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Câmera de ré: praticidade e segurança na hora de estacionar

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A tecnologia virou uma aliada no universo automotivo e vem ajudando muito os motoristas. Um ótimo exemplo disso são as câmeras de ré, que estão sendo cada vez mais usadas.

O item deixou de ser um artigo para carros de luxos e está se tornando muito comum em carros populares. Saiba mais sobre esse item e suas funcionalidades:

Quais as vantagens de usar uma câmera de ré?

Entre as principais vantagens desse acessório, estão a praticidade e a segurança na hora de estacionar o carro. A câmera permite que você veja a distância e o que está atrás do veículo, isso facilita as manobras e ajuda a não ocorrer batidas e atropelamentos, principalmente de crianças e pequenos animais.

Existe mais de um modelo?

Sim! É possível encontrar no mercado três tipos de câmeras: a embutida no para-choque, a que é parafusada dentro do vidro traseiro e a que é colocada em cima da placa do carro. Todas funcionam da mesma maneira e podem ser instaladas em qualquer modelo de carro.

É preciso apenas verificar onde ela irá ficar menos visível e esteticamente mais harmoniosa em seu veículo.

Como é feita a instalação deste acessório?

Diferente do que muita gente pensa, a instalação é muito simples, pois exige a ligação de apenas dois fios: um ligado a entrada auxiliar do DVD e outra ao sistema que transmite a imagem da câmera para a tela.

Mas mesmo não sendo algo complicado, o mais indicado é que a instalação seja feita por um profissional, para evitar possíveis erros ou danos no sistema. O DVD é obrigatório para que a câmera funcione. Se o seu carro não possuir um, é possível instalar de maneira rápida e fácil em lojas especializadas.

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Aditivo do radiador: para que serve e quais os prazos de troca

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Você sabe para que serve o radiador? Esse sistema é responsável por controlar e manter a temperatura ideal do motor do seu veículo.

Mas, para funcionar da maneira correta, o radiador precisa de alguns cuidados e entre eles – talvez o mais importante – é a manutenção e troca dos fluídos, entre eles a água e o aditivo.

Os aditivos servem para evitar que o fluido de arrefecimento congele ou ferva, para que o radiador cumpra o seu dever com perfeição. Mesmo sendo tão importante, algumas pessoas tentam substituir o seu uso, alimentando o radiador apenas com água, o que pode prejudicar o funcionamento geral do veículo. Quer saber mais? Leia nossas dicas abaixo.

Existe mais de um tipo de aditivo para radiador?

Sim, o mercado automotivo oferece três tipos de aditivos para radiador: aditivos compostos por etilenoducol, aditivos orgânicos e aditivos sintéticos.

Os compostos por etilenoducol são os mais tóxicos para os seres humanos e para a natureza, os orgânicos são biodegradáveis (a melhor opção para o nosso planeta) e os sintéticos são produzidos em laboratórios e possuem uma duração maior do que os outros.

Qual o tempo de troca dos fluídos?

O tempo médio de troca é a cada 30 mil quilômetros rodados ou a cada um ano. Mas se você tiver dúvidas sobre a troca de fluídos do seu carro, o ideal é procurar um mecânico para fazer a avaliação do radiador.

Qual a quantidade ideal de aditivo?

Não existe uma quantidade exata, pois cada modelo de carro necessita de uma quantidade diferente. O ideal é que você consulte o manual do fabricante para não colocar uma quantidade menor ou maior do que o seu veículo precisa.

É permitido usar apenas a água no lugar do aditivo?

Apesar de ser misturado com a água do radiador, não é indicado usar apenas a água, já que ela não possui todas as propriedades do aditivo. Em caso de emergência, é claro que é melhor colocar a água do que deixar o radiador seco, mas pare no primeiro posto que você encontrar para acrescentar o aditivo e não deixar o seu carro ser prejudicado.

Agora que você sabe mais sobre a importância dos aditivos, preste atenção no seu radiador e mantenha seu veículo sempre em ordem.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Freios a disco: saiba a diferença entre cada tipo

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Todo mundo sabe para que funciona o freio, mas e o disco do freio, você conhece as funcionalidades?

Essa peça, que fica presa ao cubo da roda, é comprimida pelas pastilhas, para gerar o atrito necessário para fazer todo o sistema funcionar e frear o veículo.

