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Direção defensiva em 7 itens

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Acidentes de trânsito não são somente obras do acaso. Eles acontecem, na maioria das vezes, por um conjunto de fatores que podem ser evitados.

Atualmente, 64% dos acidentes acontecem por problemas com o condutor, 30% por problemas mecânicos e apenas 6% por problemas nas vias. Só no Brasil, durante o período de 2002 à 2012, o número de óbitos por acidentes de trânsito cresceu 38,3% e desde então, vem crescendo gradativamente a cada ano.

Entre os principais motivos para esses dados, estão:

– Pressa

– Imprudência

– Efeito do álcool ou entorpecentes

– Inexperiência

– Falta de conhecimento do local

– Não usar o cinto de segurança

– Falta de atenção e observação

São dados alarmantes, mas que podem ter uma queda. Tudo depende da atitude de cada motorista.

Por isso, listamos 7 itens importantíssimos da direção defensiva:

1.   Manutenção preventiva

Faça todas as revisões e manutenções necessárias no seu veículo, principalmente, antes de viajar.

Verifique freios, pneus, parte elétrica e tudo o que pode comprometer o desempenho do carro.

2.   Use cinto de segurança

Não importa se você fará uma viagem longa ou uma voltinha no quarteirão. Use sempre o cinto!

E, sempre verifique se ele não está desgastado ou com algum defeito.

Para quem tem filhos, nada de levar as crianças soltas. Os mais novinhos devem estar no bebê conforto, depois, conforme o pequeno for crescendo, passe para as cadeirinhas indicadas para cada idade.

Banco da frente somente após os 10 anos de idade e se não houver a possibilidade de ir no banco traseiro.

3.   Condições da pista

Fique de olho na pista, e redobre a atenção nas curvas, trechos escorregadios, cruzamentos, obras e desvios nas ruas.

Em vias urbanas, obedeça a sinalização e observe os pedestres. Já em estradas rurais, observe as condições, mantenha o foco e preveja situações de risco.

Nas rodovias e serras, mantenha sempre a distância segura do veículo à sua frente. Uma distância calculada entre 2 e 6 segundos pode evitar colisões e salvar vidas.

4.   Ultrapassagem e alta velocidade

Realize ultrapassagens apenas nos locais permitidos e em que você consiga visualizar toda a ação.

Jamais dirija acima do limite de velocidade permitido. Até porque, como diz aquele velho ditado popular: “é melhor chegar atrasado nesta vida do que adiantado na outra”.

5.   Fatores externos

A luz do Sol costuma atrapalhar um bocado quem está dirigindo e, pode confundir ou tirar completamente a sua visibilidade, o que facilita acidentes. Por isso, use as palas de proteção do seu carro e óculos escuros.

Agora, se pegar estrada com chuva ou neblina, redobre a atenção, reduza a marcha, acenda os faróis de neblina e, se for o caso, pare o carro e espere o mau tempo passar.

6.   Sinalização

Mantenha todos os itens do sistema de iluminação funcionando, principalmente, faróis, lanternas e setas. Eles são sua comunicação com os outros motoristas.

Setas, isso mesmo. Use as setas! Pois quem está atrás ou do seu lado, não faz ideia do que você pretende fazer.

Portanto, sinalize! Ah, os pedestres também agradecem!

E, lógico, não esqueça do triângulo. Em caso de colisão ou alguma parada por defeitos no veículo ou outros motivos, coloque-o. Ele é um alerta que pode evitar um problema ainda maior.

Se você ainda tem dúvidas sobre as luzes, principalmente,  a regulagem dos faróis, confira este vídeo:

Regulagem dos faróis – Mecânica Fácil

7.   Condições do motorista

A partir do momento em que você se propõe a dirigir, deve ter em mente que precisa estar em perfeito estado físico e mental para isso.

Sendo assim, não dirija se estiver:

– Sob o efeito de álcool ou remédios

– Com sono ou cansaço extremo

– Perturbações físicas

– Medo, insegurança ou inabilidade

– Estado emocional alterado

E, jamais dirija falando ao telefone celular. Isso reduz a atenção e aumenta o risco de colisão.

A direção de um veículo pode ser letal se o motorista não tomar todos os cuidados necessários para a própria segurança e de todos os outros.

