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Saiba o que revisar ao comprar um carro usado


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Comprar um carro usado pode oferecer algumas vantagens, como o baixo preço de compra, do seguro e da documentação. Mas essas vantagens podem se tornar prejuízo se o comprador não fizer a revisão nas partes certas do veículo. Confira nossas dicas para não ter problemas com o seu semi-novo.

Correia Dentada

Como já falamos aqui, a correia dentada é responsável por manter a sincronia entre o comando de válvulas e o virabrequim. E os seus defeitos chegam de maneira silenciosa, sem dar sinais imediatos. Por isso, a verificação imediata desta peça é importante, afinal o antigo dono pode não saber que a peça está com algum problema.

Velas de Ignição

Para evitar que o carro perca a potência em uma arrancada e consuma mais combustível, é necessário fazer uma revisão nas velas de ignição. Essa peça é essencial para o funcionamento do motor e possibilita a passagem de óleo para os cilindros.

Fluido de freio

O fluido de freio é fundamental para a segurança do veículo, que deve estar regulado e dentro do prazo da validade para garantir a frenagem perfeita em diversas condições de asfalto. O fluido deve ser trocado a cada dois anos, mas muitos motoristas se esquecem, então é melhor trocar assim que comprar o carro.

Óleo e filtro de óleo

O óleo ajuda as peças metálicas do motor a não entrarem em atrito ou se fundirem em altas temperaturas. Então, independente da data que o antigo proprietário fez a troca, substitua o filtro do óleo e coloque óleo novo. Assim, você saberá as próximas datas de troca e não irá correr o risco de fundir o seu motor.

Também é importante verificar as pastilhas e discos de freio, o filtro de combustível e fazer o alinhamento e balanceamento. Depois de ter todos esses itens verificados por um mecânico, o seu carro está pronto para rodar.

Um abraço e até o próximo post!

Equip Dispemec.com


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Informações que você precisa na hora de trocar o pneu do carro


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Os pneus são os itens que mais sofrem impactos, já que são os responsáveis por fazer o veículo se movimentar. Chega uma hora que a troca é inevitável para o funcionamento correto do carro e para a segurança do motorista e dos passageiros. Mas essa compra pode gerar muitas dúvidas. Saiba mais sobre a qualidade e as informações que você precisa ter na hora de comprar pneus novos.

Se o seu pneu está desgastado, careca ou com marcas irregulares, significa que chegou a hora de fazer a troca. E um fator importante é o tamanho e a largura, que influenciam em todo o sistema do carro. Muitas pessoas trocam o tamanho sem verificar o que é adequado para o modelo do seu veículo e isso pode causar danos e acidentes. O mais indicado é verificar as especificações no manual do proprietário ou na borda lateral do pneu.

Outra dúvida que ronda os compradores é a qualidade do pneu, muitos acham que os importados são melhores, já outros preferem os nacionais. A verdade é que a origem do não importa, pois todas as marcas passam pelo mesmo sistema de verificação e controle de qualidade do INMETRO. Por isso a melhor opção é procurar as marcas que possuem o selo de qualidade e que você ou o seu mecânico já comprovou a qualidade.

Você também precisa verificar sempre a classificação de velocidade do pneu que pretende comprar, para ter certeza que é o adequado o modelo do seu carro. A classificação certa irá garantir maior estabilidade e segurança.

Se na hora de fazer essa importante compra alguém te oferecer um pneu remold, não aceite. Apesar do preço ser atraentemente mais barato, esse tipo de pneu usado recebe uma nova camada de borracha e é vendido como semi-novo. As falhas antigas do pneu continuam presente, o que pode fazer você correr muitos riscos. Assista ao vídeo do nosso canal Mecânica Fácil e veja como aumentar a vida útil dos seus pneus!

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Entenda a importância da higienização do ar-condicionado


entenda a importância da higienização do ar condicionado

O ar-condicionado é uma parte do carro que é esquecida por muitas pessoas na hora de realizar a manutenção preventiva. Mas não realizar a manutenção e higienização desta peça, pode causar problemas não só para o carro, mas para a sua saúde.

Por ficar em um ambiente fechado, a parte interna do ar fica vulnerável a acumular muita poeira, que acaba poluindo os filtros, as serpentinas e as turbinas. E acaba poluindo o ar que será distribuído pelo veículo e que, consequentemente, o motorista e os passageiros irão respirar. Esse ar poluído pode conter milhares de fungos e bactérias que provocam reações alérgicas e doenças respiratórias.

