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Há mais de 27 anos a DISPEMEC atende às necessidades de clientes que não abrem mão de qualidade, praticidade e segurança na hora de comprar autopeças.

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Dicas para escolher o banco de couro do seu carro


Banco de couro

A sofisticação e elegância dos revestimentos de couro, fizeram com que o acessório se tornasse um dos mais procurados pelos amantes de carro. Muitos motoristas estão substituindo seus bancos de tecido, com a intenção de aproveitar a praticidade e beleza deste produto. Mas o que muitos não sabem é que esse item precisa de cuidados especiais e atenção na hora da compra.

Além de valorizar o visual do carro, o couro possui, naturalmente, uma durabilidade maior do que outros materiais. E para fazer sua vida útil se estender, é preciso tomar alguns cuidados essenciais. O couro é feito de pele animal, e assim como a pele humana, precisa ser hidratado para manter seu brilho e uniformidade. Os hidratantes precisam ser específicos para couro, para não danificar o material. Eles podem ser encontrados em várias formas, mas os líquidos são os mais indicados, pois penetram nos poros e atinge uma área maior. Já para limpar sujeiras superficiais, como pó, você só irá precisar de um pano seco, mas para tirar manchas, passe sabão neutro ou um pano com água quente e seque logo em seguida.

Outro cuidado importante é a qualidade e autenticidade do revestimento. Se você for até uma loja trocar o seu banco e receber um desconto muito grande, desconfie. Alguns locais oferecem outros materiais, como o vinil e o plástico, no lugar do couro sem o cliente perceber. Por isso, o mais indicado é fazer a troca em um profissional confiável.

Depois de saber mais sobre os benefícios, cuidados e onde vai fazer a troca do seu revestimento, você irá escolher a nova cor dos seus bancos. Há opções no mercado para todos os gostos, para quem prefere de tons mais discretos pode optar pelo clássico preto, pelo cinza ou pelo marrom. Para quem gosta de um toque diferenciado, pode escolher cores mais claras, como o bege ou os couros coloridos, como o vermelho, o azul e até o branco. É válido lembrar que cores claras sujam com mais facilidade do que as escuras.

Um abraço e até o próximo post!

 

Equipe Dispemec.com

 


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Conheça as normas e os tipos de películas de vidro automotivo


Aplicando a película

A película para vidros automotivos, mais conhecida como insulfilm, é um dos acessórios mais procurados pelos motoristas. E apesar dos seus benefícios, muitas pessoas não conhecem as leis estabelecidas para esse tipo de modificação e acabam cometendo erros ao escolher o tom da película.  Conheça as regras e tipos de película e faça a melhor escolha para o seu veículo.

No mercado é possível encontrar diversos tipos de películas, com cores, tons e espessuras diferentes. A mais comum é a película básica, que possui uma espessura normal e transparência. E a película avançada, que é fabricada para ter melhor qualidade, durabilidade e mais proteção contra raios solares.

Alguns motoristas optam pela película de segurança, conhecida também como “semi-blindada”. Esse modelo é mais espesso do que os outros e em caso de acidente, pode dificultar que o vidro se quebre. Mas não se engane com o nome, a película de segurança não é blindada e não impede que o vidro quebre, só faz com que resista mais ao impacto.

Para o para-brisa, a película precisa ter maior qualidade para segurar a entrada dos raios solares e deixar a vista confortável e nítida. Por ser o maior campo de visão do motorista dentro do carro, a resolução Nº 254/2007 do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), exige que a passagem de luminosidade do para-brisa seja de 75%. Já para os vidros laterais dianteiros, a lei pede que a entrada de luminosidade seja de 70% e dos vidros traseiros que seja apenas de 28%.

Lei

A película é uma ótima maneira de proteger o seu carro da luz e do calor excessivo, além de proporcionar a sensação de segurança e privacidade para muitas pessoas. Mas na hora de colocá-la nos vidros do seu veículo, não se esqueça de ir até um profissional que siga as normas estabelecidas. Esta ação pode evitar que você leve uma multa e até mesmo que não se envolva em acidentes.

 

Um abraço e até o próximo post!

 

Equipe Dispemec.com


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Confira a homenagem da Dispemec para os idosos da Casa Vó Laura


Todos temos lembranças de nossos pais e avós, do amor que nos davam e das incríveis histórias que contavam. Chegou a hora de retribuir com carinho e atenção. Por isso, a Dispemec preparou um vídeo especial para homenagear os idosos que vivem na Casa de Repouso Vó Laura, localizada no Distrito de Eugênio de Mello.