Por isso, tenha sempre em mente estes 7 itens básicos e repasse essa informação para seus amigos e familiares. Pequenos cuidados fazem toda a diferença!

Grande abraço!

Equipe Dispemec.com


As melhores alternativas para curtir um som no carro

carro_som

Tem coisa mais gostosa do que pegar o carro, colocar uma música bacana pra escutar e cair na estrada?

 

Dirigir com um som rolando é show de bola, mas tem gente que exagera e ultrapassa os limites sonoros que a Lei exige.

Segundo o artigo 228 da Lei 9.505/97 do Código de Trânsito, não é permitido o uso de equipamento de som em volume ou frequência que não sejam autorizados pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito).

Como aquelas caminhonetes que circulam por aí com equipamento de som, sem autorização e com o volume muito alto, além de carros comuns que têm o som superpotente e extrapolam os decibéis.

Quem não se enquadra no que a Lei estabelece, pode levar uma multa por infração grave e ainda ter o veículo apreendido. Além do papelão por andar com o som muito alto.

Mas, como escutar música é muito bom, principalmente no carro, daremos dicas de alguns aparelhos e acessórios que se enquadram no bom uso de som automotivo que a Lei pede e ainda são modernos e de qualidade. É uma ótima alternativa para quem quer um som potente mas que esteja de acordo as exigências.

Bom, vamos lá…

Se você é do tipo de pessoa que gosta de escutar apenas um sonzinho direto do seu pen-drive ou celular, o bacana é optar por um rádio mais em conta, com entrada USB  e bluetooth.

 

Agora, se quiser um pouco mais de potência no som, pode optar por instalar alto-falantes extras ou até colocar um subwoofer – se você achar que o grave não está tão bom. (Só não exagera no volume depois!)

Já para quem gosta de colocar um dvd para o carona ou para as crianças, mas não quer nenhum aparelho muito grande, tem um player de 3 polegadas que é ótimo!

E, claro, há os players convencionais, com uma tela um pouquinho maior, entrada USB e bluetooth que atendem a necessidade da maioria das pessoas.

Agora, para quem tem um carro maior e quer entreter a criançada e quem mais estiver no banco de trás com uma tela de TV digital, pode optar por este player da Pioneer que é retrátil e perfeito para quem está no banco traseiro.

Enfim, existem opções para para todos os gostos e bolsos. Mas é bom lembrar da importância de um profissional para realizar as instalações.

Por hoje é isso pessoal!

Grande abraço!

Equipe Dispemec.com


Técnicas indispensáveis para você mesmo conservar a pintura do carro

limpeza_carro

Que os carros precisam de cuidados, principalmente quanto à sua parte mecânica, isso nós já sabemos. Até porque manter as revisões em dia é primordial para a segurança de todos.

Resolvida essa parte, é hora de cuidar do visual da sua máquina!

Conservar a pintura e limpar bem por fora e por dentro fazem parte da rotina de quem tem carro.

Você lembra que, antigamente, a pintura original dos veículos ficava fosca rapidinho? Pois é…

Hoje isso é mais difícil de acontecer porque a qualidade do verniz melhorou e muuuito. Por isso, atualmente, os carros ficam parecendo novos por mais tempo.

Mas, mesmo assim, existem alguns cuidados que ajudam a manter a aparência bonita, como:

  • Deixar o carro em locais cobertos.
  • Usar capas para proteger tanto dos raios solares como da chuva, principalmente se for de granizo.

Além disso, comece a fazer a lavagem a seco. É uma maneira prática, ideal para quem mora em apartamento ou não tem uma garagem grande, econômica e ainda evita o desperdício de água!

 

Confira o passo a passo:

– Mantenha o carro frio e na sombra antes de começar a lavar.

– Retire os resíduos maiores que possam arranhar o veículo no atrito com o pano.

– Aplique o produto, de preferência, direto na luva ou no pano de microfibra.

– Passe o produto em movimentos circulares e sem muita pressão.

– Limpe sempre de cima para baixo. Comece pelo teto e desça para o capô e as laterais.

– Antes de secar, passe outro pano para retirar o excesso do produto

– Para finalizar, use um pano limpo e seco para dar brilho.

 

Para os carros que estão muito sujos, vale a pena fazer a lavagem do tipo rinseless wash, que usa água, porém em pouca quantidade.

