros no Brasil podem chegar a até 10%, segundo um levantamento feito pela consultoria IHS. O mesmo estudo mostra que a margem de lucro média do mundo é de 5%, enquanto nos Estados Unidos é de apenas 3%.

Levando tudo isso em conta, temos carros iguais com preços muito diferentes no Brasil e em outros países. Só para ilustrar, um exemplo rápido: no México um EcoSport 2.0 (Ford), versão Trend Automática (equivalente ao brasileiro “Freestyle 2.0 PowerShift”) custa R$ 55.752,58. No Brasil, o mesmo carro é vendido a R$ 79.800, uma diferença de R$ 24.047,42.

É triste, mas mesmo assim nada abala nossa paixão pelas quatro rodas!

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Hatch ou sedã: qual o modelo mais econômico nas estradas?

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Quem procura um carro compacto para comprar com certeza também busca o mais econômico, ou seja, aquele que “bebe” menos combustível. Nessa hora, entra o dilema entre um modelo hatch ou um sedã.

O que muita gente esquece é de avaliar o seu costume e em que situações usam o veículo: só dentro da cidade ou se pega estrada com frequência…

O hatch, por exemplo, é bem compacto, fácil para estacionar e econômico para circular dentro da cidade, mas não é tão econômico assim nas estradas.

Já o sedã, é maior e às vezes um pouco mais complicado de achar vaga para estacionar, nos centros urbanos consome um pouco mais de gasolina que os modelos hatches, mas em compensação tem um porta-malas tamanho família e é muito mais econômico nas estradas. Ou seja, ideal para quem vive com o pé, digo, a roda na estrada.

E a gente explica porque isso acontece… o conceito dos sedãs é a aerodinâmica para, como todo bom superesportivo, ser potente, eficiente e veloz nas estradas. E os modelos hatches, por terem um desenho mais compacto e “seco”, exige mais força do carro para alcançar o desempenho aerodinâmico, ou seja, suportar e encarar a força contrária do vento, isso faz com que o carro acabe gastando mais combustível para ter um bom desempenho na estrada.

No caso dos sedãs, o formato da traseira com o volume a mais que o hatch, faz com que a força contrária do vento seja menos impactante para o desempenho do carro.   

Mas é claro que com as novas tecnologias e novas opções de engenharia e design, mesmo os carros hatches podem ter um excelente desempenho nas estradas, como é o caso do UP! 1.0 TSI, que é capaz de “dar um pau” em muitos sedãs nas estradas.

Por isso, na hora de escolher considere todas as informações passadas pelos fabricantes e avalie se está de acordo com o modo que você usará o carro. Se for pegar rodovias com frequência, procure os modelos com melhor desempenho nas estradas, que geralmente são os sedãs.

Mas fique de olho nos modelos hatches também, se o preço de um UP! 1.0 TSI zero ou modelo equivalente valer a pena, pode ser uma boa opção. Pois modelos mais novos assim tem o melhor dos hatches com praticamente o mesmo (ou melhor) desempenho da maioria dos sedãs nas estradas.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Agora é lei: farol baixo durante o dia nas rodovias brasileiras

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Uma das principais mudanças do ano no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), aconteceu há pouco menos de um mês, quando foi sancionada a Lei 13.290/2016 que determina a obrigatoriedade do uso do farol baixo durante o dia em todas as rodovias do país.  

Essa é uma das medidas para diminuir o número de acidentes nas estradas. Estudos realizados pela Segurança do Trânsito mostraram a eficácia da luz baixa, mesmo durante o dia, para reduzir a quantidade de acidentes.

A Lei é bem clara: “o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”. Ou seja, mesmo que você esteja de passagem em um túnel iluminado ou que a rodovia passe dentro da cidade e de outras áreas urbanas, ainda assim precisa manter a luz baixa do farol acesa.

Por ser uma Lei que prevê mudanças nos hábitos das pessoas, há um período de 45 dias para a adaptação e distribuição da informação antes que as multas sejam aplicadas. Você tem até o dia 8 de julho de 2016 para se adaptar e evitar uma multa por infração média e claro, acostumar-se com uma boa nova medida de segurança nas estradas.

Quem for pego com os faróis baixos apagados levará a multa no valor de R$ 85,13 e mais 4 pontos na carteira por infração média. E atenção, esse valor vai sofrer reajuste em novembro. Portanto, é melhor não arriscar. O jeito é se adaptar e evitar acidentes e por consequência uma multa desnecessária na sua carteira.

Já que o papo é sobre multa e mudanças no CTB, veja aqui neste outro post o que já mudou desde o começo do ano. E para os desligados e mais esquecidos, indico a leitura deste post sobre quais as multas que mais pegam no dia a dia dos motoristas “distraídos”.

Bom, por hoje é isso, pessoal! Todo mundo ligando os faróis baixos e de olho nas regras de trânsito pra evitar acidentes e multas!

Abração!

Equipe Dispemec.com

Fonte: www.detran.sp.gov.br


10 cuidados que você precisa ter ao volante (e fora dele) pra não ter prejuízo

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Sabia que muitas vezes os problemas com o seu veículo são causados por mal uso do carro e por manutenção precária? Pois é, a forma de dirigir de cada um afeta a durabilidade do carro como um todo, de peças isoladas e ainda eleva os custos de manutenção e combustível além de graves problemas como a quebra do câmbio.
Por isso, listamos esses pequenos erros que você deve evitar ao volante (e fora dele) pra não ter prejuízo!

Manobras
Quando for manobrar não vire o volante com o carro parado para não estragar o sistema de direção e jamais force o volante para virar mais do que ele pode. O correto é aliviar a pressão e manobrar novamente.

