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Por que o motor flex faz mais ruído com álcool?

Dispemec motor flex

Donos de carros flex já devem ter observado: quando abastecem com gasolina, o carro funciona de maneira mais fluida, sem ruídos. Já quando o abastecimento acontece com álcool, a história é outra: o motor fica mais ruidoso e não funciona tão suavemente. Mas por que isso acontece? Estaria o etanol estragando o motor?

Na verdade não. Os carros flex estão totalmente preparados para receber tanto o etanol quanto a gasolina, por isso o uso de qualquer um dos dois é totalmente seguro.

A questão do ruído acontece pela natureza do combustível. A gasolina é naturalmente mais oleosa, por ser um produto derivado do petróleo. Já o etanol, que tem origem vegetal, é uma solução com menos viscosidade.

Na linguagem popular, a gasolina é classificada como “oleosa”, enquanto o álcool é “seco”.

Por ser menos lubrificante, quando é usado o etanol, existe mais atrito entre os componentes móveis do motor. Isso causa um nível maior de ruído e vibração.

O tipo de combustível, porém, não é o único fator que influencia no funcionamento do motor. O uso de aditivos, tanto para a gasolina quanto para o etanol, aumenta seu poder lubrificante. Tecnologias anti-atrito também auxiliam na diminuição da vibração e barulho.


Revisão preventiva de fim de ano no seu carro

revisao

Fim de ano combina com pé na estrada, e isso exige cuidados extras no carro, para garantir a segurança dos ocupantes.  Por isso, não se esqueça de fazer uma revisão preventiva, ainda que o veículo tenha saído há pouco da oficina. Pra facilitar a sua vida, fizemos uma lista com os principais componentes que precisam ser verificados. Mas atenção: não deixe para a véspera, pois nem sempre é possível providenciar a troca ou conserto de uma peça de um dia para o outro.

Comece pelas rodas e pneus. Verifique se há amassados nas rodas, que podem murchar os pneus. Nesse caso, um borracheiro dá conta do recado. Se houver trincas, é preciso providenciar a substituição da peça. Não adianta tentar consertar, hein! A roda trincada pode se soltar com o carro em movimento e fazer o motorista perder a direção, causando graves acidentes.

Aproveite para fazer o alinhamento e o balanceamento dos pneus e, para ficar no acostamento o menos tempo possível e em segurança, verifique se a chave de roda, o macaco e o triângulo estão funcionando perfeitamente. Por fim, não se esqueça de calibrar os pneus. A pressão costuma precisar de adequação durante as viagens, de acordo com o peso da bagagem e o número de passageiros. Ah, verifique também as condições do estepe e troque se houver bolhas. Nessas condições, o pneu pode fazer estourar durante o trajeto.

Óleos, combustível e outros fluidos
O motor é exigido mais na estrada que na cidade. Por isso, verifique o nível e a validade do:
– líquido de arrefecimento
– óleo do motor e transmissão
fluido de freio
– fluido da direção hidráulica
– fluido da embreagem
– nível do combustível do reservatório de partida a frio (carros flex)

Atenção: se a data de validade desses fluidos estiver próxima do vencimento, é melhor fazer a troca antes da viagem, ok? Também vale a pena verificar se não há vazamentos.

Faróis, lanternas e piscas também devem ser verificados e, caso algum não esteja funcionando perfeitamente, a troca deve ser realizada o mais rápido possível. Esse bom funcionamento e, ainda, o uso correto desses itens podem parecer detalhes sem importância, até pela pequenez das peças, mas uma pesquisa norte-americana concluiu, por exemplo, que o uso de farol baixo ligado durante o dia reduz em 12% os acidentes envolvendo pedestres e ciclistas e em 5% as colisões entre veículos.
Por outro lado, só use o farol alto em vias sem iluminação pública e diminua a intensidade da luz ao cruzar com outro veículo na direção contrária.

A correta higienização dos vidros também está na lista da revisão preventiva, pois a sujeira faz a luz refletir e dificulta a visão. Cheque, ainda, o nível do reservatório de limpeza e o estado das palhetas – se estiverem ressecadas demais, não vão fazer o adequado escoamento da água.
Caso o carro não tenha desembaçador de vidros, vale a pena levar um pano e líquido desembaçante.

Por fim, mas não menos importante, não ignore ruídos ou rangidos. Mesmo se o carro tiver acabado de passar pela revisão programada, vá a uma oficina e verifique de onde vem o problema, que pode estar na suspensão. Isso gera problemas de instabilidade no carro e, consequentemente, pode causar acidentes.