 

Dois baldes são mais do que suficiente. Um é usado para umedecer a luva ou o pano de microfibra junto com os produtos, como o shampoo automotivo. O outro é usado para retirar o produto do veículo antes de começar a encerar.

Ah, jamais use detergente ou sabão em pó para lavar a sua máquina. Eles têm componentes que, com o tempo, deterioram a tinta do veículo.

Já os carros que estão com muito barro, o ideal é levá-los para um lava-rápido. Lá, os funcionários conseguem erguê-lo e retirar todo o barro que ficou na parte de baixo, além de eliminar a sujeira da lataria externa sem arranhar a pintura.

Os produtos usados para as lavagens a seco ou do tipo rinseless wash podem ser aplicados em carros de todas as cores em verniz.

Somente os de cor prata precisam de mais cuidados na hora de lavar e polir, pois neles é mais difícil de enxergar algumas manchas.

Para encerar o veículo, há duas possibilidades:  mensalmente, se for com produtos comerciais, ou a cada seis meses, com produtos profissionais e bem aplicados.

Caso contrário, pode deteriorar a tinta e custar uma nova pintura.

 

Mais uma dica: para tirar adesivos dos carros, use uma espátula plástica e depois faça um polimento com cera.

 

Por fim, já que o assunto é limpeza, dê uma conferida neste outro post: lavar o motor, pode ou não pode?

Um forte abraço!

Equipe Dispemec.com


Extintores ABC: nova prorrogação

extintores

A prorrogação de 90 dias da lei que obriga a troca dos extintores de incêndio para modelos do tipo ABC terminou ontem. Porém a resolução 521/2015 publicada pelo Contran – Conselho Nacional de Trânsito, no dia 25 de março no Diário Oficial da União, determina a nova prorrogação da lei até o dia 1º de julho de 2015.

Do início do ano para cá, os consumidores estão tendo muitas dificuldades para encontrar os produtos. Isso porque as indústrias regulamentadas para a fabricação dos extintores no Brasil vêm enfrentando sérios desafios para atender à demanda gerada pela obrigatoriedade.

Esse também é o motivo do aumento expressivo no valor do produto praticado pelos fabricantes.

Mesmo ciente do aumento dos preços dos extintores, a Dispemec está se esforçando para atender às necessidades dos clientes que desejam se enquadrar às novas normas. Segundo a nova lei, todos os carros devem ter o extintor de incêndio do tipo ABC. Antigamente, o mais usado era da categoria BC.

O pó do extintor BC consegue apagar apenas o fogo gerado a partir de líquidos inflamáveis e sistemas elétricos, enquanto o ABC, exigido pela nova lei, também controla chamas em plástico, madeira, papel, tecidos e borracha.

O motorista que for pego descumprindo a lei comete infração grave, recebe multa de R$ 127,00 e ainda perde cinco pontos na CNH. Lembre-se, ainda, de que a validade do extintor é de cinco anos.

É preciso, também, sempre dar uma olhada no manômetro e conferir a pressão.

E mais uma dica: na hora de adquirir o seu extintor é importante verificar se ele contém o selo do Inmetro.

Um abraço!

Equipe Dispemec


Você sabe a diferença entre direção hidráulica, eletro-hidráulica ou elétrica?

direção

Fazer uma baliza era um tormento há algumas décadas. O esforço era tanto que poderia ser comparado aos exercícios de uma academia, de tanta energia que o motorista gastava.

Com o avanço da tecnologia e do investimento dos fabricantes, essa atividade ficou mais leve… Hoje, a maioria dos carros têm direção eletro-hidráulica ou totalmente elétrica.

Para entender um pouco melhor as facilidades, vamos ver como funciona cada tipo de direção:

Hidráulica

Tem uma bomba hidráulica que faz a pressão de óleo circular dentro da caixa de direção. Sempre impulsionada pela força do motor e, é exatamente aí que a lubrificação é feita pelo óleo, ajudando o motorista nas manobras.

O benefício é o maior controle do veículo, principalmente, a partir do momento em que as  montadoras começaram a fabricar modelos com direção hidráulica progressiva, o que deixa o volante mais estável quando o giro do motor é muito rápido.