A falta de manutenção no ar-condicionado também pode prejudicar o veículo, pois a ação do tempo faz com que as peças fiquem enferrujadas e diminua a vida útil do aparelho inteiro. Outro aspecto negativo é que quando está sujo, gera mais gastos para o motorista, pois precisa de uma força maior para esfriar.

O recomendado é que uma manutenção completa seja feita por um técnico credenciado pela marca do seu ar-condicionado, no mínimo, uma vez por ano. Já as vistorias e higienizações dos filtros precisam se tornar um hábito e devem ser feitas pelo menos uma vez no mês. Para isso você irá gastar cerca de R$100, que irá sair mais barato do que a troca completa por acúmulo de sujeira. Assista ao vídeo do Mecânica Fácil e saiba mais sobre os cuidados essenciais com o ar-condicionado:

Um abraço e até o próximo post,

Equipe Dispemec.com


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Conheça os defeitos intrigantes do sistema eletrônico do motor


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Todo carro é composto por diversos sistemas eletrônicos, que às vezes podem apresentar falhas. Conheça os intrigantes defeitos dos sistemas eletrônicos do motor (fabricados pela Magnetti Marelli) dos veículos com as seguintes descrições das Centrais de Injeção:  

  • IAW 4AVP e IAW 4GF, utilizado pela Volkswagen;
  • IAW 4CFR, utilizado pela Ford;
  • IAW 4AF, IAW 4DF e IAW 7GF, utilizados pela Fiat.  

Os defeitos neste tipo de sistema começaram a aparecer no mercado de reparação automotiva em 2003. Inicialmente, quando o sistema está com um problema, podem aparecer alguns sinais no funcionamento do motor e até mesmo uma anormalidade nas luzes de sinalização, ou o problema pode ser silencioso e não dar indícios de falha.

Segundo mecânicos, os modelos da Volkswagen não apresentaram o defeito registrado na memória da Central Eletrônica com frequência, mas quando acontece, muitas vezes o sistema inteiro é trocado e o defeito persiste.  

Os modelos da montadora Ford com o sistema IAW 4CFR são os mais resistentes ao defeito, mas quando apresentam a falha, o sintoma mais comum é a queda repentina da alimentação positiva ou negativa e interrupção brusca da bateria ou da Central Eletrônica. Quando as luzes começam a indicar o problema, é visível a diminuição da força do motor em alta rotação, o que gera um código de falha na memória da Central Eletrônica – P1300, conhecida como falha na adaptação da roda fônica ou sincronismo.

Já os modelos da Fiat com o sistema Marelli, que são utilizados no Uno e no Pálio, são os que mais apresentam o sinal nas luzes. Muitas vezes podem indicar problemas na correia dentada ou na queda de tensão, quando na verdade é o sistema eletrônico.

Mas é importante ficar atento aos sinais que o carro e as luzes de sinalização dão e procurar um especialista, que irá fazer um escaneamento correto do veículo.

Fonte: Dicatec


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Som alto no carro pode dar multa sem medidor de decibéis


multa para som alto

Além das mudanças nos valores das multas, outra novidade é que agora o som alto no carro pode ser considerado como infração, sem precisar ser medido. A Resolução nº 624 foi aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) no dia 19 de outubro e já está valendo.

Antes, o artigo 228 do Código Brasileiro de Trânsito aceitava um limite de até 80 decibéis a uma distância de 7 metros e de 98 decibéis a uma distância de 1 metro. A medição era feita com um aparelho chamado decibelímetro.

Com a nova resolução, a infração continua sendo grave, ou seja, o motorista pode perder até 5 pontos na carteira e receber uma penalidade de R$ 195,23. A diferença é que o som não precisará ser medido para ser considerado como perturbação do sossego público. Basta o som poder ser ouvido com o vidro do carro fechado para ser considerado uma infração.

Mas, ao ser multado, o agente de trânsito deve registrar, no campo de observação, qual foi o critério usado para constatar que o motorista está infringindo a lei. O som de alarmes, sirenes, veículos de publicidade com caixa de som, buzinas e carros de competição e entretenimento em locais permitidos continuam não sendo válidos para essa resolução.

Fique atento ao volume do som do seu carro e até a próxima!

Equipe Dispemec.com


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Multas de trânsito irão aumentar a partir de 1º de novembro


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As multas previstas pelo Código Brasileiro de Trânsito irão sofrer um aumento de até 66%, a partir do dia 1º de novembro deste ano. Os valores das infrações leves irão chegar a até R$ 88 e as infrações gravíssimas, R$ 293,47.

