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Saiba como funciona o airbag do seu veículo

airbag

O airbag é um dispositivo de segurança, presente na maioria dos carros, que pode ser essencial caso você se envolva em um acidente.

Esse item é como um saco de ar comprimido, que infla rapidamente ao identificar uma colisão.  Mas como esse dispositivo funciona?

Os airbags são tecidos elásticos, hermeticamente embalados e compactados em pequenos espaços no interior do carro.

Geralmente, ficam posicionados na parte da frente do veículo, mas hoje em dia, também estão sendo inseridos nas laterais para proteger todos os passageiros.

Alguns sensores eletrônicos de velocidade identificam a desaceleração do carro. E enviam um sinal para o ignitor do gerador de gás, que infla e enche todo o tecido em milésimos de segundo.

O dispositivo é rápido graças ao  gerador de gás, que produz substâncias como nitrato de amônia e guanidina. Essas substâncias entram em contato uma com as outras e geram uma combustão, enchendo o saco elástico em até 30 milésimos de segundo.

Mas é importante lembrar que, mesmo se o veículo possui esse dispositivo, é necessário continuar usando os outros dispositivos de segurança, como o cinto. E recomenda-se que o motorista e os passageiros fiquem a 25 centímetros de distância do painel do carro, para que o airbag não os sufoque em uma situação de risco.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Dispemec realiza 1º evento em comemoração ao Dia da Mulher

Dia da Mulher Dispemec

A Dispemec realizou, pela primeira vez, um evento em comemoração ao Dia da Mulher na sede da loja, localizada na Avenida Paraibuna, em São José dos Campos.

As homenageadas tiveram um dia especial. Logo pela manhã, as colaboradoras foram recepcionadas com um delicioso café da manhã. Em seguida, tiveram uma aula de automaquiagem com a maquiadora Deborah Dantas e produtos Mary Kay.

“O evento foi muito bom e eu adorei a maquiagem, eu não esperava que fosse ganhar essa surpresa”, afirma a colaboradora Eduarda Araújo. Participaram da ação cerca de 24 mulheres, todas fazem parte da equipe Dispemec.

Além do evento, as participantes deixaram seus dados para participar de um sorteio de kit de maquiagem, com batons e sombras.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Farol ligado vs bateria

farol

Não é nada legal quando você vira a chave na ignição do carro e ele não quer ligar, não é mesmo? Aí você se pergunta: o que há de errado? Isso é o que acontece normalmente, quando você esquece o farol ligado por algum tempo, antes de voltar para o carro.

Com a nova lei que entrou em vigor em Julho/16, o uso de farol baixo em rodovias brasileiras é obrigatório e muitos condutores têm dúvidas sobre o impacto disso sobre o funcionamento da bateria. Por isso, vamos te ajudar a entender melhor sobre isso!

Se o seu carro não veio de fábrica com o sistema de alerta que mostra que o farol está ligado, saiba que já pode ser instalado em uma oficina mecânica de sua confiança. Ele funciona como um dispositivo temporizador ou relé auxiliar, responsável por desligar o farol junto com a ignição.

Como funciona o relé auxiliar?

O relé auxiliar está presente no seu carro. Seja ao acionar o limpador de parabrisa, controlar a temperatura do ar condicionado e até no funcionamento da seta e pisca-alerta. O relé tem várias funções e essas são as mais específicas.

O uso do farol durante o dia interfere na vida útil da bateria?

Não interfere por causa do alternador. É uma peça fundamental, que alimenta o sistema de carga sempre que o veículo entra em funcionamento. Caso venha a parar de funcionar, a bateria continua carregada e o carro pode andar por mais alguns quilômetros.

Entenda melhor sobre o alternador nesse episódio do Mecânica Fácil: 

E veja nesse post quais são os principais problemas que podem afetar a bateria do seu carro.

Um abraço e até a próxima!

Equipe Dispemec.com

 


Sonda lambda: o que é e como funciona

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Você já ouviu falar da sonda lambda? Peça importantíssima do carro, a sonda lambda, na verdade, é um sensor que fica  no escapamento do carro e serve para medir a quantidade de oxigênio restante da queima de combustível. Ela é muito importante porque existe uma quantidade ideal de oxigênio e combustível para o seu carro funcionar na sua melhor performance.