Os discos também são responsáveis por distribuir o calor que vem das frenagens, para que as pastilhas e o próprio disco não sejam superaquecidos e tenham dificuldades para funcionar. É aí que surge as diferenças entre cada tipo de disco, confira:

Discos Sólidos

Como o nome já diz, esse modelo de disco é sólido, composto por uma única peça, feita de ferro maciço. Apesar de ser mais barato do que os outros, o disco sólido não suporta muito bem situações extremas, de altas temperaturas. Por isso, são usados em aplicações mais leves, como sedãs e SUVs de médio porte.

Discos Ventilados

Diferente do sólido, o modelo ventilado possui dois disco finos, que são unidos por uma câmara interna, que permite a passagem do ar. Essa câmara faz com que a peça seja resfriada com mais rapidez e corra menos riscos de superaquecimento. Os discos ventilados são usados em carro compactos mais potentes e em modelos esportivos.

Discos Perfurados

Os discos perfurados são os mais indicados para os modelos de alto desempenho. Isso porque esse modelo, além de também ser ventilado, possui pequenos furos em todo o disco, o que ajuda a manter a temperatura ideal em todo o sistema de freio.

Esse modelo também é muito mais leve do que os outros, mas todas essas vantagens são descontadas no valor, que pode passar dos R$ 40 mil, o que faz com que, até nos carros de luxo, o disco perfurado seja oferecido como um opcional.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Maneiras seguras de transportar animais de estimação no carro

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Quem tem um animal de estimação sabe que o bichinho acaba se tornando parte importante da família.

E em uma viagem de férias ou passeio de final de semana, o seu pet não pode ficar de fora.

Mas é importante lembrar que, assim como os seres humanos, os animais devem ser transportados com segurança. Quer saber como? Veja algumas dicas e saiba a diferença entre cada tipo de proteção para o seu bichinho.

Cinto de segurança

Não vá colocar o seu cachorro ou gato no cinto comum do segurança, pois eles são feitos para o corpo humano. Para o seu animal de estimação, procure os cintos de segurança próprios, que reduzem o risco do animal se ferir em um possível acidente.

Existem dois modelos, um que prende a coleira no cinto comum e outro que é completo, como um colete que é preso ao cinto do carro. Verifique apenas o tamanho do cinto, pois existem tamanhos específicos para cada tipo de porte animal.

Cadeiras e assentos

Se você tem um gato ou um cachorro de pequeno ou médio porte, ele pode ser transportado em uma cadeira de segurança. Elas são encaixadas ao banco do carro, o animal é colocado dentro com um colete que é preso a cadeira.

Caixa de transporte

As caixas de transporte são muito utilizadas, mas não basta colocar o animal dentro e deixar a caixa no banco, pois ela continuará solta e, em caso de acidente, será lançada do banco. A caixa deve ser colocada em um local em que fique fixa, como atrás do banco.

Dica: leve sempre os gatos dentro das caixas de transporte, pois os felinos se assustam com mais facilidades e precisam se sentir seguros durante um passeio de carro.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Dicas para conservar a pintura do carro

PinturaA pintura é uma das características que mais chamam a atenção no carro, ainda mais se ela estiver brilhante e conservada. Para preservar esse aspecto de “novo”, o motorista deve tomar alguns cuidados e não utilizar produtos agressivos e abrasivos em excesso.

Além das batidas, as alterações no clima também prejudicam a aparência do veículo. Para deixar a pintura do seu carro mais bonita, algumas dicas são importantes:

Cuidado na lavagem: Para evitar manchas e arranhões, deve-se utilizar pano de microfibra e xampu adequado. Produtos domésticos como detergentes, têm componentes químicos que não são adequados para o carro.

Enceramento: Todos os veículos saem de fábrica com uma camada protetora, sólida, metálica ou perolizada, que se desgasta ao longo do tempo. Para que essa proteção dure mais, o ideal é encerar o carro a cada dois meses ou seis lavagens. O processo deixa o veículo com mais brilho e pode ser realizado com cera sintética, politriz roto orbital (máquina que espalha a cera sobre a pintura) e cristalização.