A medida foi aprovada no dia 5 de maio pelo Governo e teve um prazo de 180 dias para entrar em vigor. As multas não sofriam um reajuste desde 2000. Em 2002, os valores foram fixados e apenas algumas infrações, consideradas muito graves, tiveram pequenas alterações. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda poderá fazer correções nos valores anualmente, baseando-se no reajuste máximo dado pela inflação do ano anterior.

A partir de novembro, as infrações leves terão um aumento de 66% e passarão de R$ 53,20 para R$ 88,38. As infrações médias e graves irão aumentar em 52%, passando de R$ 85,13 para R$ 130,16 e de R$ 127, 69 para R$ 195,25. Já as multas consideradas gravíssimas irão sofrer um aumento de 53%, passando de R$ 191,54 para R$ 293,23.

Além dos valores, algumas violações serão agravadas. Como o uso do celular ao volante, que passa de uma infração média, para gravíssima. A nova lei ainda cita que o motorista será multado por segurar ou manusear o aparelho celular.

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Multas gravíssimas

Já as violações mais sérias, consideradas gravíssimas e que podem ser multiplicadas por 10, irão passar a valer R$ 2.934,70. E são aplicadas para motoristas que são pegos disputando rachas, forçando ultrapassagem em estradas, que se recusa a fazer o teste do bafômetro, exame clínico ou perícia. Se o motorista for reincidente em menos de um ano, a multa pode ainda ser dobrada e chegar a R$ 5.869,40.


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Saiba quais são os principais problemas da caixa de câmbio


caixa de câmbio

A caixa de câmbio, ou caixa de marchas, é uma importante peça do carro, que tem como função multiplicar a força e/ou a velocidade do motor. Que distribui a força adequada para as rodas suportarem cada tipo de situação. E por ser uma peça essencial para o funcionamento do carro, é preciso ficar atento aos sinais de um possível problema, que podem interferir no funcionamento do veículo e custar caro para o bolso.

Em carros com o câmbio manual, as falhas mais comuns são na transmissão da caixa para o motor. A dificuldade ou impedimento na mudança da marcha, na maioria das vezes, é resultado do baixo nível do óleo, que como já falamos aqui, precisa ser checado com frequência. Outra situação comum nos carros manuais é a aparição de rangidos e chiados, que podem significar que a embreagem está desajustada.

Já nos veículos com câmbio automático o maior problema encontrado é o vazamento de fluido, que se for percebido tardiamente, pode comprometer do carro. Os automáticos não costumam apresentar falhas com frequência, mas é preciso ficar alerta aos sinais do veículo, pois nesses modelos o estrago sai caro. Em média, a reparação da caixa de câmbio pode sair entre R$ 4 mil até R$ 30 mil.

Para evitar problemas e gastos com essa peça, é importante ler e seguir  corretamente as instruções  do manual do veículo, nele é possível encontrar o tipo de óleo e a frequência com que precisa ser trocado. Durante o dia a dia com o carro, alguns cuidados também podem fazer a diferença: não troque a marcha com força, não apoie o braço na alavanca do câmbio e sempre preste atenção no barulho que o carro faz ao trocar a marcha.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Farol ligado vs bateria


farol

Não é nada legal quando você vira a chave na ignição do carro e ele não quer ligar, não é mesmo? Aí você se pergunta: o que há de errado? Isso é o que acontece normalmente, quando você esquece o farol ligado por algum tempo, antes de voltar para o carro.

Com a nova lei que entrou em vigor em Julho/16, o uso de farol baixo em rodovias brasileiras é obrigatório e muitos condutores têm dúvidas sobre o impacto disso sobre o funcionamento da bateria. Por isso, vamos te ajudar a entender melhor sobre isso!

Se o seu carro não veio de fábrica com o sistema de alerta que mostra que o farol está ligado, saiba que já pode ser instalado em uma oficina mecânica de sua confiança. Ele funciona como um dispositivo temporizador ou relé auxiliar, responsável por desligar o farol junto com a ignição.

Como funciona o relé auxiliar?

O relé auxiliar está presente no seu carro. Seja ao acionar o limpador de parabrisa, controlar a temperatura do ar condicionado e até no funcionamento da seta e pisca-alerta. O relé tem várias funções e essas são as mais específicas.

O uso do farol durante o dia interfere na vida útil da bateria?