Relação ideal entre oxigênio e combustível

Gasolina: 14,7 partes de ar para 01 de gasolina

Álcool: 9 partes de ar para 01 de álcool

Diesel: 15,2 partes de ar para 01 de Diesel

Se o nível de oxigênio estiver acima do indicado na tabela para cada tipo de combustível, dizemos que a mistura está pobre. A sonda, então, manda um sinal para o módulo que vai enriquecer a mistura, ou seja, enviar mais combustível.

Por outro lado, se o nível de oxigênio estiver abaixo do indicado na tabela, dizemos que a mistura está muito rica. Essa informação vai para o módulo e então ele manda menos combustível para a queima, até chegar no ponto ideal.

Um problema comum é a sonda lambda indicar algum problema que não necessariamente indique que a própria sonda está com defeito. Na verdade, a sonda fica no final de uma cadeia da qual participam diversas peças e sensores. Se um desses sensores apresentar algum defeito, a sonda vai indicar que o processo está apresentando problema. Infelizmente, alguns mecânicos detectam essa informação e já mandam trocar a sonda, quando na verdade é uma outra parte do motor que está apresentando problemas. Fique atento para isso não acontecer com você! Antes de trocar a sonda é preciso fazer um diagnóstico completo no motor, pois essa alteração pode vir de outros sensores ou até mesmo indicar que o combustível utilizado é de má qualidade.

Quer saber mais sobre a sonda lambda? Confira nos vídeos do Mecânica Fácil!

 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Muita atenção para a suspensão

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Seu carro está com algum barulho diferente ou de uma hora para outra você sentiu algum desconforto na hora de dirigir? Fique atento. O problema deve estar na suspensão do seu possante. E quando entendemos os sintomas, fica mais fácil identificar o problema para solucioná-lo a tempo.

Como já conversamos nesse post, as molas e os amortecedores são os primeiros que recebem o impacto causado pelos buracos de ruas e estradas irregulares.  O impacto é então transferido para as rodas do carro, que começa a trepidar.

Nesse momento entram em ação o braço oscilante e o pivô, que sustentam e servem de apoio à coluna da suspensão e auxiliam no movimento de sobe e desce das molas e amortecedores, inibindo possíveis ruídos.

Para segurar o carro em altas velocidades, a barra estabilizadora é a responsável por fazer a ligação entre a suspensão traseira e a dianteira, oferecendo a estabilidade do carro, tanto nas retas quanto nas curvas.

Não é muito difícil perceber quando algo está fora do eixo. Todas as peças quando estão  gastas fazem com que o carro perca a estabilidade e apresente ruídos na suspensão. Fique atento para perceber o problema cedo e, assim, não causar mais danos para o seu carro.

Ah, e se precisar de peças, você já sabe onde encontrar 😉 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Saiba mais sobre os diferentes tipos de freios

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Os tipos de freios se diferem de acordo com o tipo de câmbio. Em câmbios manuais, existem vários tipos com as mesmas funções, que é a parada. No câmbio automático, cuja  principal vantagem é que motorista não precisa mudar a marcha quando alterna a velocidade, isso acontece sozinho.

Na dúvida de qual tipo é o ideal para você? Conheça cada um deles e saiba mais sobre o seu funcionamento.

Câmbios manuais

Freio a disco: o disco é uma peça de metal plana, encontrado internamente em todas as rodas do carro. Quando o freio é acionado, o disco cola na pastilha de freio e são prensados contra a roda, fazendo-o parar.

Freio à vácuo: nesse tipo, existe o cilindro de freio, um pistão e uma haste. Esse cilindro recebe mudanças de pressão de ar, movendo o pistão contra a haste existente dentro dele. Esta haste é fixada às sapatas de freio e com o ar dentro do cilindro, o pistão transfere a força na haste do freio, fazendo a roda parar.

Freio a tambor: ao contrário do freio à vácuo, ele é impulsionado pela pressão de óleo. A haste se movimenta fazendo com que os “calços de travão” sejam prensados um com o outro, causando atrito no tambor rotativo ligado à roda. Assim, ao acionado o freio, a roda do carro para.

Freio ABS: é um sistema de segurança que, cuja função é evitar o travamento da roda do carro, deixando-o em contato com a superfície mesmo com a frenagem repentina. Para a sua segurança, esse sistema evita a derrapagem do veículo.

