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Saiba quando fazer a limpeza do bico injetor


bicos injetores

A limpeza dos bicos injetores é um assunto que gera muita dúvida entre os motoristas. Isso acontece porque as válvulas injetoras são autolimpantes e o próprio combustível faz a limpeza interna da peça. Mas nem sempre sabemos a qualidade da gasolina que está indo para o motor, o que pode comprometer a “saúde” do carro.

Combustíveis adulterados são os maiores responsáveis pelo acúmulo de sujeira na ponta do bico injetor. Muitas misturas químicas, feitas para aumentar o volume da gasolina, são prejudiciais para o sistema do veículo e possuem componentes que ficam presos na válvula injetora, causando falhas no funcionamento do motor. Nesse caso, a limpeza pode ser necessária, mas antes é preciso que o mecânico faça os testes para saber se aquele realmente é o problema.

A verificação do bico começa com um teste de resistência, para comprovar  se está mesmo com problema. Se a peça realmente estiver suja, o próximo passo é fazer a limpeza por ultrassom, etapa que adiciona produtos específicos, que irão limpar sem estragar o carro e logo após é feito o teste de estanqueidade, que checa se não há nenhum vazamento. Depois é feito o teste leque – ou teste de jato – que analisa a pulverização do combustível e por último, é realizado o teste de equalização, que é responsável por medir a velocidade que a válvula injetora abre e fecha.

Caso a sujeira esteja acumulada há muito tempo, limpar pode não ser a melhor opção, mas sim, trocar a peça. Após um longo período, a peça é forçada a funcionar e acaba  sendo danificada. O diagnóstico  deve sempre ser feito por um profissional, pois se uma peça que está quebrada for limpa e recolocada no carro, o motor pode ser rapidamente comprometido. Então, fique atento ao combustível que você está colocando no seu carro.

 

Um abraço e até o próximo post.

 

Equipe Dispemec.com


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Saiba mais sobre o óleo da caixa de marcha do seu carro manual


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Você verifica com frequência o óleo do motor, para que o baixo nível ou a falta dele não comprometa o funcionamento do seu veículo. Mas e o óleo da caixa de marcha, você já verificou? Se a resposta foi “nunca”, não se preocupe. Muitos motoristas de carros manuais não sabem que o nível do óleo desse local precisa ser checado.

Para os carros manuais, a manutenção preventiva é essencial para garantir o funcionamento do conjunto da marcha, já que o fluido possui duas importantes funções: proteger as peças contra a corrosão e o desgaste, provocados pelo movimento feito quando a marcha é trocada e limpar e refrigerar o sistema interno.

Geralmente, em carros manuais, o óleo da caixa de marcha não é trocado totalmente em cada verificação, é apenas completado até chegar no nível correto. Isso acontece porque ele não é queimado pelo câmbio e não filtra muita sujeira. Mas se o nível estiver sempre baixo ou se esvaziar com muita rapidez, pode ser que tenha um vazamento interno no carro.

Mesmo que tenha a durabilidade maior do que o óleo do motor, é importante checar o nível do lubrificador com a frequência certa. O ideal é levar o carro ao mecânico, para que nenhuma peça seja comprometida, a cada 10 mil quilômetros rodados.  Já a troca total deve ser feita, em média, a cada três anos ou a cada 50 mil quilômetros, dependendo do uso do veículo.

Agora que você sabe mais sobre o óleo da marcha do motor do seu carro manual, dê uma olhada se está tudo certo e pé na estrada!

 

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Sonda lambda: o que é e como funciona


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Você já ouviu falar da sonda lambda? Peça importantíssima do carro, a sonda lambda, na verdade, é um sensor que fica  no escapamento do carro e serve para medir a quantidade de oxigênio restante da queima de combustível. Ela é muito importante porque existe uma quantidade ideal de oxigênio e combustível para o seu carro funcionar na sua melhor performance.

Relação ideal entre oxigênio e combustível

Gasolina: 14,7 partes de ar para 01 de gasolina

Álcool: 9 partes de ar para 01 de álcool

Diesel: 15,2 partes de ar para 01 de Diesel

Se o nível de oxigênio estiver acima do indicado na tabela para cada tipo de combustível, dizemos que a mistura está pobre. A sonda, então, manda um sinal para o módulo que vai enriquecer a mistura, ou seja, enviar mais combustível.

Por outro lado, se o nível de oxigênio estiver abaixo do indicado na tabela, dizemos que a mistura está muito rica. Essa informação vai para o módulo e então ele manda menos combustível para a queima, até chegar no ponto ideal.