O principal ponto negativo ainda é a necessidade de manutenções periódicas. Ao primeiro sinal de vazamento, ou quando o nível do óleo cair, a direção ficará pesada e alguns defeitos podem aparecer, como a volta do volante com dificuldade e a direção pesada.

Eletro-hidráulica

Esse sistema começou a ser usado por volta dos anos 90, porém muita gente ainda confunde com a direção elétrica. O seu funcionamento é mais parecido com o da hidráulica e utiliza uma bomba de óleo para ficar mais leve.

A diferença está nessa bomba, que é acionada por um motor elétrico do próprio sistema e não do motor do carro. Isso ajuda a evitar a perda de potência e ainda ajuda na economia de combustível.

Vale lembrar sobre a necessidade da manutenção periódica e uma atenção especial aos possíveis vazamentos.

Elétrica

Está presente na vida dos motoristas desde o início do ano 2000 e a sua principal característica é que não utiliza óleo e não depende do motor do carro na coluna de direção.

Funciona através de um motor elétrico fixado na caixa de direção, que comanda, por meio de sensores, as informações da velocidade do veículo e do giro do volante, deixando a direção mais leve.

É mais prático, funcional e ajuda na economia de combustível. Não precisa de óleo, mangueiras e correias.

O problema mais comum, que pode acontecer, é uma pane elétrica. O que deixará a direção muito pesada mas não vai travá-la.

Como podem ver, os três tipos têm seus prós e contras. Depende muito da escolha dos modelos e da preferência de cada motorista, já que a maioria dos carros são fabricados com direção elétrica ou eletro-hidráulica.

Uma dica: antes de comprar um veículo, informe-se sobre o tipo de direção que o modelo escolhido tem. Faça, também, um test drive para avaliar o desempenho de cada um.

Um grande abraço!

Equipe Dispemec


Selo do Inmetro nos carros, pra que serve?

inmetro veicular

Selo do Inmetro em carros! Isso mesmo, hoje, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia faz diversos testes nos veículos. No último ranking, o Brasil teve 583 modelos qualificados.

 A adesão é voluntária e algumas montadoras optam por não solicitar. Outras, até tem os modelos inscritos, mas não fixam o selo nos veículos, por não ser obrigatório. Só que as montadoras devem levar em consideração que o consumidor atual é preocupado com o consumo de combustível e isso pode interferir na hora da compra daquele carro novo.

 O Inmetro testa e qualifica os quesitos de consumo de combustível e emissão de poluentes numa escala de A à E, em que A é a melhor qualificação e E é a pior. Os testes são realizados com o carro tanto na cidade como na estrada.

Em carros flex, os testes servem para ambos os tipos de combustíveis. Por exemplo, o Volkswagen UP 1.0, eleito um dos mais econômicos, faz 13,5 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada, usando gasolina. Com etanol, faz 9,2 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada.

Os carros mais econômicos são classificados pelo Inmetro na categoria A e levam o selo verde do PBEV – Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.

A certificação é uma verdadeira mão na roda para quem está comprando. Assim dá pra saber, de fato, quais são os carros mais econômicos e menos poluentes.

Caso o modelo de sua escolha estiver sem este selo, você pode verificar no manual do carro. Se ele passou pelo teste do Inmetro, os resultados estarão lá!

Por hoje é isso, pessoal!

Um abraço!

Equipe Dispemec


Automático ou automatizado?

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Dirigir é algo prazeroso pra muita gente, principalmente, para quem gosta de testar o desempenho de cada veículo e as suas características.

Entre os itens avaliados pelos apaixonados por carros, há sempre uma questão que divide opiniões: câmbio automático ou automatizado.

Para te ajudar a entender a preferência de alguns motoristas, colocamos aqui, diferenças entre um tipo e outro.

No câmbio automático a transmissão de movimento do motor para o câmbio é feita por meio do conversor de torque, responsável pela força de giro do motor. E não tem embreagem, isso quer dizer que:

– A mudança de movimento para uma marcha menor tem a pausa mais breve;

– A saída e a troca de marcha são mais suaves e confortáveis;

– O arranque é mais forte em subidas.

Em contrapartida, o automático tem algumas desvantagens:

– Manutenção cara;

– O ar-condicionado deixa a rotação do motor alta, o que sobrecarrega o motor;

– Consome mais combustível.