Segurar o carro com a força do câmbio
Fazer isso desgasta demais vários itens do veículo, principalmente os discos de embreagem. Por isso, quando estiver em um congestionamento ou precisar fazer a famosa rampa, procure não usar a força do câmbio e sim manter o pé no freio ou acionar o freio de mão (de estacionamento) e soltar quando o carro tiver que andar de novo.

Pneus
Subir em calçadas e meio fio sem rebaixamento? Não faça isso, principalmente se o pneu um pouco mais estiver murcho. Além de estragar o pneu ainda pode facilitar os problemas da direção e na suspensão.
Ah, e procure mente-los calibrados. Assim você economiza algo em torno de 20%.

Na hora de estacionar
Sempre que estacionar acione o freio de mão e nunca mais dê aquela aceleradinha com o carro parado, ok? Esse mal hábito só gera desperdício de combustível.

Não é descanso de mão
A alavanca do câmbio do seu carro não foi feita para descansar a mão. Existe somente para a troca de marcha, mas tem gente que usa como descanso de mão e quando vê precisa trocar todos os componentes do sistema de câmbio. Acredite, tem defeito que fica mais de 10 mil reais.

Será que sobe?
Sabe quando você faz um caminho diferente e se depara com uma subida muito íngreme, esburacada e cheia de pedras soltas? Pois é, pode ser que seu carro não suba. E insistir pode te fazer queimar a embreagem, acabar com o óleo da embreagem, desgastar os pneus e até desalinhar tudo.

Reserva
Evite andar com o carro na reserva de combustível. Isso pode te render uma pane seca (que dá até multa), problemas na bomba de combustível e até no motor do carro por conta das impurezas que a bomba contém.

Buracos e lombadas
Infelizmente aqui no Brasil é comum a maior parte das estradas e ruas serem uma imitação de queijo suíço com muitos buracos (muito mesmo)! E além dos buracos ainda temos várias lombadas. E passar por essas crateras e lombadas com o carro em velocidade média ou alta não é uma boa. Pode trazer dor de cabeça desnecessária. Então, enquanto ninguém os buracos, faça a sua parte (pelo seu carro e seu bolso) e passe bem devagar por estes obstáculos.

Carro sujo e exposto ao sol e chuva
Se você puder deixar o seu carro em uma garagem quando não estiver usando, nem pense duas vezes e deixe. A exposição exagerada ao sol e chuva podem deteriorar a pintura. E mais, procure deixar o seu carro sempre limpo (por fora, por dentro e nas peças). Sujeira pode favorecer a corrosão de inúmeros componentes num veículo.

De olho no óleo, balanceamento, alinhamento
Fique atento as datas das revisões, das trocas de óleo e da realização do balanceamento e alinhamento. Além de ser por uma questão de segurança também são cuidados para deixar o seu carro sempre jeitoso e preparado para enfrentar as ruas.

Bom pessoal, já deu pra ver que sai mais em conta cuidar direitinho do carro do que pagar caro pra arrumar depois né? E outra, com usando bem e tomando esses e outros cuidados, quando chegar a hora de revender o veículo será ainda mais fácil!

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


O sistema de arrefecimento do seu carro merece mais atenção

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E precisa de atenção mesmo, pois um simples descuido com o sistema de arrefecimento do seu carro pode resultar em pequenos prejuízos e até a troca do motor.

Pra entender melhor, é preciso saber que todo motor de combustão interna queima combustível (gasolina, álcool, diesel, gás natural), gera uma grande quantidade de calor durante essa queima ou explosão, como alguns dizem. Acontece que, mesmo com o avanço tecnológico de muitos carros, a grande maioria dos motores de combustão interna ainda não é muito eficiente na hora de converter a energia química em força mecânica, o que acaba gerando mais calor. E mesmo que hoje em dia tiremos mais proveito desse calor, ainda assim o sistema de arrefecimento deve receber mais atenção.

Antes, a solução era só colocar água para circular nos compartimentos dentro do motor para absorver o calor,  passando pelo radiador. Mas para a alegria de todos, o sistema foi aperfeiçoado para aquecer o motor de forma mais rápida e manter a temperatura e  para o óleo lubrificante fluir melhor e ajudar na absorção de calor para que as partes metálicas não entrem em atrito.

Por isso, a combinação correta para usar no sistema de arrefecimento é: água + aditivo + pressão.

Porém, para obter a eficiência do motor, é necessário que todos os componentes estejam funcionando corretamente: sensores de temperatura, tampa do reservatório suplementar, válvula termostática e a ventoinha ou eletroventilador.

E quando você notar que há algo errado com o sistema ou pouca água e nível do aditivo no radiador baixo, evite deixar que o motor morra de sede. Complete com água da torneira até o nível indicado e procure o seu mecânico nos próximos dias para verificar o que mais é necessário fazer e qual o aditivo mais indicado para o seu carro.

Normalmente, eles já são diluídos em água ou concentrados em diferentes proporções (sempre informado no rótulo da embalagem). Verifique com o seu mecânico qual a mistura correta de água e aditivo para o motor do seu veículo ou consulte o manual do proprietário e esqueça o mito de que colocar aditivo corrói o sistema de arrefecimento. Isso é lenda, na realidade ele ajuda e muito o funcionamento do sistema.

Para saber mais sobre sistema de arrefecimento, radiador e tipos de aditivos, veja o nosso vídeo do Mecânica Fácil:

E lembre-se sempre de verificar a qualidade do aditivo utilizado pra não acabar com produtos falsos que circulam no mercado. Por isso, compre sempre em lojas de confiança.

 

Por hoje é isso galera! Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com