Um problema comum é a sonda lambda indicar algum problema que não necessariamente indique que a própria sonda está com defeito. Na verdade, a sonda fica no final de uma cadeia da qual participam diversas peças e sensores. Se um desses sensores apresentar algum defeito, a sonda vai indicar que o processo está apresentando problema. Infelizmente, alguns mecânicos detectam essa informação e já mandam trocar a sonda, quando na verdade é uma outra parte do motor que está apresentando problemas. Fique atento para isso não acontecer com você! Antes de trocar a sonda é preciso fazer um diagnóstico completo no motor, pois essa alteração pode vir de outros sensores ou até mesmo indicar que o combustível utilizado é de má qualidade.

Quer saber mais sobre a sonda lambda? Confira nos vídeos do Mecânica Fácil!

 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Muita atenção para a suspensão


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Seu carro está com algum barulho diferente ou de uma hora para outra você sentiu algum desconforto na hora de dirigir? Fique atento. O problema deve estar na suspensão do seu possante. E quando entendemos os sintomas, fica mais fácil identificar o problema para solucioná-lo a tempo.

Como já conversamos nesse post, as molas e os amortecedores são os primeiros que recebem o impacto causado pelos buracos de ruas e estradas irregulares.  O impacto é então transferido para as rodas do carro, que começa a trepidar.

Nesse momento entram em ação o braço oscilante e o pivô, que sustentam e servem de apoio à coluna da suspensão e auxiliam no movimento de sobe e desce das molas e amortecedores, inibindo possíveis ruídos.

Para segurar o carro em altas velocidades, a barra estabilizadora é a responsável por fazer a ligação entre a suspensão traseira e a dianteira, oferecendo a estabilidade do carro, tanto nas retas quanto nas curvas.

Não é muito difícil perceber quando algo está fora do eixo. Todas as peças quando estão  gastas fazem com que o carro perca a estabilidade e apresente ruídos na suspensão. Fique atento para perceber o problema cedo e, assim, não causar mais danos para o seu carro.

Ah, e se precisar de peças, você já sabe onde encontrar 😉 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Saiba mais sobre os diferentes tipos de freios


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Os tipos de freios se diferem de acordo com o tipo de câmbio. Em câmbios manuais, existem vários tipos com as mesmas funções, que é a parada. No câmbio automático, cuja  principal vantagem é que motorista não precisa mudar a marcha quando alterna a velocidade, isso acontece sozinho.

Na dúvida de qual tipo é o ideal para você? Conheça cada um deles e saiba mais sobre o seu funcionamento.

Câmbios manuais

Freio a disco: o disco é uma peça de metal plana, encontrado internamente em todas as rodas do carro. Quando o freio é acionado, o disco cola na pastilha de freio e são prensados contra a roda, fazendo-o parar.

Freio à vácuo: nesse tipo, existe o cilindro de freio, um pistão e uma haste. Esse cilindro recebe mudanças de pressão de ar, movendo o pistão contra a haste existente dentro dele. Esta haste é fixada às sapatas de freio e com o ar dentro do cilindro, o pistão transfere a força na haste do freio, fazendo a roda parar.

Freio a tambor: ao contrário do freio à vácuo, ele é impulsionado pela pressão de óleo. A haste se movimenta fazendo com que os “calços de travão” sejam prensados um com o outro, causando atrito no tambor rotativo ligado à roda. Assim, ao acionado o freio, a roda do carro para.

Freio ABS: é um sistema de segurança que, cuja função é evitar o travamento da roda do carro, deixando-o em contato com a superfície mesmo com a frenagem repentina. Para a sua segurança, esse sistema evita a derrapagem do veículo.

Câmbio automático

Proporciona ao motorista o descanso e a comodidade de passar a marcha do carro de acordo com a velocidade alcançada, automaticamente. Basta você se atentar ao que cada marcha significa: P – estacionar, R – marcha ré, N- neutro ou ponto morto e D- dirigir. Se for sair com o carro ou estacionar, por exemplo, você deve apertar o pedal do freio e colocar na marcha que precisar.

O tipo de freio do carro automático, na verdade, é a transmissão do torque – força – para o motor, por meio do sistema de engrenagens planetárias, compostos por três peças – a engrenagem central e duas engrenagens satélites – que juntas são capazes de reduzir altas velocidades.

Para melhor entender o uso do câmbio automático, assista o vídeo do Mecânica Fácil:

Aproveite essas dicas e  até a próxima!

Equipe Dispemec.com


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O que fazer quando a luz da injeção eletrônica não apaga no painel


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Todo dono de carro já ouviu histórias sobre problemas com a injeção eletrônica. Se você não sabe como ela funciona, dá uma olhada nesse post que já publicamos aqui no blog da Dispemec. 