Não interfere por causa do alternador. É uma peça fundamental, que alimenta o sistema de carga sempre que o veículo entra em funcionamento. Caso venha a parar de funcionar, a bateria continua carregada e o carro pode andar por mais alguns quilômetros.

Entenda melhor sobre o alternador nesse episódio do Mecânica Fácil: 

E veja nesse post quais são os principais problemas que podem afetar a bateria do seu carro.

Um abraço e até a próxima!

Equipe Dispemec.com

 


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Conheça os principais problemas da bateria do seu carro


Bateria

Todos os motoristas já passaram pela desagradável situação de precisar fazer a famosa chupeta no carro, já que a bateria havia falhado. Esse tipo de problema é comum, pois a bateria tem como principal função fornecer energia o suficiente para que todo o sistema embarcado do veículo funcione. E hoje os carros possuem muitos componentes elétricos, o que facilita danos e desgaste da peça. Conheça os problemas mais comuns da bateria e saiba como evitá-los.

Sobrecarga

Em muitos casos, o problema pode não ser na bateria, mas em outro componente ligado a ela. Como a sobrecarga, que acontece quando a bateria continua fornecendo energia, mesmo com o sistema totalmente carregado. O que, consequentemente, desperdiça grande parte da energia. Isso acontece em carros que estão com problemas nos reguladores de tensão.

Para identificar a sobrecarga, coloque o voltímetro em paralelo com a bateria e acelere o motor. Se a tensão apontar mais do que 14,4V significa que a solução do problema será substituir o regulador de tensão e talvez o alternador.

Auto-descarga

Quando a bateria do seu carro vive sem carga, mesmo quando o veículo não é usado e você já precisa andar com os cabos para fazer chupeta, pode ser a auto-descarga. Isso significa que a sua bateria continua funcionando mesmo sem estar ligada, alimentando algum sistema. Nesse caso, o mais indicado é levar o veículo até um mecânico para checar a temperatura de armazenagem e se estiver acima de 33 ºC precisará ser trocada.

Para aumentar a vida útil da sua bateria, após ligar o veículo, o mantenha funcionando por aproximadamente 20 minutos. Isso irá recuperar a energia gasta para dar a partida.  Também é importante fazer revisões frequentes em todo o sistema elétrico, para garantir que não existe nenhum problema comprometendo a bateria.

Assista o vídeo abaixo e saiba mais sobre os cuidados com esse item.

Um abraço e até o próximo post.

Equipe Dispemec.com


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A escolha do seu carro pode refletir sua personalidade


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Na hora de comprar um carro, você pensa como ele pode ser útil durante o dia-a-dia, examina bem os adicionais e pensa em tudo o que vai poder fazer com ele. Mas além das suas necessidades, o veículo representa também sua personalidade. É preciso ficar atendo no modelo e na cor do carro antes de comprar, para você se sentir confortável e fazer uma escolha que te represente.

Para os amantes de aventura e adrenalina, os modelos esportivos SUVs são os mais recomendados. Por serem espaçosos, são excelentes para carregar malas, barracas e tudo o que você precisar. Geralmente, os modelos esportivos atraem os motoristas que possuem uma vida agitada e gostam da atenção que esse tipo de carro proporciona. Para aqueles que gostam de viajar, mas não dispensam o conforto e prezam por pela segurança, o modelo mais indicado é o clássico Sedã. Por proporcionaram estabilidade, são mais procurados por pessoas que possuem uma rotina e se preocupam muito com o bem-estar.

Os carros de pequeno porte são uma ótima opção para os amantes de praticidade, o que faz com que esses modelos sejam muito buscados por motoristas jovens que moram em cidades grandes. Outra vantagem dos carros pequenos é que gasta pouca gasolina e se enquadra no perfil de pessoas que se preocupam mais com as questões ambientais. Já as minivans ou carros de grande porte, tem como compradores pessoas mais velhas, que não se importam com a estética do veículo, mas querem um carro totalmente funcional e que acomode a família inteira.

Outro fator importante na hora de comprar o seu carro são as cores. De acordo com um estudo britânico, os condutores de carros vermelhos são pessoas extrovertidas, que adoram correr. Os carros pretos revelam pessoas que buscam mostrar status e poder; os veículos brancos normalmente pertencem a motoristas que buscam modernidade, já os azuis são mais comprados por pessoas confiantes e alegres. E os carros pratas tendem a ser de pessoas mais maduras e seguras de si.

Um abraço e até o próximo post!

 

Equipe Dispemec.com

 


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