É surpreendente como detalhes fazem toda a diferença na hora de garantir a sua segurança e de toda a família. Compartilhe-os com seus amigos e, se tiver mais alguma dica (ou dúvida), escreva pra gente aqui nos comentários.

 

Até a próxima!

Equipe Dispemec


O que levar em consideração na hora de comprar tapetes automotivos

tapetedecarro

Na hora de escolher os acessórios pro carro, é mais importante levar em consideração a segurança do que a beleza dos itens.
Com o tapete automotivo, isso não é diferente. Até porque ele tem duas funções básicas: evitar que o pé do condutor escorregue e proteger o assoalho do veículo.
Pra que ele cumpra essas funções, precisa ser de qualidade e adequado a cada modelo de carro. Por isso, quando for comprar novos tapetes automotivos, veja se eles atendem a alguns pré-requisitos:

– Verifique se não trava os pés
Teste se o modelo tem o encaixe correto e o material indicado (antiderrapante), para não travar os pés.

– Forma de fixação
Existem 4 tipos de tapetes: sem fixação, fixados por presilhas, fixados por velcro e fixados com presilha e velcro.
O mais indicado é o fixado com presilha e velcro pois, numa situação de frenagem, ele não vai subir e travar os pedais.

– Posição do tapete em relação aos pedais
Veja se o tapete não fica muito em cima ou encostado demais nos pedais.

Além disso, assim como outras peças do carro, o tapete também é fabricado e fornecido de 3 formas diferentes:

– Genuíno
Um fabricante tem a autorização de uma montadora para produzir os tapetes e passa sempre por um rigoroso controle de qualidade.

-Original
A própria montadora do veículo fabrica o tapete.

– Paralelos
São fabricados por empresas que não têm vínculo com as montadoras.

Se você gosta de variedade, qualidade e cores, confira os diferentes tipos de tapetes automotivos que a Dispemec.com tem. Escolha o modelo compatível com o seu carro e coloque corretamente, sem atrapalhar o uso dos pedais.
Ah, e lembre-se: se o seu atual tapete incomoda, trava os seus pés ou encosta em algum pedal, é melhor trocar o quanto antes, pois um simples tapete que fica mal posicionado pode ocasionar acidentes sérios.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com

 


Conheça alguns tipos de graxa e pra que servem

graxa

Chega aquele momento em que você precisa de graxa para o carro ou pra moto, mas não faz ideia de qual comprar e como escolher a mais adequada. Então, a gente vai te ajudar.
Mas, antes de saber mais sobre alguns tipos de graxas, vamos entender o que é. Trata-se de um lubrificante à base de óleo e engrossado com componentes orgânicos e inorgânicos para dar a espessura necessária para a graxa, que geralmente é usada onde não é apropriado o uso de lubrificante líquido.

Os objetivos da utilização das graxas são:

– Redução do desgaste e atrito das peças
– Proteção contra ferrugem
– Diminuição dos ruídos e vibrações
– Vedação contra sujeira e água

Para saber qual graxa é melhor para o seu veículo, é sempre bom conferir se as especificações das peças são compatíveis com a informação da embalagem.
Pra te dar uma mão, vamos falar um pouco sobre alguns tipos:

Graxa branca de spray
graxa de spray da Onix é mais usada para proteger as peças e eliminar ruídos.

Graxa de múltiplas aplicações
graxa do tipo NLGI 2, da Marfak, é recomendada para lubrificação de rolamentos dos automóveis, equipamentos agrícolas e industriais. É considerada múltipla por sua usabilidade em diferentes peças e por ter boa resistência à lavagem por água.

Graxa de sabão de lítio
Tem um elevado percentual de lubrificantes sólidos em combinação com outros aditivos de extrema pressão. Tem bom desempenho tanto com carga elevada e velocidade alta, quanto com carga baixa e velocidade reduzida.
Geralmente, serve para uso múltiplo em veículos, para rolamentos, peças universais, cubos de roda e pinos. Na loja online da Dispemec, há três opções: LubraxMolykote e Molytour, que é branca e com aditivo contra corrosão e oxidação.

Graxa para altas rotações
Molysil tem uma graxa em spray especial para correntes que funcionam em altas rotações, como correntes de transmissão industriais e de motocicletas. É muito resistente à água e ao calor, por isso é indicada para o uso em bicicletas também.