Polimento: O procedimento revitaliza a pintura do carro, nivela o verniz (camada protetora) e é recomendado para eliminar manchas, oxidações e riscos. Esse método é realizado com uma massa abrasiva e politrizes em alto número de rotações, além de utilizar lixa d’água fina em alguns casos. É muito eficiente, mas deve ser executado com moderação, já que os produtos utilizados são abrasivos.

Vitrificação: A proteção da pintura através desse procedimento dura três anos e ocorre através de pequenas partículas de vidro que criam uma película de alta resistência que intensificam e mantém o brilho por mais tempo, além de proteger contra sujeira e raios UVA e UVB.

Evite capas: O uso exagerado pode arranhar a pintura na hora de tirar e colocar. Além disso, o veículo coberto por muito tempo pode gerar umidade e danificar.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com

 


Brasil tem aumento de 17% na produção de veículos no mês de julho

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Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção de veículos teve um aumento de 17,9% no mês de julho deste ano, comparado com o mesmo mês de 2016.

Entre janeiro e julho de 2017, foram vendidos mais de 1,48 milhões de carros, caminhões, ônibus e comerciais leves.

O que significa um crescimento total de 22,4% na produção de veículos automotores em geral entre o mês de janeiro até julho, um número muito significativo para o segmento.

Mas, aproximadamente um terço dessa produção foi levada para ser comercializada no exterior, o que fez com que o número de vendas não fosse tão alto quanto o de produção, chegando a apenas 1,9% em julho e 3,38% no ano.

gráfico Dispemec

De acordo com a Anfavea, a expectativa é que até o final do ano haja a produção de 2,61 milhões de unidades, o que significaria uma alta de 21,5% em relação ao ano passado. A previsão para as exportações até o final do ano, é que também continuem subindo, podendo chegar a até 35,6%, entre veículos e máquinas agrícolas.

Vendas no país

Mesmo com o aumento na produção, a estimativa de vendas teve um crescimento muito pequeno comparado às exportações. Comparada com 2016, as vendas subiram apenas 4%.

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com


Como identificar válvulas desreguladas no seu carro

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As válvulas são peças essenciais para o funcionamento do carro, pois são elas que permitem a entrada e saída de ar do motor.

Existem dois grupos dessa peça: as válvulas de admissão, responsáveis por puxar o ar para dentro do motor e as válvulas de escape, que fazem os gases acumulados saírem.

Antes das válvulas de admissão abrirem para permitir a passagem do ar, as válvulas de escape precisam fechar, ou seja, elas devem funcionar em perfeita sincronia. Mas, muitas vezes, os motoristas não percebem quando esse processo está desregulado e isso acaba prejudicando todo motor.

Quer saber como identificar possíveis falhas no funcionamento das válvulas? Confira nossas dicas e proteja o seu veículo!

Ruídos estranhos

Fique atento aos sons do seu carro, eles são o sinal mais óbvio de que há algo errado. Pequenos ruídos podem significar que a válvulas precisa de ajustes, como apertar peças frouxas. Se o barulho é forte, o problema pode ser mais grave. Mas, independente do caso, o carro precisa ser levado imediatamente até um mecânico.

Fumaça saindo do motor

Deu a partida e saiu fumaça do motor? Geralmente esse é o sinal do seu veículo de que as vedações das válvulas estão desgastadas e, provavelmente, permitiram que o excesso de óleo passasse pelo local errado.

Perda de potência

Válvulas desreguladas afetam o funcionamento de todos os sistemas presentes no motor, o que faz o veículo apresentar perda de potência. Muitas outras situações podem causar diminuição da potência, mas se isso vier junto com os ruídos, as chances de serem as válvulas são bem grandes.

Aquecimento repentino do motor

Como são responsáveis pela saída e entrada de ar, essa peça também ajuda a regular a temperatura do motor. Então pequenas falhas já  podem gerar aquecimento repentino e, consequentemente, aumento no uso do combustível.

É claro que a análise final deve ser sempre feita por um profissional, mas com alguns cuidados e um pouco de atenção você pode evitar problemas futuros e gastos desnecessários.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Carteira de motorista digital é aprovada pelo Contran

EBC / Agência Brasil

O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) aprovou, nesta terça-feira, 25 de julho, a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica, uma versão digital da CNH, nomeada de CNH-e.

De acordo com o Ministério das Cidades, essa versão do documento terá o mesmo valor jurídico do impresso e estará disponível a partir de fevereiro de 2018.