No painel, a injeção eletrônica é sinalizada com um símbolo que normalmente é um pequeno motor. Quando a gente liga o carro, é normal que a luz da injeção eletrônica acenda e logo se apague. Se depois de ligar o carro e começar a rodar, a luz voltar a acender, isso significa que seu carro está com um problema.

Se a luz da injeção eletrônica acender no painel, você precisa levar o carro até o seu mecânico de confiança. A verdade é que essa luzinha acende por uma série de problemas que podem acontecer. Como o Júnior explica no vídeo abaixo, a injeção é composta por vários sensores. Se um deles der problema, a injeção vai indicar com a luz no painel.

A principal dica que fica para o motorista é: a luz acendeu e não apagou? Procure seu mecânico! Só ele tem o equipamento necessário para encontrar o problema e indicar a melhor solução.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com

 


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Cuidados essenciais com seu carro para uma boa viagem


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Vai viajar nessas férias? Então não se esqueça de fazer a revisão do seu carro. Pneus, freios e equipamentos de segurança precisam estar em dia para garantir uma viagem segura. Ah, e não se esqueça de usar o cinto de segurança e prender bem a cadeirinha das crianças!

Confira alguns cuidados essenciais para curtir com a família sem dor de cabeça:

Pneus: calibre os pneus de acordo com as determinações do fabricante para um carro cheio. Eles devem estar sem desgastes e bolhas.

Sistema elétrico: cheque todas as luzes do carro: setas, freios, luz de ré, farol alto e baixo, pisca-alerta. Veja também se as luzes do painel do carro estão funcionando devidamente.

Para-brisa: a palheta deve estar fluindo bem no vidro dianteiro e traseiro. Se não estiver, no caso de chuva, você não terá uma boa visão.

Equipamentos de segurança: além de estepe, vale conferir se o macaco e as ferramentas, como triângulo e chave de roda estão dentro do carro. Nunca se sabe quando precisaremos desses equipamentos, não é?

Alinhamento e balanceamento: se os pneus e as rodas não estiverem alinhados e balanceados, o volante irá tremer e o carro terá desgaste maior na viagem. Aproveite e peça para checar o sistema de amortecedores.

Freios: imprevistos e acidentes podem acontecer. Por isso é essencial que o sistema de freios esteja em excelente estado para que você não tenha problemas. Confira na revisão discos e pastilhas.

Fluidos: óleo do motor, transmissão, direção hidráulica e embreagem devem ser conferidos, além dos filtros. Veja se o nível da água de arrefecimento e de limpeza do para-brisa está bom. E não esqueça de conferir o reservatório de gasolina para partida a frio, no caso de veículos flex.

Veículo revisado e malas prontas? Agora é só entrar o carro e aproveitar a viagem!


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Carros produzidos no Brasil podem custar metade do valor no exterior


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Parece mentira, mas não é. O mesmo carro produzido e vendido aqui no Brasil pode ser encontrado por praticamente a metade do preço no exterior. Culpa dos impostos? Não totalmente. Na verdade isso acontece por uma série de fatores.

Imposto: Sim, os altos impostos cobrados no Brasil tem boa parte da culpa do alto preço. No nosso país, os impostos correspondem a 32% do valor total do carro, contra a média mundial de 16%. A cada etapa da fabricação de um carro, os impostos entram em cena. Você tem um imposto na fabricação das peças, depois outro imposto na fabricação do carro e mais um na hora da venda. E assim temos o fenômeno do “imposto sobre imposto”, que encarece muito nossos produtos industrializados. 

Infraestrutura ruim: o deslocamento no Brasil sai muito caro. Nosso país tem muitas rodovias com pavimentação ruim e outras que são boas mas que têm pedágios caros. Não existe a opção das ferrovias – como em outros países – e nossos portos trabalham com uma demanda muito grande de produtos. Tudo isso ajuda a encarecer o produto final.

Preço da energia elétrica: depois dos aumentos que entraram em vigor no ano passado, a indústria brasileira passou a pagar, em média, R$ 543,90 pelo megawatt-hora (MWh), valor superior em 111,2% da média de preço cobrada nos outros 27 países que fizeram parte de um estudo desenvolvido pela Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).  

Margem de lucro Brasil: as margens de lucro nos carros no Brasil podem chegar a até 10%, segundo um levantamento feito pela consultoria IHS. O mesmo estudo mostra que a margem de lucro média do mundo é de 5%, enquanto nos Estados Unidos é de apenas 3%.