E aí sobrou alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários. 😉

Grande abraço,
Equipe Dispemec.com


Entenda melhor o que são peças genuínas, originais e genéricas

tiposdepecas

Você sabia que as montadoras nem sempre produzem todas as peças usadas nos veículos? Elas costumam comprar grande parte das peças de outros fabricantes, previamente selecionados, que fornecem tanto para o mercado de atacado como o de varejo. A diferença é: quando a venda é feita para uma montadora, as peças constam como genuínas, ou seja, recebem a marca da própria montadora.
Sabendo disso, fica mais fácil escolher a mais indicada pro seu carro quando chegar a época de trocar ou consertar algum item específico.
Pra isso, vamos entender melhor a diferença entre peças genuínas, originais e genéricas:

Genuínas
Elas têm as especificações e características técnicas exigidas para cada peça usada na linha de montagem de cada carro. Constam como exclusividade da marca, que exige que a comercialização deste tipo de peça seja feita apenas em redes de concessionárias autorizadas.

Originais
As peças originais podem ou não apresentar as mesmas especificações técnicas das peças genuínas, o material usado pode ser diferente, a durabilidade varia, etc. No mercado automotivo, podem ou não levar a marca da montadora, mas sempre são itens indicados pelas fabricantes de carros.

Genéricas
Muita gente conhece como “peças alternativas” e geralmente são comercializadas no mercado paralelo, sem a homologação das montadoras, mas costumam apresentar a mesma qualidade das peças genuínas e originais e ainda têm um preço mais acessível.

E você, qual tipo de peça já precisou ou usou no seu carro?

Grande abraço,

Equipe Dispemec.com

 


Lâmpadas para carros: os tipos mais usados

modelolampada

Putz! O carro ficou ‘caolho’ e você precisa trocar as lâmpadas dos faróis, mas não faz ideia de qual tipo deve usar?

Primeiro, dê uma olhada na velha. O mais comum é que tenha alguma marcação na base ou na lateral indicando se ela é H1, H3, H4, H5, H7, HB3, HB4, HB11, 9005 ou 9006.

Isso já vai ajudar a saber exatamente qual tipo de lâmpada você precisa usar.

 

Quando se trata de lâmpadas de xênon, por exemplo, a usada é sempre a mesma, o que diferencia é a base.  E em alguns casos, usam-se lâmpadas de xênon e halogênio juntas, como é o caso do modelo H4/2, em que uma lâmpada serve para luz alta e outra para luz baixa, respectivamente.

Veja outros tipos de lâmpadas mais usadas:

H1

Tipo de lâmpada mais indicada para farol sem rabicho, geralmente é usada no Fiesta 1997/1998 para farol alto e baixo.

H4

É uma das mais usadas e tem a versão Cool Blue, com luz mais branca e brilhante. Esse tipo de lâmpada, geralmente, é utilizado para farol alto e baixo em modelos como Spin, Celta, Corsa Classic, UP!, Fox, SpaceFox, Saveiro G2.

H7

Essa já é mais usada em carros como: Santa Fé, Veloster, Fluence, Xantia, Sportage.

HB3

Normalmente, essa lâmpada é usada em veículos como o City, para farol alto. Na Range Evoque, é usada para o farol alto e farol de milha.

HB4

Tem um PT Cruiser? Pode usar essa lâmpada para o farol alto e a HB3 para o farol baixo. É uma lâmpada que pode ser usada em modelos como a RAV4, da Toyota.

E uma última dica: se você não conseguiu visualizar na lâmpada antiga a marcação com o tipo, consulte o manual do veículo. Lá constam as informações das peças originais de cada carro.

Tem mais alguma dúvida ou dica para um amigo? Deixe aqui nos comentários. A sua dúvida pode ser a mesma de muita gente e se você nos contar, podemos respondê-la nos próximos posts!

Grande abraço,

Equipe Dispemec.com


Check list para a inspeção do sistema de freios

checklist_freio

Que o sistema de freios é um dos principais componentes para a segurança, todo mundo sabe. Mas sempre tem algum item que a gente esquece de pedir pro mecânico avaliar na hora da inspeção.

Pra te dar uma mãozinha, fizemos esse check list com os componentes essenciais (dianteiros, traseiros, de fricção e hidráulicos) do sistema de freios.

Então, se liga na lista e use sempre que for realizar as revisões dos freios:

Pastilhas

– Discos

– Pinças

– Cilindro de roda

– Cilindro flexíveis

– Rolamento de roda

– Sapata ou Lona

– Cilindro mestre

– Tambor ou Eixo

– Patim

– Servo freio

– Válvula de retenção de vácuo

– Válvulas e equalizadores de pressão

– Fluido de freio

– Reservatório de fluido

Luz de freio

Além de ter em mãos essa listinha com os principais itens que podem precisar de reparos, é importante saber quando devem ser inspecionados.