Para ter acesso a essa versão digital, os motoristas terão que baixar um aplicativo de smartphone e fazer o cadastro. Durante uma blitz, policiais e agentes de trânsito irão utilizar um sistema de assinatura com certificado digital ou um leitor de códigos QR para verificar a CNH-e.

O aplicativo está em fase de testes, para garantir o  funcionamento de um conjunto de padrões técnicos e irá usar a tecnologia da criptografia. A CNH digital tem como objetivo manter a segurança dos motoristas e evitar possíveis fraudes, como a clonagem.

O dispositivo ainda irá permitir que os agentes de trânsito consultem outros dados do indivíduo. Mesmo com o novo formato, a Carteira Nacional de Habilitação continuará sendo impressa e deve ser apresentada normalmente pelos motoristas.

Fonte da imagem: EBC/Agência Brasil

 

Até a próxima,

 

Equipe Dispemec.com

 


Gestantes: cuidados e dicas ao volante

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A gravidez é um período muito especial, que exige que algumas atividades comuns sejam feitas com mais cuidado, como dirigir.

O ideal, é que a mulher evite se estressar no trânsito ou se envolver em situações de forte impacto, como uma brecada brusca.

Mas para muitas pessoas, é impossível não utilizar o carro para trabalhar, estudar e fazer outras atividades diárias. E por mais que não exista leis de precaução para essa fase, existem alguns cuidados ao volante que podem tornar as trajetórias das futuras mamães mais seguras. Confira:

Período da gestação

Se a gestação não tiver nenhum risco ou complicação constatada pelo médico, a mulher pode continuar dirigindo até cerca do 8º mês. Depois desse período, o bebê já está comprimindo muito a bacia da mãe e o desconforto, cólicas e necessidade de fazer xixi aumenta – não sendo as melhores situações para estar dentro de um veículo.

Cinto de segurança

Em qualquer situação o cinto de segurança é essencial e diferente do que muitas pessoas pensam, durante a gravidez ele pode (e deve) ser usado normalmente. O seu posicionamento continua o mesmo: a faixa diagonal passa pela linha dos ombros e pelo meio do peito, já a faixa horizontal fica logo abaixo da barriga.

Mesmo que a barriga esteja muito grande, o cinto continua sendo obrigatório, tanto para a mamãe que for dirigir quanto para a passageira. Como o cinto não passa pelo meio da barriga, não afeta em nada o bebê, só ajuda a protegê-lo em caso de impacto.

Distância do banco

O banco precisa estar em uma distância confortável e que acomoda a barriga, preste atenção apenas se a distância não irá atrapalhar o contato com os pedais. A posição do banco também deve estar confortável, mas o quanto mais reto estiver o apoio das costas, mais reta sua postura ficará e menos dores irá sentir.

Mesmo que a gravidez não tenha nenhum risco, dirija apenas quando realmente for necessário. Não exagere na velocidade nem no tempo que passará no trânsito, todo estresse deve ser evitado nessa fase.

Até a próxima,

Equipe Dispemec.com


Por que o motor flex faz mais ruído com álcool?

Dispemec motor flex

Donos de carros flex já devem ter observado: quando abastecem com gasolina, o carro funciona de maneira mais fluida, sem ruídos. Já quando o abastecimento acontece com álcool, a história é outra: o motor fica mais ruidoso e não funciona tão suavemente. Mas por que isso acontece? Estaria o etanol estragando o motor?

Na verdade não. Os carros flex estão totalmente preparados para receber tanto o etanol quanto a gasolina, por isso o uso de qualquer um dos dois é totalmente seguro.

A questão do ruído acontece pela natureza do combustível. A gasolina é naturalmente mais oleosa, por ser um produto derivado do petróleo. Já o etanol, que tem origem vegetal, é uma solução com menos viscosidade.

Na linguagem popular, a gasolina é classificada como “oleosa”, enquanto o álcool é “seco”.

Por ser menos lubrificante, quando é usado o etanol, existe mais atrito entre os componentes móveis do motor. Isso causa um nível maior de ruído e vibração.

O tipo de combustível, porém, não é o único fator que influencia no funcionamento do motor. O uso de aditivos, tanto para a gasolina quanto para o etanol, aumenta seu poder lubrificante. Tecnologias anti-atrito também auxiliam na diminuição da vibração e barulho.