Câmbio automático

Proporciona ao motorista o descanso e a comodidade de passar a marcha do carro de acordo com a velocidade alcançada, automaticamente. Basta você se atentar ao que cada marcha significa: P – estacionar, R – marcha ré, N- neutro ou ponto morto e D- dirigir. Se for sair com o carro ou estacionar, por exemplo, você deve apertar o pedal do freio e colocar na marcha que precisar.

O tipo de freio do carro automático, na verdade, é a transmissão do torque – força – para o motor, por meio do sistema de engrenagens planetárias, compostos por três peças – a engrenagem central e duas engrenagens satélites – que juntas são capazes de reduzir altas velocidades.

Para melhor entender o uso do câmbio automático, assista o vídeo do Mecânica Fácil:

Aproveite essas dicas e  até a próxima!

Equipe Dispemec.com


O que fazer quando a luz da injeção eletrônica não apaga no painel

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Todo dono de carro já ouviu histórias sobre problemas com a injeção eletrônica. Se você não sabe como ela funciona, dá uma olhada nesse post que já publicamos aqui no blog da Dispemec. 

No painel, a injeção eletrônica é sinalizada com um símbolo que normalmente é um pequeno motor. Quando a gente liga o carro, é normal que a luz da injeção eletrônica acenda e logo se apague. Se depois de ligar o carro e começar a rodar, a luz voltar a acender, isso significa que seu carro está com um problema.

Se a luz da injeção eletrônica acender no painel, você precisa levar o carro até o seu mecânico de confiança. A verdade é que essa luzinha acende por uma série de problemas que podem acontecer. Como o Júnior explica no vídeo abaixo, a injeção é composta por vários sensores. Se um deles der problema, a injeção vai indicar com a luz no painel.

A principal dica que fica para o motorista é: a luz acendeu e não apagou? Procure seu mecânico! Só ele tem o equipamento necessário para encontrar o problema e indicar a melhor solução.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com

 


Cuidados essenciais com seu carro para uma boa viagem

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Vai viajar nessas férias? Então não se esqueça de fazer a revisão do seu carro. Pneus, freios e equipamentos de segurança precisam estar em dia para garantir uma viagem segura. Ah, e não se esqueça de usar o cinto de segurança e prender bem a cadeirinha das crianças!

Confira alguns cuidados essenciais para curtir com a família sem dor de cabeça:

Pneus: calibre os pneus de acordo com as determinações do fabricante para um carro cheio. Eles devem estar sem desgastes e bolhas.

Sistema elétrico: cheque todas as luzes do carro: setas, freios, luz de ré, farol alto e baixo, pisca-alerta. Veja também se as luzes do painel do carro estão funcionando devidamente.

Para-brisa: a palheta deve estar fluindo bem no vidro dianteiro e traseiro. Se não estiver, no caso de chuva, você não terá uma boa visão.

Equipamentos de segurança: além de estepe, vale conferir se o macaco e as ferramentas, como triângulo e chave de roda estão dentro do carro. Nunca se sabe quando precisaremos desses equipamentos, não é?

Alinhamento e balanceamento: se os pneus e as rodas não estiverem alinhados e balanceados, o volante irá tremer e o carro terá desgaste maior na viagem. Aproveite e peça para checar o sistema de amortecedores.

Freios: imprevistos e acidentes podem acontecer. Por isso é essencial que o sistema de freios esteja em excelente estado para que você não tenha problemas. Confira na revisão discos e pastilhas.

Fluidos: óleo do motor, transmissão, direção hidráulica e embreagem devem ser conferidos, além dos filtros. Veja se o nível da água de arrefecimento e de limpeza do para-brisa está bom. E não esqueça de conferir o reservatório de gasolina para partida a frio, no caso de veículos flex.

Veículo revisado e malas prontas? Agora é só entrar o carro e aproveitar a viagem!


Carros produzidos no Brasil podem custar metade do valor no exterior

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Parece mentira, mas não é. O mesmo carro produzido e vendido aqui no Brasil pode ser encontrado por praticamente a metade do preço no exterior. Culpa dos impostos? Não totalmente. Na verdade isso acontece por uma série de fatores.