Por exemplo, os problemas mais comuns ficam por conta da pastilha e dos discos do freio. A gente fala um pouco mais sobre eles neste vídeo. Dá o play aê:

 

Para os outros itens, vale a pena consultar o manual do carro. Com os dados das revisões em mãos, não se esqueça de questionar quando algum item não for trocado. Mas uma regrinha geral é: mesmo que o seu carro esteja “tinindo”, o aconselhável é realizar a revisão do sistema de freios a cada 10 mil km rodados – isso pra quem roda bastante com o carro, dentro e fora da cidade. Assim você garante a sua segurança e a de todos os que cruzarem o seu caminho.

 

Por fim, mas não menos importante, é preciso reconhecer quando o carro está com problemas no sistema de freios – ele começa a dar alguns sinais antes de perder completamente sua capacidade de frenagem. Leve o carro para uma revisão se:

– O pedal ficar muito duro

– O carro puxar para um lado

– A luz do painel acender

– O pedal “descer” e ficar muito baixo

– Tiver que completar o fluido com frequência

– Perceber queda na potência do freio

– Houver vazamento nos cilindros ou nas mangueiras

– Perceber que a “roda está presa”

– Começar a escutar fortes ruídos no carro

– Intensidade de vibrações e rodas tremendo em baixa, média e alta velocidade

Esses são sinais básicos e clássicos de um veículo com problemas em algum componente do sistema de freios. E a melhor maneira de resolver isso é procurando um mecânico de confiança ou a montadora, para realizar as inspeções, revisões e trocas necessárias.

Gostou deste post? Então compartilhe com os amigos e contribua para um trânsito mais seguro!

Um forte abraço!

Equipe Dispemec.com


Por que trocar o filtro de ar do motor regularmente?

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Seu carro está perdendo potência na retomada de velocidade? Ou o consumo de combustível teve um aumento súbito? Pode ser que esteja na hora de substituir o filtro de ar do motor. Mas você deve estar se perguntando: um filtro de ar tem tanta influência assim no desempenho do carro?

 

Sim, e muito mais, como vamos mostrar. O filtro de ar do motor é responsável por conter as impurezas do ar aspirado pelo motor, permitindo que somente o ar limpo entre na câmara de combustão. Caso isso não aconteça, o propulsor tem de fazer mais força para puxar o ar e, consequentemente, o carro consome mais. Além disso, motor com sujeira é certeza de menos potência.

O ideal é trocar o filtro de ar a cada 10 mil km rodados, se rodar em vias urbanas e 5 mil km, se o carro rodar mais em estradas de terra. Para quem roda tanto na cidade quanto na zona rural, o recomendado é trocar a cada 7.500 km ou a cada seis meses, se o motorista se perdeu nas contas dos quilômetros rodados.

O filtro de ar é uma peça de baixo custo. E o procedimento de substituição é bastante simples, mas se não for realizado, pode causar danos não só nos pistões, mas também nos cilindros, nas válvulas e nos mancais, entre outras peças.

Mas a situação pode ficar mais grave: não substituir o filtro de ar do motor adequadamente pode fundir o motor.

 

Essa dica é simples, mas tão fundamental para a preservação do seu veículo, pode ajudar e muito seus amigos e familiares. Então, compartilhe.

 

Grande abraço,

 

Equipe Dispemec.com


5 dicas (que quase ninguém conta) para quem viaja muito

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Você passa boa parte do tempo na estrada? Então, seu carro e você merecem cuidados extras, para evitar aquele famoso “Pois éééé” no acostamento.

Sendo assim, engata a segundona e siga as nossas dicas, para você aproveitar a viagem e voltar seguro para casa.

 

Pneus

– Calibragem com carga

Tá com muita bagagem? Isso altera a calibragem do pneu, que precisa estar correta para garantir a aderência, a estabilidade e até evitar que o pneu escape da roda numa curva mais acentuada. Outra vantagem é que carros calibrados corretamente gastam menos combustível.

Cada carro tem uma especificação correta para calibragem com e sem carga. Você pode verificar essa informação no manual e na tampa do combustível. O ideal é calibrar já com as bagagens no carro e os pneus frios – menos de 3 km rodados. Ah, e não esqueça do estepe.

 

– Troca rápida

Apesar de todos os cuidados, o pneu furou! Uma situação nada incomum para quem roda muito nas estradas brasileiras, nem sempre em bom estado de conservação.

Para facilitar a sua vida, existem chaves de roda alongadas, que diminuem a força que você tem de fazer para soltar ou apertar os parafusos. É, literalmente, uma mão na roda. Afinal, quanto menos tempo parado no acostamento, melhor para a sua segurança.