Levando tudo isso em conta, temos carros iguais com preços muito diferentes no Brasil e em outros países. Só para ilustrar, um exemplo rápido: no México um EcoSport 2.0 (Ford), versão Trend Automática (equivalente ao brasileiro “Freestyle 2.0 PowerShift”) custa R$ 55.752,58. No Brasil, o mesmo carro é vendido a R$ 79.800, uma diferença de R$ 24.047,42.

É triste, mas mesmo assim nada abala nossa paixão pelas quatro rodas!

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Hatch ou sedã: qual o modelo mais econômico nas estradas?


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Quem procura um carro compacto para comprar com certeza também busca o mais econômico, ou seja, aquele que “bebe” menos combustível. Nessa hora, entra o dilema entre um modelo hatch ou um sedã.

O que muita gente esquece é de avaliar o seu costume e em que situações usam o veículo: só dentro da cidade ou se pega estrada com frequência…

O hatch, por exemplo, é bem compacto, fácil para estacionar e econômico para circular dentro da cidade, mas não é tão econômico assim nas estradas.

Já o sedã, é maior e às vezes um pouco mais complicado de achar vaga para estacionar, nos centros urbanos consome um pouco mais de gasolina que os modelos hatches, mas em compensação tem um porta-malas tamanho família e é muito mais econômico nas estradas. Ou seja, ideal para quem vive com o pé, digo, a roda na estrada.

E a gente explica porque isso acontece… o conceito dos sedãs é a aerodinâmica para, como todo bom superesportivo, ser potente, eficiente e veloz nas estradas. E os modelos hatches, por terem um desenho mais compacto e “seco”, exige mais força do carro para alcançar o desempenho aerodinâmico, ou seja, suportar e encarar a força contrária do vento, isso faz com que o carro acabe gastando mais combustível para ter um bom desempenho na estrada.

No caso dos sedãs, o formato da traseira com o volume a mais que o hatch, faz com que a força contrária do vento seja menos impactante para o desempenho do carro.   

Mas é claro que com as novas tecnologias e novas opções de engenharia e design, mesmo os carros hatches podem ter um excelente desempenho nas estradas, como é o caso do UP! 1.0 TSI, que é capaz de “dar um pau” em muitos sedãs nas estradas.

Por isso, na hora de escolher considere todas as informações passadas pelos fabricantes e avalie se está de acordo com o modo que você usará o carro. Se for pegar rodovias com frequência, procure os modelos com melhor desempenho nas estradas, que geralmente são os sedãs.

Mas fique de olho nos modelos hatches também, se o preço de um UP! 1.0 TSI zero ou modelo equivalente valer a pena, pode ser uma boa opção. Pois modelos mais novos assim tem o melhor dos hatches com praticamente o mesmo (ou melhor) desempenho da maioria dos sedãs nas estradas.

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Agora é lei: farol baixo durante o dia nas rodovias brasileiras


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Uma das principais mudanças do ano no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), aconteceu há pouco menos de um mês, quando foi sancionada a Lei 13.290/2016 que determina a obrigatoriedade do uso do farol baixo durante o dia em todas as rodovias do país.  

Essa é uma das medidas para diminuir o número de acidentes nas estradas. Estudos realizados pela Segurança do Trânsito mostraram a eficácia da luz baixa, mesmo durante o dia, para reduzir a quantidade de acidentes.

A Lei é bem clara: “o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”. Ou seja, mesmo que você esteja de passagem em um túnel iluminado ou que a rodovia passe dentro da cidade e de outras áreas urbanas, ainda assim precisa manter a luz baixa do farol acesa.

Por ser uma Lei que prevê mudanças nos hábitos das pessoas, há um período de 45 dias para a adaptação e distribuição da informação antes que as multas sejam aplicadas. Você tem até o dia 8 de julho de 2016 para se adaptar e evitar uma multa por infração média e claro, acostumar-se com uma boa nova medida de segurança nas estradas.

Quem for pego com os faróis baixos apagados levará a multa no valor de R$ 85,13 e mais 4 pontos na carteira por infração média. E atenção, esse valor vai sofrer reajuste em novembro. Portanto, é melhor não arriscar. O jeito é se adaptar e evitar acidentes e por consequência uma multa desnecessária na sua carteira.

Já que o papo é sobre multa e mudanças no CTB, veja aqui neste outro post o que já mudou desde o começo do ano. E para os desligados e mais esquecidos, indico a leitura deste post sobre quais as multas que mais pegam no dia a dia dos motoristas “distraídos”.

Bom, por hoje é isso, pessoal! Todo mundo ligando os faróis baixos e de olho nas regras de trânsito pra evitar acidentes e multas!

Abração!

Equipe Dispemec.com

Fonte: www.detran.sp.gov.br


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