Essa história começou no Natal Solidário de 2014, quando colaboradores passaram um dia inteiro no abrigo, aquecendo seus corações. A ação deu vida a um calendário cujas páginas continham relados de vida dos idosos assistidos pela instituição.

Foram distribuídos 10 mil exemplares, que circularam em toda a região do Vale do Paraíba e deram diferentes frutos. Além de atrair um volume expressivo de doações, o calendário sensibilizou voluntários de diversas áreas. Engenheiros e arquitetos se ofereceram para ajudar na construção da nova casa de repouso, que irá abrigar 42 idosos, 22 a mais do que possuem hoje. E a Casa Vó laura também ganhou o apoio, voluntário, de uma podóloga.

Outra fato que emocionou a todos foi a oportunidade que uma família teve de reencontrar um parente idoso, o qual nem sabiam que estava vivo.

Diante de todos estes acontecimentos, a Dispemec decidiu multiplicar esta linda ação. Então, deu início à produção do Vídeo Calendário do Bem, que além de homenagear essas pessoas tão especiais, que passaram por tantas coisas na vida e mesmo assim continuam espalhando felicidade, ajuda a entender porque esses idosos precisam tanto de você!

 


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Saiba para que serve a eletrônica embarcada do seu carro


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Você sabe o que é eletrônica embarcada automotiva? Se a resposta foi não, fique tranquilo. Muitas pessoas não sabem, mas a eletrônica embarcada é composta por todos os sistemas e componentes eletrônicos do carro. E foi desenvolvida para operar e facilitar os sistemas com o carro em movimento.

A evolução tecnológica da eletrônica embarcada teve início em 1912, com o lançamento do primeiro carro com partida automática. Um avanço muito significativo para a época, já que os carros tinham muitos problemas na ignição e a partida era dada manualmente, com uma manivela. A partir daí, os sistemas elétricos continuaram evoluindo e fazendo cada vez mais parte do funcionamento dos carros.

Entre 1920 e 1950,  continuaram crescendo e deram vida ao sistema elétrico de 12V. Já em 1980, década que a tecnologia teve grande avanço e surgiu os microprocessadores e microcontroladores, os sistemas passaram do elétrico para o eletrônico.

Cada sistema embarcado foi desenvolvido para realizar uma tarefa específica, permitindo que os carros ofereçam mais segurança, conforto e menos poluição.  A eletrônica embarcada pode ser muito complexa, pois possui muitos componentes que variam de acordo com o modelo de cada veículo. É recomendado que consertos sejam sempre feitos por profissionais especializados, pois se um dos sistemas sofrer algum tipo de alteração, poderá comprometer o funcionamento de todo o carro.

 

Um abraço e até o próximo post.

 

Equipe Dispemec.com

 


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Descubra quais são e como evitar os defeitos na correia dentada


correia dentada

A correia dentada, responsável por manter a sincronia entre o comando de válvulas e o virabrequim, é uma peça simples, mas fundamental para o funcionamento do carro. O problema é que seus defeitos chegam de maneira silenciosa, comprometendo o motor e gerando um grande prejuízo.

Quando a correia dentada arrebenta, os pistões acabam entrando em atrito com as válvulas, prejudicando o cabeçote do motor. Mas se o problema ocorrer enquanto o carro está em alta velocidade, o impacto pode ser tão grande a ponto de quebrar os pistões. Isso obriga o motorista a trocar o motor inteiro, desembolsando, no mínimo, R$ 4 mil.

Assim como o rompimento, o desalinhamento dos dentes da correia, correais frouxas, muito tensionadas ou gastas podem gerar grandes danos, pois desestabilizam a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas de admissão e de escape.

A melhor maneira de prevenir defeitos é fazer a troca da peça na quilometragem indicada no manual do veículo. Também é importante trocar o tensor, responsável por manter a tensão certa na correia, além de evitar reduzir a marcha drasticamente ou dar tranco repetidamente no motor para fazer funcionar.

Quer saber mais sobre a correia dentada? Confira o vídeo do Mecânica Fácil!

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Saiba quando fazer a limpeza do bico injetor


bicos injetores

A limpeza dos bicos injetores é um assunto que gera muita dúvida entre os motoristas. Isso acontece porque as válvulas injetoras são autolimpantes e o próprio combustível faz a limpeza interna da peça. Mas nem sempre sabemos a qualidade da gasolina que está indo para o motor, o que pode comprometer a “saúde” do carro.