 

Já o câmbio automatizado pode apresentar uma ou duas embreagens automáticas, que realizam a transmissão da marcha para o motor. Entre as principais características, temos:

– Trocas de marchas controladas por um módulo eletrônico e atuadores hidráulicos;

– Manutenção mais barata;

– O sistema é mais leve e ideal para carros menores;

– Consome menos combustível;

– No câmbio automatizado com duas embreagens a troca de marchas é ainda mais confortável e rápida.

E, claro, tem algumas desvantagens:

– Mais solavancos na troca de marcha, quando possui apenas uma embreagem;

– Devido ao controle eletrônico da embreagem, é fraco para inclinações. O veículo chega a voltar dependendo da subida.

 

Ah, é bom lembrar que ambos os tipos já contam com variações de até 9 marchas.

 

 

Um abraço e até o próximo post!

 

Equipe Dispemec


A obrigatoriedade e o uso do Airbag

Airbag

Em janeiro de 2014 tornaram-se obrigatórias no Brasil, a fabricação e a importação de  veículos com airbag duplo frontal, ou seja, um para o motorista e outro para o carona.

Na época, os carros fabricados com projetos anteriores à Lei, ganharam mais 5 anos para se  adequarem às novas normas. Já os veículos produzidos para exportação ficaram livres das obrigações.

 

Em busca de diferenciação, alguns fabricantes passaram a oferecer airbags adicionais para bancos traseiros, portas laterais e teto, assim como no encosto e nas laterais dos assentos frontais.

Pra quem não sabe, o airbag é acionado de acordo com a variação brusca da velocidade do automóvel ou pela intensidade da colisão. A desaceleração violenta aciona o sensor, permitindo que a bolsa de ar infle em menos de um segundo.

No ato, ficam protegidos o tórax e a cabeça do passageiro. E logo em seguida, o dispositivo começa esvaziar para facilitar a retirada de eventuais vítimas.

 

Para que o airbag funcione bem e a sua ação não seja comprometida, é bom ficar ligado em alguns detalhes:

– O motorista deve manter as mãos nas extremidades do volante. Mão no centro do volante, somente para usar a buzina.

– O carona não deve, em hipótese alguma, colocar os pés em cima do painel do carro. Além de dificultar a abertura correta do airbag, pode agravar os ferimentos no caso de uma colisão.

– Use sempre o cinto, ele é o principal item de segurança do carro.

 

É bom dar atenção também aos possíveis problemas que podem interferir no funcionamento correto do sistema do airbag:

– Alterações equivocadas na caixa de direção realizadas durante a manutenção.

– Defeitos no cabo de alimentação da bolsa do airbag.

– Cinta do airbag arrebentada.

– Alinhamento do veículo mal feito.

 

Vale lembrar que, quando o airbag precisa de reparos, a luz deste item acende no painel do carro. Assim ninguém esquece de mandar para a oficina.

 

Por hoje é isso, pessoal!

 

Um forte abraço.

 

Equipe Dispemec


Filtro de Combustível: para que serve e quando trocar?

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O filtro de combustível é um item que merece bastante atenção. Sua função é a de filtrar o combustível eliminando impurezas, água e pequenos sólidos (pó, ferrugem e sujeira), que podem comprometer o sistema de alimentação dos carros.

Essas impurezas obstruem o fluxo de combustível e chegam até os bicos injetores, o que pode trazer problemas como:

– Falha do motor;

– Redução do rendimento do veículo;

– Compromete o sistema de injeção;

– Deixa a marcha lenta irregular;

– Falhas constantes de aceleração.

Se o seu carro apresenta algumas destas falhas, é bom ficar de olho e pedir para um mecânico checar o filtro de combustível.

E antes mesmo que seu carro comece a falhar, fique ligado e verifique o filtro a cada 5 mil km rodados.

Os critérios de troca do filtro de combustível variam de carro para carro, cada fabricante determina um tempo de troca para a peça. Por este motivo, é bom consultar o manual do veículo. Também não custa lembrar: os modelos e tamanhos dos filtros variam de acordo com o modelo do seu carro.

A quilometragem ideal para a troca é entre 8 e 15 mil km. Marcação cerrada no filtro de combustível, pessoal!

 

Até o próximo post!

 

Equipe Dispemec