Troca de Óleo Antecipada

Suas viagens incluem estradas de terra, com lama, poeira ou barro? Ou você pega longos engarrafamentos? Nessas situações, chamadas de “uso severo”, a troca do óleo do motor deve ser efetuada na metade do prazo indicado.

E atenção para mais um detalhe. É preciso trocar o óleo e, necessariamente, o filtro do óleo. Essa medida simples tem um ótimo custo benefício, pois evita o desgaste de peças de custo elevado.

 

Calha de chuva

Se a temperatura estiver baixa, é muito chato deixar o ar condicionado ligado, para evitar que o para-brisa embace – ainda mais se você estiver com crianças e o percurso for longo.

Se o carro não vier equipado com ar, a situação piora, pois o motorista acaba se molhando ao deixar o vidro aberto ou o ar fica abafadão!

Com a calha de chuva, você pode deixar uma boa fresta aberta, até 4 cm. O carro vai ficar ventilado e as gotas não vão te molhar.

Sono ao volante

Estatísticas mundiais mostram que entre 26% e 32% dos acidentes de trânsito são provocados por motoristas que dormem na direção. Para se ter uma ideia, 19 horas de privação de sono causam uma queda no desempenho equivalente à ingestão seis copos de cerveja.

O ideal é dormir de maneira regular, de 7 a 9 horas. Mesmo assim, caso perceba que o sono está chegando, os especialistas recomendam cochilos de no máximo 15 minutos, principalmente nos horários em que, segundo os pesquisadores, corremos mais risco de sermos vencidos pelo sono: entre 12h30 e 14h e das 22h às 6 da manhã.

Conhece alguém que vive na estrada? Que tal compartilhar este post com ele e evitar o desgaste do carro e acidentes?

Até o próximo post!

Equipe Dipemec.com


Pane elétrica: principais causas e soluções

pane-eletrica-chupeta

Seu carro te deixou na mão bem no dia em que você tem um compromisso super importante? A gente sabe que enfrentar uma pane elétrica é difícil, mas mantenha a calma. Na grande maioria das vezes, não é nada grave. E dependendo do caso, você mesmo pode sair da situação de emergência e chegar à oficina mais próxima.

Como um motorista prevenido vale por dois, a gente te passa uma lista dos principais componentes que podem dar defeito e gerar uma pane elétrica. Assim, na (primeira) próxima pane, você não é pego de calças curtas. Vamos lá!

 

Bateria – Bateria descarregada é a razão mais comum de pane elétrica. É fácil identificar: o carro não faz nem o barulho típico do motor de partida e as luzes internas ficam bem fracas ou nem ligam.

O problema pode ser causado pelo desgaste natural da peça ou porque o motorista esqueceu alguma luz ligada durante a noite, por exemplo. Se for possível, uma dica é fazer uma recarga rápida na bateria, a famosa “chupeta”, para chegar até o  mecânico, que fará o diagnóstico e providenciará a troca, se necessário.

 

Veja como se faz a “chupeta” neste vídeo:

 

Alternador –  Outro motivo da pane pode estar no alternador, responsável por transformar a energia mecânica em energia elétrica e, assim, carregar a bateria.

Os “sintomas” desse problema no alternador são parecidos com os da bateria. Mas, no geral, é possível percebê-los com o carro em movimento: as luzes vão diminuindo e o motor falha. Portanto, fique de olho.

Nem sempre é preciso trocar a peça inteira, pois o defeito pode estar em algum componente do alternador, como o regulador de tensão, por exemplo.

 

Correia  do alternador – Responsável por transmitir a força do virabrequim para a polia do alternador, ela pode ressecar, por ser feita de borracha. Esse ressecamento gera pequenas rupturas que, por fim, podem causar fazer a peça se partir. Aí, é pane elétrica na certa.

Fique atento às mudanças que aparecem: a bomba d´água para de funcionar – que leva ao superaquecimento do motor – e a bateria não é carregada. Em alguns modelos de carro, também a direção hidráulica e o ar condicionado param de funcionar

 

Injeção eletrônica – A luz do painel acendeu e o carro parou? Esse sintoma significa que o sistema de injeção está com problemas. Aí, não tente mexer. Apenas um mecânico especializado pode resolver o problema.

 

Vale ressaltar que a manutenção em dia impede a grande maioria dos problemas que levam à pane elétrica.

E pra nenhum dos seus amigos e familiares não entrar em pane durante uma pane elétrica, compartilhe este post com eles.

 

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com