Imposto: Sim, os altos impostos cobrados no Brasil tem boa parte da culpa do alto preço. No nosso país, os impostos correspondem a 32% do valor total do carro, contra a média mundial de 16%. A cada etapa da fabricação de um carro, os impostos entram em cena. Você tem um imposto na fabricação das peças, depois outro imposto na fabricação do carro e mais um na hora da venda. E assim temos o fenômeno do “imposto sobre imposto”, que encarece muito nossos produtos industrializados. 

Infraestrutura ruim: o deslocamento no Brasil sai muito caro. Nosso país tem muitas rodovias com pavimentação ruim e outras que são boas mas que têm pedágios caros. Não existe a opção das ferrovias – como em outros países – e nossos portos trabalham com uma demanda muito grande de produtos. Tudo isso ajuda a encarecer o produto final.

Preço da energia elétrica: depois dos aumentos que entraram em vigor no ano passado, a indústria brasileira passou a pagar, em média, R$ 543,90 pelo megawatt-hora (MWh), valor superior em 111,2% da média de preço cobrada nos outros 27 países que fizeram parte de um estudo desenvolvido pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).  

Margem de lucro Brasil: as margens de lucro nos carros no Brasil podem chegar a até 10%, segundo um levantamento feito pela consultoria IHS. O mesmo estudo mostra que a margem de lucro média do mundo é de 5%, enquanto nos Estados Unidos é de apenas 3%.

Levando tudo isso em conta, temos carros iguais com preços muito diferentes no Brasil e em outros países. Só para ilustrar, um exemplo rápido: no México um EcoSport 2.0 (Ford), versão Trend Automática (equivalente ao brasileiro “Freestyle 2.0 PowerShift”) custa R$ 55.752,58. No Brasil, o mesmo carro é vendido a R$ 79.800, uma diferença de R$ 24.047,42.

É triste, mas mesmo assim nada abala nossa paixão pelas quatro rodas!

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


Hatch ou sedã: qual o modelo mais econômico nas estradas?

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Quem procura um carro compacto para comprar com certeza também busca o mais econômico, ou seja, aquele que “bebe” menos combustível. Nessa hora, entra o dilema entre um modelo hatch ou um sedã.

O que muita gente esquece é de avaliar o seu costume e em que situações usam o veículo: só dentro da cidade ou se pega estrada com frequência…

O hatch, por exemplo, é bem compacto, fácil para estacionar e econômico para circular dentro da cidade, mas não é tão econômico assim nas estradas.

Já o sedã, é maior e às vezes um pouco mais complicado de achar vaga para estacionar, nos centros urbanos consome um pouco mais de gasolina que os modelos hatches, mas em compensação tem um porta-malas tamanho família e é muito mais econômico nas estradas. Ou seja, ideal para quem vive com o pé, digo, a roda na estrada.

E a gente explica porque isso acontece… o conceito dos sedãs é a aerodinâmica para, como todo bom superesportivo, ser potente, eficiente e veloz nas estradas. E os modelos hatches, por terem um desenho mais compacto e “seco”, exige mais força do carro para alcançar o desempenho aerodinâmico, ou seja, suportar e encarar a força contrária do vento, isso faz com que o carro acabe gastando mais combustível para ter um bom desempenho na estrada.

No caso dos sedãs, o formato da traseira com o volume a mais que o hatch, faz com que a força contrária do vento seja menos impactante para o desempenho do carro.   

Mas é claro que com as novas tecnologias e novas opções de engenharia e design, mesmo os carros hatches podem ter um excelente desempenho nas estradas, como é o caso do UP! 1.0 TSI, que é capaz de “dar um pau” em muitos sedãs nas estradas.

Por isso, na hora de escolher considere todas as informações passadas pelos fabricantes e avalie se está de acordo com o modo que você usará o carro. Se for pegar rodovias com frequência, procure os modelos com melhor desempenho nas estradas, que geralmente são os sedãs.

Mas fique de olho nos modelos hatches também, se o preço de um UP! 1.0 TSI zero ou modelo equivalente valer a pena, pode ser uma boa opção. Pois modelos mais novos assim tem o melhor dos hatches com praticamente o mesmo (ou melhor) desempenho da maioria dos sedãs nas estradas.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com