Combustíveis adulterados são os maiores responsáveis pelo acúmulo de sujeira na ponta do bico injetor. Muitas misturas químicas, feitas para aumentar o volume da gasolina, são prejudiciais para o sistema do veículo e possuem componentes que ficam presos na válvula injetora, causando falhas no funcionamento do motor. Nesse caso, a limpeza pode ser necessária, mas antes é preciso que o mecânico faça os testes para saber se aquele realmente é o problema.

A verificação do bico começa com um teste de resistência, para comprovar  se está mesmo com problema. Se a peça realmente estiver suja, o próximo passo é fazer a limpeza por ultrassom, etapa que adiciona produtos específicos, que irão limpar sem estragar o carro e logo após é feito o teste de estanqueidade, que checa se não há nenhum vazamento. Depois é feito o teste leque – ou teste de jato – que analisa a pulverização do combustível e por último, é realizado o teste de equalização, que é responsável por medir a velocidade que a válvula injetora abre e fecha.

Caso a sujeira esteja acumulada há muito tempo, limpar pode não ser a melhor opção, mas sim, trocar a peça. Após um longo período, a peça é forçada a funcionar e acaba  sendo danificada. O diagnóstico  deve sempre ser feito por um profissional, pois se uma peça que está quebrada for limpa e recolocada no carro, o motor pode ser rapidamente comprometido. Então, fique atento ao combustível que você está colocando no seu carro.

 

Um abraço e até o próximo post.

 

Equipe Dispemec.com


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Saiba mais sobre o óleo da caixa de marcha do seu carro manual


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Você verifica com frequência o óleo do motor, para que o baixo nível ou a falta dele não comprometa o funcionamento do seu veículo. Mas e o óleo da caixa de marcha, você já verificou? Se a resposta foi “nunca”, não se preocupe. Muitos motoristas de carros manuais não sabem que o nível do óleo desse local precisa ser checado.

Para os carros manuais, a manutenção preventiva é essencial para garantir o funcionamento do conjunto da marcha, já que o fluido possui duas importantes funções: proteger as peças contra a corrosão e o desgaste, provocados pelo movimento feito quando a marcha é trocada e limpar e refrigerar o sistema interno.

Geralmente, em carros manuais, o óleo da caixa de marcha não é trocado totalmente em cada verificação, é apenas completado até chegar no nível correto. Isso acontece porque ele não é queimado pelo câmbio e não filtra muita sujeira. Mas se o nível estiver sempre baixo ou se esvaziar com muita rapidez, pode ser que tenha um vazamento interno no carro.

Mesmo que tenha a durabilidade maior do que o óleo do motor, é importante checar o nível do lubrificador com a frequência certa. O ideal é levar o carro ao mecânico, para que nenhuma peça seja comprometida, a cada 10 mil quilômetros rodados.  Já a troca total deve ser feita, em média, a cada três anos ou a cada 50 mil quilômetros, dependendo do uso do veículo.

Agora que você sabe mais sobre o óleo da marcha do motor do seu carro manual, dê uma olhada se está tudo certo e pé na estrada!

 

Um abraço e até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Sonda lambda: o que é e como funciona


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Você já ouviu falar da sonda lambda? Peça importantíssima do carro, a sonda lambda, na verdade, é um sensor que fica  no escapamento do carro e serve para medir a quantidade de oxigênio restante da queima de combustível. Ela é muito importante porque existe uma quantidade ideal de oxigênio e combustível para o seu carro funcionar na sua melhor performance.

Relação ideal entre oxigênio e combustível

Gasolina: 14,7 partes de ar para 01 de gasolina

Álcool: 9 partes de ar para 01 de álcool

Diesel: 15,2 partes de ar para 01 de Diesel

Se o nível de oxigênio estiver acima do indicado na tabela para cada tipo de combustível, dizemos que a mistura está pobre. A sonda, então, manda um sinal para o módulo que vai enriquecer a mistura, ou seja, enviar mais combustível.

Por outro lado, se o nível de oxigênio estiver abaixo do indicado na tabela, dizemos que a mistura está muito rica. Essa informação vai para o módulo e então ele manda menos combustível para a queima, até chegar no ponto ideal.

Um problema comum é a sonda lambda indicar algum problema que não necessariamente indique que a própria sonda está com defeito. Na verdade, a sonda fica no final de uma cadeia da qual participam diversas peças e sensores. Se um desses sensores apresentar algum defeito, a sonda vai indicar que o processo está apresentando problema. Infelizmente, alguns mecânicos detectam essa informação e já mandam trocar a sonda, quando na verdade é uma outra parte do motor que está apresentando problemas. Fique atento para isso não acontecer com você! Antes de trocar a sonda é preciso fazer um diagnóstico completo no motor, pois essa alteração pode vir de outros sensores ou até mesmo indicar que o combustível utilizado é de má qualidade.

Quer saber mais sobre a sonda lambda? Confira nos vídeos do Mecânica Fácil!

 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Muita atenção para a suspensão


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Seu carro está com algum barulho diferente ou de uma hora para outra você sentiu algum desconforto na hora de dirigir? Fique atento. O problema deve estar na suspensão do seu possante. E quando entendemos os sintomas, fica mais fácil identificar o problema para solucioná-lo a tempo.

Como já conversamos nesse post, as molas e os amortecedores são os primeiros que recebem o impacto causado pelos buracos de ruas e estradas irregulares.  O impacto é então transferido para as rodas do carro, que começa a trepidar.

Nesse momento entram em ação o braço oscilante e o pivô, que sustentam e servem de apoio à coluna da suspensão e auxiliam no movimento de sobe e desce das molas e amortecedores, inibindo possíveis ruídos.

Para segurar o carro em altas velocidades, a barra estabilizadora é a responsável por fazer a ligação entre a suspensão traseira e a dianteira, oferecendo a estabilidade do carro, tanto nas retas quanto nas curvas.

Não é muito difícil perceber quando algo está fora do eixo. Todas as peças quando estão  gastas fazem com que o carro perca a estabilidade e apresente ruídos na suspensão. Fique atento para perceber o problema cedo e, assim, não causar mais danos para o seu carro.

Ah, e se precisar de peças, você já sabe onde encontrar 😉 

Até o próximo post!

Equipe Dispemec.com


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Saiba mais sobre os diferentes tipos de freios


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Os tipos de freios se diferem de acordo com o tipo de câmbio. Em câmbios manuais, existem vários tipos com as mesmas funções, que é a parada. No câmbio automático, cuja  principal vantagem é que motorista não precisa mudar a marcha quando alterna a velocidade, isso acontece sozinho.

Na dúvida de qual tipo é o ideal para você? Conheça cada um deles e saiba mais sobre o seu funcionamento.

Câmbios manuais

Freio a disco: o disco é uma peça de metal plana, encontrado internamente em todas as rodas do carro. Quando o freio é acionado, o disco cola na pastilha de freio e são prensados contra a roda, fazendo-o parar.

Freio à vácuo: nesse tipo, existe o cilindro de freio, um pistão e uma haste. Esse cilindro recebe mudanças de pressão de ar, movendo o pistão contra a haste existente dentro dele. Esta haste é fixada às sapatas de freio e com o ar dentro do cilindro, o pistão transfere a força na haste do freio, fazendo a roda parar.

Freio a tambor: ao contrário do freio à vácuo, ele é impulsionado pela pressão de óleo. A haste se movimenta fazendo com que os “calços de travão” sejam prensados um com o outro, causando atrito no tambor rotativo ligado à roda. Assim, ao acionado o freio, a roda do carro para.

Freio ABS: é um sistema de segurança que, cuja função é evitar o travamento da roda do carro, deixando-o em contato com a superfície mesmo com a frenagem repentina. Para a sua segurança, esse sistema evita a derrapagem do veículo.

Câmbio automático

Proporciona ao motorista o descanso e a comodidade de passar a marcha do carro de acordo com a velocidade alcançada, automaticamente. Basta você se atentar ao que cada marcha significa: P – estacionar, R – marcha ré, N- neutro ou ponto morto e D- dirigir. Se for sair com o carro ou estacionar, por exemplo, você deve apertar o pedal do freio e colocar na marcha que precisar.

O tipo de freio do carro automático, na verdade, é a transmissão do torque – força – para o motor, por meio do sistema de engrenagens planetárias, compostos por três peças – a engrenagem central e duas engrenagens satélites – que juntas são capazes de reduzir altas velocidades.

Para melhor entender o uso do câmbio automático, assista o vídeo do Mecânica Fácil:

Aproveite essas dicas e  até a próxima!

Equipe Dispemec.com


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